segunda-feira, 14 de outubro de 2013



Governo altera regra para concessão de seguro-desemprego


O governo alterou uma das regras para a concessão de seguro-desemprego. O trabalhador que solicitar o benefício a partir da segunda vez, dentro de um período de dez anos, terá que fazer curso com o mínimo de 160 horas para receber o pagamento. Antes, o curso deveria ser feito a partir do terceiro pedido de seguro-desemprego no prazo de dez anos. A alteração está no Decreto n° 8.118 publicado na edição desta sexta-feira (11) do Diário Oficial da União.

O curso, com o mínimo de 160 horas, deve ser de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional. No ano passado, o Decreto n° 7.721, de 16 de abril, havia instituído a condicionalidade do curso.

O seguro-desemprego é uma assistência financeira temporária a trabalhadores desempregados sem justa causa para auxiliá-los na manutenção e na busca de emprego e inclui ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional.


Fonte: Agência Brasil

sábado, 12 de outubro de 2013



Maioria das assembleias aprova proposta de 8% e encerra greve

 
Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloAssembleia dos funcionários do BB aprova proposta em São Paulo

Seguindo orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, a grande maioria das assembleias realizadas nesta sexta-feira 11 em todo o país aprovou a proposta da Fenaban, assim como os acordos específicos do Banco do Brasil e da Caixa, encerrando a maior greve da categoria nos últimos 20 anos.

A proposta dos bancos eleva para 8,0% (aumento real de 1,82%) o índice de reajuste sobre os salários e demais verbas, para 8,5% sobre o piso salarial (ganho real de 2,29%) e 10% sobre o valor fixo da regra básica e sobre o teto da parcela adicional da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Também aumenta de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente na parcela adicional da PLR e avança em outras reivindicações econômicas e sociais.

A nova proposta da Fenaban, apresentada no 22º dia da greve e após 18 horas de duras negociações, avançou depois que os bancos recuaram da proposição inicial de compensar todos os dias de greve em 180 dias, aceitando compensar no máximo uma hora extra diária, de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro - a partir da assinatura do acordo.

Ela inclui ainda quatro novas cláusulas: proibição de os bancos enviarem SMS aos bancários cobrando resultados, abono-assiduidade de um dia por ano, constituição de grupo de trabalho com especialistas para apurar as causas dos adoecimentos dos bancários e adesão ao programa de vale-cultura do governo, no valor de R$ 50,00 por mês.

Vitória da mobilização, da ousadia e da unidade

"Os bancários estão de parabéns. Deram mais uma grande demonstração de força, dobrando a intransigência dos bancos, que este ano tinham a estratégia clara de acabar com os aumentos reais e rebaixar conquistas para reduzir custos, de vencer os bancários pelo cansaço e de punir os grevistas com o desconto dos dias parados. Foi a vitória da mobilização, da ousadia e da unidade", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

Levantamento feito pela Contraf-CUT até as 21h desta sexta-feira indica que a maioria das assembleias aprovou tanto a proposta dos bancos quanto os acordos específicos do BB e da Caixa. Algumas bases sindicais realizarão assembleias na segunda-feira 14.

Encerraram a greve:

São Paulo
Rio de Janeiro - nova assembleia da Caixa na segunda
Belo Horizonte
Pernambuco
Curitiba
Bahia - continua greve na Caixa e BNB
Ceará - continua greve no BB, Caixa e BNB
Piauí
Paraíba - assembleias da Caixa e BNB ainda não acabaram
Sergipe - continua greve no BNB
Bahia - continua na Caixa e BNB
Mato Grosso - continua greve na Caixa
Londrina
Campo Grande
Campinas
ABC
Alagoas - assembleia do BNB na segunda
Petrópolis
Angra dos Reis
Caxias do Sul - assembleia do Banrisul na segunda
Rondônia
Amapá
Criciúma
Bragança Paulista
Passo Fundo
Catanduva
Limeira
Ijuí
Alegrete
Novo Hamburgo
Horizontina
Guaporé
São Luiz Gonzaga
Vacaria
São Borja
Santa Rosa
Carazinho
Livramento
Araranguá
Joaçaba
Assis
Taubaté
São José do Rio Preto
Sorocaba
São José dos Campos
Araçatuba
Ribeirão Preto
Franca
Jaú
Tupã
Votuporanga
Presidente Wenceslau
Campos de Goytacazes
Itaperuna
Apucarna
Arapoti
Campos Mourão
Cornélio Procópio
Guarapuava
Toledo
Umuarama
Paranavaí
Divinópolis
Uberaba
Jacobina

Assembleias segunda-feira:

Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Pará, Acre, Guarulhos, Santa Maria (RS), Pelotas (RS) e Litoral Norte (RS).


A proposta da Fenaban

> Reajuste: 8,0% (1,82% de aumento real).

> Pisos: Reajuste de 8,5% (ganho real de 2,29%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.148,97.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.648,12.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.229,05 (que inclui R$ 394,42 de gratificação de caixa e R$ 186,51 de outras verbas de caixa).

> PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.087,49. Se o total apurado ficar abaixo de 5% do lucro líquido, será utilizado multiplicador até atingir esse percentual ou 2,2 salários (o que ocorrer primeiro), limitado a R$ 19.825,86.

> PLR parcela adicional: aumento de 2% para 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).

> Antecipação da PLR até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva: na regra básica, 54% do salário mais fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49. Da parcela adicional, 2,2% do lucro do primeiro semestre, limitado a R$ 1.694,00. O pagamento do restante será feito até 3 de março de 2014.

> Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 23,18 por dia.

> Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.

> 13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.

> Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 330,71 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 282,91(para filhos até 83 meses).

> Requalificação profissional: de R$ 1.047,11 para R$ 1.130,88.

> Adiantamento emergencial: Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

> Gestores ficam proibidos de enviar torpedos aos celulares particulares dos bancários cobrando cumprimento de resultados.

> Abono-assiduidade (novidade): 1 dia de folga remunerada por ano.

> Vale-cultura (novidade): R$ 50,00 mensais para quem ganha até 5 salários mínimos, conforme Lei 12.761/2012.

> Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

> Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

Compromissos

> Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.

> Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Reunião específica para discutir aprimoramento do processo.

> Discutir um novo modelo de PLR antes da campanha nacional de 2014.


Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36165

sexta-feira, 11 de outubro de 2013



BB propõe avanços aos caixas, contratações e combate ao assédio moral

 
Crédito: Jailton Garcia - Contraf-CUT
Jailton Garcia - Contraf-CUTComando Nacional arranca proposta específica do BB

Após 22 dias de greve nacional, bancários do Banco do Brasil arrancaram nesta sexta-feira (11) uma proposta específica que se soma à conquista do aumento real de salário proposto na renovação da Convenção Coletiva de Trabalho.

REAJUSTE COM AUMENTO REAL - O piso e demais verbas salariais serão reajustados em 8% (aumento real de 1,84%). Com essa proposta, o aumento real no piso do BB acumula 38,5% desde o início da campanha nacional unificada. O novo piso do BB será de R$ 2.104,66 após 90 dias (A2).

CONTRATAÇÕES - O banco apresentou propostas que estão entre as reivindicações do funcionalismo. Serão contratados 3 mil bancários até agosto de 2014.

PSO/CAIXAS - Os caixas executivos passarão a pontuar como os demais comissionados na primeira faixa de funções: 1 ponto por dia. A contagem será feita de forma retroativa considerando 2006 adiante e com isso os bancários que exerceram a função de caixa desde essa data já terão ou estarão próximos de completar 1095 pontos e adquirir mais uma letra de mérito (R$ 113). Além disso, serão efetivados no caixa mais de 1.200 bancários que já vêm exercendo a função a mais de 90 dias.

"As conquistas dos caixas são fruto da forte mobilização que fizeram nesta campanha nacional da categoria. Ainda temos muitos problemas pra resolver em relação às condições de trabalho nos caixas e nas PSO, mas os avanços são importantes", avalia William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

TRAVA PARA REMOÇÃO - os escriturários terão que esperar um tempo menor para poder concorrer à remoção para outras unidades de trabalho. A trava diminuiu de 24 para 18 meses.

INCORPORADOS - haverá uma mesa temática após 30 dias da assinatura do acordo sobre o tema Cassi e Previ para que o BB apresente os dados e estudos referentes aos incorporados, os planos de saúde e previdência desse segmento e demais fatores inerentes.

"A Contraf-CUT e as entidades sindicais já disseram que querem negociar e resolver o problema sobre a Cassi e Previ para os funcionários incorporados. Uma mesa temática onde o banco nos forneça os dados sobre todos os planos, os perfis dos grupos e onde estariam possíveis problemas será importante para as entidades sindicais e seus bancários representados poderem buscar soluções para a questão" avalia o dirigente.

QUESTÕES DE COMBATE AO ASSÉDIO MORAL

TORPEDOS - o banco propôs criar uma cláusula que limita o uso de mensagens de texto (SMS) cobrando metas de seus funcionários fora da jornada de trabalho.

"FICHA SUJA" - o banco também terá como pré-requisito para um funcionário ser gestor, não haver registro dele de denúncia procedente nos últimos 12 meses na ouvidoria ou no protocolo de prevenção de conflitos assinado entre a Fenaban e as entidades sindicais.

"Essa novidade é importante principalmente porque nossos bancários e nossas entidades sindicais podem fortalecer nossa conquista da greve do ano passado de fazer o BB assinar a cláusula de combate ao assédio moral em 2012. Ao denunciar o assediador e comprovar que ele praticou alguma conduta irregular, ele não poderá seguir impunemente em sua carreira e ascensão no banco", destaca William Mendes.

PLR

O banco pagará participação nos lucros e resultados para 117,8 mil bancários e os valores serão maiores que o semestre anterior devido ao excelente trabalho do funcionalismo.

FALTAS DOS DIAS DE LUTA E DA GREVE

Os banqueiros tentaram impor uma derrota aos bancários e exigir compensação de cada hora de luta durante seis meses. A força da mobilização e as lideranças sindicais não permitiram isso.

A nova redação da Convenção Coletiva de Trabalho permitira a compensação de até 1 hora por dia e até 15 de dezembro. Após isso, as horas restantes serão anistiadas.

RECLASSIFICAÇÃO DAS FALTAS DE LUTA CONTRA O PLANO DE FUNÇÕES

Também serão reclassificadas e serão devolvidos os descontos dos dias de greve dos bancários que participaram da luta contra as mudanças unilaterais do plano de função.

"A proposta específica para os bancários do BB apreciarem nas assembleias tem uma série de questões importantes. Todas elas são fruto de muita luta de cada bancária e cada bancário nesta campanha e neste ano. A direção do banco tem agido de forma truculenta e desrespeitosa com o funcionalismo e as entidades sindicais. Graças à mobilização e a unidade, conseguimos exigir do banco a devolução dos dias descontados na luta contra o novo plano de função. O desconto será estornado e as horas de greve estarão incluídas na compensação" informa o dirigente.

"O BB anunciou que vai corrigir de forma escalonada o valor das gratificações de função que ficou muito baixo no novo plano de funções. Não vamos clausular isso, porque o banco não negociou conosco e há ações na justiça questionando as mudanças, mas ao fazer mudanças no plano fica claro que houve problemas na implantação sem diálogo com a representação do funcionalismo" diz o coordenador da CEBB.

PRORROGAÇÃO DO DIREITO A FAZER HORAS EXTRAS AOS QUE ADERIRAM ÀS FUNÇÕES DE 6 HORAS

O banco informou que os bancários que aderiram ao plano com jornada de 6 horas e redução de salário poderão continuar fazendo até 20 horas extras por mês por mais 6 meses após janeiro de 2014.

"Por fim, quero ressaltar a importância das cláusulas sociais que conquistamos nesta campanha. Nos empenhamos para melhorar a condição da bolsa dos estagiários, para ter alguma conquista para as pessoas com deficiência e para a questão de igualdade como o caso da licença adoção de 180 dias para os homens solteiros (família monoparental). Esses temas também têm relação com a melhoria das condições de trabalho no banco, assim como mais contratações" finaliza William

PROPOSTAS 2013 - FINAL

Já apresentadas

- Vale cultura: no valor de R$ 50,00 por mês para os funcionários que ganhem até 5 salários mínimos, a partir de janeiro/2014.

- Abono das horas de ausências, durante a jornada de trabalho, para os funcionários com deficiência, para aquisição, manutenção ou reparo de ajudas técnicas (cadeiras de rodas, muletas, etc), com limite de uma jornada de trabalho por ano;

- Elevação da licença adoção para homens solteiros (família monoparental) ou com união estável homoafetiva, de 30 para 180 dias;

- Aumento do valor da bolsa dos estagiários, de R$ 332,00 para R$ 570,00;

- Auxílio educacional para dependentes de funcionário falecido ou que tenha ficado inválido em decorrência de assalto intentado contra o Banco - no limite de R$ 868,00 por mês até 24 anos incompletos, na forma das instruções internas (sem cláusula).

- Vacina contra a gripe para todos os funcionários (sem cláusula)

Demais Propostas

- Redução da trava para remoção de escriturários, de 24 meses para 18 meses;

- Movimentação transitória para as ausências da gerência média nos casos de licença de saúde, a partir do 1º dia e até 90 dias, nas agências de qualquer nível com até 7 (sete) funcionários;

- Cláusula com compromisso do Banco em preencher o número de vagas de caixa executivo existentes na data de assinatura do ACT, priorizando os funcionários que já estejam substituindo há mais de 90 dias e desde que haja interesse pelo funcionário;

- Elevação da pontuação do mérito para os caixas, de 0,5 ponto para 1 ponto por dia de exercício, retroativo a 2006, com pagamento a partir de 1.9.2013;

- Cláusula com compromisso do Banco em normatizar internamente a proibição do envio, pelos gestores, de mensagens de texto (SMS) que tratem de cobrança de metas em fins de semana, além da limitação do horário de envio durante a semana;

- Compromisso do Banco em normatizar internamente o treinamento dos gestores que não obtiverem desempenho suficiente no RADAR (sem clausular);

- Mediação de Conflitos: Compromisso do Banco de agregar a metodologia de ouvidoria existente à metodologia de mediação de conflitos, treinando todos os gerentes de Gepes, analistas que atuam na Ouvidoria e Administradores (sem clausular);

- Compromisso de considerar somente os 20 primeiros do TAO para os processos seletivos e nomeações nas Unidades do Banco (sem clausular);

- Seleção para gestores, na rede de agências, pelo Programa de Ascensão Profissional, com pré-requisito de não ter demanda de Ouvidoria procedente nos últimos 12 meses, consideradas também as denúncias encaminhadas via "protocolo de prevenção de conflitos"; (sem clausular)

- Mesa Temática sobre Cassi e Previ com início previsto para 30 dias após a data de assinatura do ACT;

- 3.000 contratações de funcionários até 31.08.2014;

- O banco se compromete a efetuar ajustes nos percentuais do Adicional de Função de Confiança - AFC e do Adicional de Função Gratificada - AFG em relação aos Valores de Referencia - VR das Respectivas Funções, a partir de 01.09.2016, conforme os termos desta Cláusula.

Parágrafo Primeiro - Em 01.09.2016, o percentual do Adicional de Função de Confiança - AFC em relação ao Valor de Referencia - VR da respectiva Função de Confiança - FC, passará a ser 43,75%.

Parágrafo Segundo - A partir do mês de setembro de 2016 e a cada 3 (três) anos, o percentual do Adicional de Função Gratificada - AFG em relação ao Valor de Referencia - VR da respectiva Função Gratificada - FG, passará a ser:

I- Em 01.09.2016 - 18,75%
II - Em 01.09.2019 - 25,00%
III- Em 01.09.2022 - 31,25%; e
IV- Em 01.09.2025 - 37,50%. (sem clausular)

- Renovação do Acordo Coletivo (acordo marco) sobre CCV por 2 anos, sem cláusula de suspensão de ações judiciais por 180 dias.

- Prorrogação por mais seis meses da possibilidade de realização de horas extras para os funcionários que aderiram a funções gratificadas, na forma prevista no plano de funções;

- Reclassificação das faltas de greve realizadas no primeiro semestre de 2013, por conta do plano de função;

- Realização de mesa temática sobre CABB.

- Participação nos Lucros e Resultados: o modelo de distribuição da PLR terá a mesma estrutura do exercício anterior. O aumento no montante do programa será distribuído para todas as faixas salariais (47% a mais):

Escriturários recebem R$ 5.837,15 e caixas executivos R$ 6.236,38

Parcela variável do Módulo BB (vinculado ao resultado): a tabela de salários paradigma será aumentada na mesma proporção de 47% a mais.

Veja alguns grupos: Comissionados FG e FC (plenos) 2,07 salários paradigma, gerência média 2,15 salários paradigma, primeiros gestores 2,57 salários paradigma. (Todas as demais funções na tabela da parcela variável no BB também foram reajustadas pela mesma proporção, informou o banco).


Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36153


Proposta da Caixa: agência com até 15 empregados pagará todas horas extras


Crédito: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Jailton Garcia/Contraf-CUTNegociação com direção da Caixa foi realizada no hotel Maksoud, em São Paulo

Na retomada da negociação das questões específicas dos empregados, realizada depois da reunião com a Fenaban, a Caixa Federal apresentou ao Comando Nacional uma série de propostas, entre elas a de que agências com até 15 funcionários não terão mais horas compensadas. A partir de janeiro de 2014, todas as horas extras realizadas nessas dependências serão pagas.

"Essa é uma das principais reivindicações dos empregados aprovadas no 29º Conecef e sua conquista é resultado da mobilização dos empregados em todo o país", afirma Jair Pedro Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.

Veja aqui em pdf a proposta completa da Caixa.


Fonte: Contraf-CUT


Greve arranca reajuste de 8% e bancos recuam sobre dias parados

 
Crédito: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Jailton Garcia/Contraf-CUTRetomada da negociação com a Fenaban, em São Paulo, no 22º dia da greve

Após mais de 16 horas de tensas negociações, a Fenaban apresentou ao Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, nesta sexta-feira 11 uma nova proposta elevando para 8,0% (aumento real de 1,82%) o índice de reajuste sobre os salários e as verbas, para 8,5% sobre o piso salarial (ganho real de 2,29%) e 10% sobre o valor fixo da regra básica e sobre o teto da parcela adicional da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). A proposta também eleva de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente na parcela adicional da PLR.

Após a negociação com a Fenaban, o Comando Nacional se reuniu separadamente com os negociadores do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Nordeste para receber as propostas das reivindicações específicas dos bancários dos três bancos públicos federais.

Diante da dura resistência do Comando, os bancos recuaram da proposição inicial de compensar todos os dias de greve em 180 dias. Evoluíram para a proposta do ano passado, de compensação de duas horas diárias até o dia 15 de dezembro. Finalmente aceitaram compensar no máximo uma hora extra diária, de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro.

A nova proposta da Fenaban, apresentada após o 22º dia da greve, que fechou 12.140 agências, inclui ainda três novas cláusulas: proibição de os bancos enviarem SMS aos bancários cobrando resultados, abono-assiduidade de um dia por ano e adesão ao programa de vale-cultura do governo, no valor de R$ 50,00 por mês.

Em razão desses avanços, o Comando Nacional está orientando os sindicatos a realizarem assembleias até a segunda-feira 14 e a aceitarem a nova proposta, que garante aumento real de salário pelo décimo ano consecutivo, valorização do piso e novas conquistas econômicas e sociais.

"A forte mobilização e a unidade da categoria foram fundamentais para romper a intransigência dos bancos e garantir avanços importantes, especialmente aumento real de salário e avanços nas condições de trabalho", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

A nova proposta da Fenaban

> Reajuste: 8,0% (1,82% de aumento real).

> Pisos: Reajuste de 8,5% (ganho real de 2,29%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.148,97.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.648,12.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.229,05 (que inclui R$ 394,42 de gratificação de caixa e R$ 186,51 de outras verbas de caixa).

> PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.087,49. Se o total apurado ficar abaixo de 5% do lucro líquido, será utilizado multiplicador até atingir esse percentual ou 2,2 salários (o que ocorrer primeiro), limitado a R$ 19.825,86.

> PLR parcela adicional: aumento de 2% para 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).

> Antecipação da PLR até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva: na regra básica, 54% do salário mais fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49. Da parcela adicional, 2,2% do lucro do primeiro semestre, limitado a R$ 1.694,00. O pagamento do restante será feito até 3 de março de 2014.

> Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 23,18 por dia.

> Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.

> 13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.

> Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 330,71 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 282,91(para filhos até 83 meses).

> Requalificação profissional: de R$ 1.047,11 para R$ 1.130,88.

> Adiantamento emergencial: Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

> Gestores ficam proibidos de enviar torpedos aos celulares particulares dos bancários cobrando cumprimento de resultados.

> Abono-assiduidade (novidade): 1 dia de folga remunerada por ano.

> Vale-cultura (novidade): R$ 50,00 mensais para quem ganha até 5 salários mínimos, conforme Lei 12.761/2012.

> Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

> Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

Compromissos

> Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.

> Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Reunião específica para discutir aprimoramento do processo.

> Discutir um novo modelo de PLR antes da campanha nacional de 2014.



Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36148

quinta-feira, 10 de outubro de 2013



Proposta FENABAN 2013/2014

Negociação continua travada por causa do impasse sobre dias parados da greve

 

A negociação entre a Fenaban e o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, iniciada na manhã desta quinta-feira 10, continua travada por causa do impasse sobre os dias parados na greve. A Fenaban propõe compensar os dias de greve em 180 dias. O Comando não aceita e a negociação segue emperrada.

A negociação, retomada no dia 22º dia da greve, está sendo realizada no hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.


Fonte: Contraf-CUT

Proposta da Fenaban para CCT 2013/2014
Reajuste de 8% sobre os salários praticados em 31.08.2013
Salário de ingresso
Portaria
R$ 1.048,91
Escritório
R$ 1.503,32
Caixa / Tesoureiro
R$ 1.897,74 (salario de ingresso 1.503,32 + Gratif. De Caixa 394,42)
Salário de ingresso Após 90 dias
Portaria
R$ 1.148,97
Escritório
R$ 1.648,12
Caixa / Tesoureiro
R$ 2.229,05 (salario de ingresso R$ 1.648,12 + Gratif. De Caixa R$ 394,42+ outras verbas R$ 186,51)
 
Auxílio Refeição
R$ 23,18
Auxílio Cesta Alimentação
R$ 397,36 (4 tíquetes de R$ 99,34)
13ª Cesta Alimentação
R$ 397,36 (4 tíquetes de R$ 99,34)
ATS
R$ 22,56
Gratif. De Compensador de Cheques
R$ 128,52
Auxílio-Creche/Babá(Filhos até a idade de 71 meses)
R$330,71
Auxílio-Creche/Babá(Filhos até a idade de 83 meses)
R$ 282,91
Auxílio Funeral
R$ 758,80
Ajuda Deslocamento Noturno
R$ 79,21
Indenização por Morte ou incapacidade de Assalto
R$ 113.152,26
Requalificação Profissional
R$ 1.130,88


Na avaliação da CUT, agência fechada é culpa dos donos dos bancos

 
Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloBancários querem negociar melhores salários e condições de trabalho

Ao boicotarem o diálogo e acreditarem que os trabalhadores bancários não seriam capazes de mobilizar as bases, os donos dos bancos conseguiram ampliar ainda mais a unidade. E, de quebra, ainda viram que a categoria está preparada para um diálogo nacional.

Essas foram as avaliações do presidente da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro, e da presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Leite, sobre a greve que completou 21 dias nesta quarta-feira (9).

"Achavam que não teríamos fôlego para aguentar uma paralisação tão longa, não só aguentamos como estamos fortalecendo a luta", destaca Cordeiro.

A paralisação suspendeu nesta quarta as atividades em 12.136 agências, centros administrativos e call centers em todos os estados e no Distrito Federal. De acordo com a Contraf-CUT, o índice representa um crescimento de 97,5% em relação ao primeiro dia e é a maior greve dos últimos 20 anos.

"O resultado dessa greve é a retomada do diálogo, algo que é muito importante para os trabalhadores e para a sociedade. A nossa luta é por melhores salários, condições de trabalho e segurança para que possamos atender melhor a população. E, nesse processo de negociação, a solidariedade da CUT foi fundamental", afirma Juvandia.

Como resposta à pressão dos bancários e a intervenção da CUT, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) finalmente resolveu agendar nova negociação para esta quinta-feira (10), às 10 horas. Em seguida, às 12 horas, haverá novas rodadas sobre as questões específicas com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e, às 13 horas, com o Banco do Nordeste do Brasil.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, ressaltou a importância de frear a tentativa de os empresários emplacarem uma agenda de retirada de direitos e rebaixamento de salários.

"O Brasil só passou a distribuir renda porque elegemos um governo comprometido com os trabalhadores(as), o que também aumentou o poder de compra dos trabalhadores, resultado das lutas dos nossos sindicatos e confederações. A mobilização dos bancários estimula as demais categorias e, por isso, a necessidade de essa greve deixar bem claro que não vamos abrir mão de consolidar conquistas", disse.

Trabalhadores não vão pagar a conta

De acordo com levantamento da empresa Economática, divulgado em maio deste ano, das cinco empresas que mais lucraram no país no primeiro trimestre, três são grandes bancos.

Juntos, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil ganharam R$ 8,948 bilhões nos primeiros três meses deste ano, valores acima do que obtiveram no ano passado. Ainda assim, a última proposta que a Fenaban apresentou foi de 7,1% de reajuste, no dia 4 de outubro, índice que equivale a 0,97% de aumento real (acima da inflação). Em 2012 e 2011, os aumentos foram de 1,5% e 2%, respectivamente.

Para Carlos Cordeiro, o retrocesso na tendência de aumentos reais apresentados pelos donos dos bancos é uma forma pressionar o governo, além de compensar as perdas com a política de redução de juros praticada pelo governo da presidenta Dilma Rousseff até o primeiro semestre deste ano.

Donos de bancos prejudicam o Brasil

Às vésperas do Dia das Crianças, a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) avalia que o comércio pode sofrer perdas de 30% por conta da postura intransigente dos banqueiros, que ignoraram a reivindicação dos trabalhadores bancários.

Ainda de acordo com o Serasa Experian, a procura por crédito pelo consumidor também caiu: 9,8% em comparação à setembro.

Mais investimento

Adotar uma postura inversa e praticar a responsabilidade social que os bancos tanto vendem nas campanhas publicitárias seria fundamental para o país.

Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a soma de reajustes, participação nos lucros e resultados (PLR) e vales alimentação e refeição conquistados pelos bancários em 2011 e 2012, injetou na economia R$ 7,197 bilhões e R$ 7,619 bilhões, respectivamente.

"Isso representa melhora no consumo e é fundamental para fazer a roda da economia girar", explica Juvandia.

Ao contrário disso, a postura dos banqueiros foi de, novamente, utilizar o interdito proibitório - recurso jurídico para manter os trabalhadores em greve distantes do local de trabalho - e até mesmo disponibilizar helicópteros como forma de pressionar os bancários a furarem a greve e entrarem nas agências.

"Estamos denunciando essas práticas antissindicais à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e à OIT (Organização Internacional do Trabalho). Inclusive, o Santander estava demitindo trabalhadores durante a paralisação", criticou Carlos Cordeiro.

Consciência nacional

O dirigente da Contraf-CUT ressalta que o caminho para enfrentar os ataques dos donos dos bancos é manter a unidade por meio da campanha nacional capaz de enfrentar um setor extremamente organizado e poderoso financeiramente.

"Ter uma mesma convenção para bancos públicos e privados, em todo território nacional, faz com que todos os trabalhadores da categoria tenham os mesmos direitos em todas as regiões do país", salienta.

Para Carlos Cordeiro, a consciência da população sobre a necessidade de combater a ganância dos banqueiros por meio das paralisações cresceu após as manifestações de julho. E a expectativa é que a proposta da Fenaban, nesta quinta, represente maior respeito à sociedade.

"Esperamos que os bancos apresentem uma proposta para que possamos avançar. Caso contrário a greve continua", conclui o presidente da Contraf-CUT.


Fonte: Luiz Carvalho - CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36135


Greve nacional dos bancários cresce e fecha 12.136 agências no 21º dia

 
Crédito: Mauricio Morais/Seeb São Paulo
Mauricio Morais/Seeb São PauloAgência do Itaú fechada no Centro Velho de São Paulo, no 21º dia da greve

Como vem acontecendo dia após dia desde a deflagração do movimento, em 19 de setembro, a greve nacional dos bancários cresceu novamente nesta quarta-feira 9 em que a categoria arrancou da Fenaban uma nova rodada de negociação com o Comando Nacional, amanhã, às 10h, em São Paulo.

No 21º dia da greve, foram fechados 12.136 agências, centros administrativos e call centers de bancos privados e públicos, nos 26 estados e no Distrito Federal. É um crescimento de 97,5% em relação ao índice de paralisação do primeiro dia, quando 6.145 unidades foram fechadas.

"Foi essa extraordinária capacidade de mobilização dos bancários, que estão fazendo a maior greve dos últimos 20 anos, que levou a Fenaban a marcar uma nova rodada de negociação nesta quinta-feira, dia 10. Esperamos que desta vez os bancos apresentem uma proposta que contemple as reivindicações econômicas e sociais da categoria", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

A retomada das negociações acontece às 10h, no hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. Ao meio-dia, no mesmo local, o Comando Nacional também volta a negociar as reivindicações específicas com os representantes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. E às 13h haverá nova rodada com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), também na capital paulista.

fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36133

quarta-feira, 9 de outubro de 2013



No 21º dia, greve arranca nova negociação com Fenaban nesta quinta


Crédito: Seeb Brasília
Seeb BrasíliaMobilização dos bancários por uma nova proposta dos bancos

Atualizada às 10h45

A força da greve nacional dos bancários, que completa 21 dias nesta quarta-feira (9), arrancou uma nova negociação entre o Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT, e a Fenaban para ocorrer nesta quinta (10), às 10 horas, em São Paulo.

Na sequência, ao meio-dia, haverá negociação das reivindicações específicas com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal.

A nova rodada foi marcada após a rejeição pelas assembleias dos sindicatos da proposta de reajuste salarial de 7,1% e aumento do piso em 7,5%, apresentada pelos bancos na última sexta-feira (4), que foi considerada insuficiente pela categoria.

A Contraf-CUT enviou ontem um ofício do Comando Nacional à Fenaban, comunicando a decisão das assembleias e reiterando que "permanece à disposição para continuar as negociações para a apresentação de uma proposta satisfatória dos bancos, que atenda de fato às reivindicações econômicas e sociais da categoria".

"A continuidade das negociações é fruto da intensa mobilização dos bancários, que estão vencendo o cansaço, mostrando uma extraordinária disposição de enfrentamento, combatendo as práticas antissindicais dos bancos e fazendo a maior greve da categoria dos últimos 20 anos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

"A expectativa dos bancários é que os bancos apresentem uma nova proposta que atenda as reivindicações de aumento real, valorização do piso, PLR melhor, proteção ao emprego, melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades", destaca. "Com os lucros de R$ 59,7 bilhões entre os meses de junho de 2012 e 2013, sobram recursos para compensar o trabalho e a dignidade dos bancários", sustenta Carlos Cordeiro

Durante todo o processo de negociações da Campanha 2013, iniciado no mês de agosto, os bancos apresentaram somente duas propostas. A primeira, feita no dia 5 de setembro, foi o reajuste de 6,1% que só repõe a inflação pelo INPC no período e ignorou as demais reivindicações da categoria, tendo sido rejeitada em todo país e motivando a deflagração da greve a partir do dia 19 de setembro. A segunda proposta foi a da última sexta-feira.

Ontem, no 20º dia de greve, os bancários paralisaram 11.748 agências, centros administrativos e call centers em todos os 26 estados e no Distrito Federal, um crescimento de 91,1% em relação ao primeiro dia da paralisação, quando 6.145 dependências foram fechadas. "Não é à toa que a força do movimento afetou as vendas do comércio e a concessão de financiamentos, o que comprova a importância do trabalho da categoria para o atendimento da população e a geração dos resultados dos bancos", destaca Carlos Cordeiro.

O Comando Nacional representa 143 sindicatos e 10 federações de todo país, totalizando mais de 95% dos bancários de todo Brasil. Além das entidades integrantes, participam como convidados os coordenadores das comissões de empresas dos trabalhadores dos bancos públicos federais.

As principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)

> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.


Fonte: Contraf-CUT


 



AVISO DE DESCONTO ASSISTENCIAL

 

 O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Votuporanga, por seu Presidente, avisa a todos os bancários, sindicalizados ou não, beneficiados com a celebração da Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014, empregados em estabeleci-mentos bancários sediados em sua base territorial, que poderão exercer o direito de oposição ao desconto assistencial definido em assembléia geral da categoria realizada em 26/07/2013, à base de 3,33% (três, trinta e três por cento) sobre o salário reajustado, no mês de novembro de 2013, mediante entrega de requerimento manuscrito de próprio punho, devendo constar do mesmo, nome, qualificação, número da CTPS e o nome da empresa em que trabalha, devendo o mesmo ser entregue individual e pessoalmente, no período de 09 a 18 de outubro de 2013, na sede do Sindicato, à Rua Tibagi, 3447 – Patrimonio Novo --- Votuporanga – SP, no horário das 08:00hs às 17:00hs.

 

Votuporanga-sp, 09 de Outubro de 2013

 
 

HARLEY AP.VIZONÁ

Presidente



Greve cresce, fecha 11.748 agências no 20º dia e bancários exigem proposta


Crédito: Lucas Duarte de Souza/Seeb São Paulo
Lucas Duarte de Souza/Seeb São PauloBancários param Superintendência Regional da Caixa na Penha, em São Paulo

Diante do silêncio da Fenaban, a greve nacional dos bancários foi ampliada nesta terça-feira 8, em seu 20º dia, com o fechamento de 11.748 agências, centros administrativos e call centers em todos os estados e no Distrito Federal. Significa um crescimento de 91,1% em relação ao primeiro dia da paralisação, em 19 de setembro, quando 6.145 dependências foram fechadas.

"Os bancos acharam que nos venceriam pelo cansaço. Mas os bancários estão demonstrando extraordinária capacidade de luta e que têm fôlego para aumentar a greve ainda mais e forçar a Fenaban a apresentar uma proposta que contemple as reivindicações por aumento real, valorização do piso, PLR melhor, proteção ao emprego, melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades", diz Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

"Além do constante crescimento da greve, dia após dia, tanto em bancos públicos como privados, outro forte indicador de que os bancários não retornarão ao trabalho sem uma proposta decente foi que as assembleias desta segunda-feira foram massivas, com número maior de trabalhadores do que quando foi deflagrada a greve", acrescenta Cordeiro. "A categoria está muito irritada e mobilizada com a postura intransigente dos bancos, que nega a valorização dos salários dos trabalhadores mas premia os altos executivos com remuneração milionária."

Categoria aguarda nova proposta

Nesta terça-feira, a Contraf-CUT enviou ofício do Comando Nacional à Fenaban comunicando que as decisões das assembleias de segunda-feira em todo o país rejeitaram a proposta insuficiente apresentada na sexta-feira, que eleva de 6,1% para 7,1% (o que representa apenas 0,97% de ganho real).

O Comando reitera no ofício que "permanece à disposição para continuar as negociações para a apresentação de uma proposta satisfatória dos bancos, que atenda de fato às reivindicações econômicas e sociais da categoria".

Vigilantes dão apoio e se colocam à disposição

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV) enviou carta à Contraf-CUT nesta terça-feira manifestando solidariedade à greve dos bancários e colocando-se à disposição para apoio efetivo à paralisação.

"Se vigilantes e bancários são as primeiras vítimas da violência nas agências do descaso e descompromisso dos patrões de bancos e de empresas de vigilância (...), hoje somos mais parceiros na luta e nos compromissos com respeito e dignidade", afirma na carta o presidente da CNTV, José Boaventura Santos.

"No 20º dia da greve - acrescenta Boaventura -, queremos não somente reafirmar o apoio dos vigilantes (...), mas também conclamar a toda a nossa categoria a expressar de todas as formas esse apoio, a colaboração e a ação efetiva para a ação dos trabalhadores e a derrota da intransigência e da arrogância dos banqueiros."

A proposta dos bancos rejeitada pelos bancários

> Reajuste: 7,1% (0,97% de aumento real).

> Pisos: Reajuste de 7,5% (ganho real de 1,34%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.138,38.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.632,93.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.209,01 (que inclui R$ 391,13 de gratificação de caixa e R$ 184,95 de outras verbas).

> PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.011,76.

> PLR parcela adicional: 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).

> Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 22,98 por dia.

> Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

> 13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

> Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 327,95 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 280,55 (para filhos até 83 meses)

> Adiantamento emergencial - Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

> Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

> Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

> Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.

As principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)

> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.


Fonte: Contraf-CUT

terça-feira, 8 de outubro de 2013



Assembleias rejeitam proposta e mantêm greve, que já reduz crédito


Crédito: Seeb Ceará
Seeb CearáEm todo país, como no Ceará, bancários recusaram proposta da Fenaban

Seguindo orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, as assembleias da categoria realizadas nesta segunda-feira 7, que tiveram participação massiva de trabalhadores, rejeitaram a proposta apresentada pela Fenaban na sexta-feira e decidiram continuar a greve em todo o país, que nesta terça completa 20 dias. A paralisação, que continua crescendo e segundo a Serasa Experian já afeta a captação de crédito no país, fechou nesta segunda 11.717 agências e centros administrativos.

"Os bancários deixaram claro mais uma vez aos banqueiros que não aceitam uma proposta rebaixada, absolutamente incompatível com a rentabilidade do sistema financeiro, com o aumento da produtividade dos trabalhadores do setor e com o lucro astronômico dos bancos, que ultrapassou R$ 60 bilhões nos últimos 12 meses", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

A proposta dos bancos, de elevar de 6,1% para 7,1% (ganho real de 0,97%), foi apresentada na sexta-feira 4, depois de um mês de silêncio. No mesmo dia foi rejeitada pelo Comando Nacional, que enviou ofício à Fenaban reafirmando "a necessidade de os bancos apresentarem uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários".

"Apesar das práticas antissindicais dos bancos, como os interditos proibitórios, ameaças a grevistas e contingenciamentos, a greve vem crescendo dia após dia", acrescenta Carlos Cordeiro.

No 19º dia da paralisação, os bancários mantiveram fechadas 11.717 agências e centros administrativos de bancos privados e públicos em todos os 26 estados e no Distrito Federal - o que representa um crescimento do movimento de 90,6% em relação ao primeiro dia, quando 6.145 estabelecimentos financeiros foram parados.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas em busca de crédito diminuiu 9,8%, em setembro, comparado a agosto, em razão da greve dos bancários. Na sexta-feira 4, a CNDL (confederação dos lojistas) havia estimado perda nas vendas de até 30% em regiões como a Nordeste, onde o uso do dinheiro no varejo é maior, por conta da paralisação da categoria.

A nova proposta dos bancos rejeitada pelos bancários

Reajuste: 7,1% (0,97% de aumento real).

Pisos: Reajuste de 7,5% (ganho real de 1,34%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.138,38.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.632,93.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.209,01 (que inclui R$ 391,13 de gratificação de caixa e R$ 184,95 de outras verbas).

PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.011,76.

PLR parcela adicional: 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).

Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 22,98 por dia.

Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 327,95 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 280,55 (para filhos até 83 meses)

Adiantamento emergencial - Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.

As principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)

> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.


Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Efeitos da Greve



Para Serasa, greve dos bancários explica queda de 9,8% na busca por crédito


Agência Brasil
Marli Moreira

São Paulo - O número de pessoas em busca de crédito diminuiu 9,8%, em setembro, comparado a agosto, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Já sobre o mesmo mês do ano passado, a procura cresceu 4,4%. De janeiro a setembro, houve um aumento de 4,6% em relação a igual período de 2012.

Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, essa queda na virada de agosto para setembro foi provocada pela greve dos bancários. Eles argumentaram, por meio de nota, que o movimento de paralisação, iniciado a partir da segunda quinzena de setembro, restringiu o acesso dos consumidores às agências bancárias.

Os economistas observaram ainda que, o fato de ter sido registrado aumento sobre setembro do ano passado, pode estar relacionado ao fato de ter havido dois úteis a mais, com um total de 21, ante 19 dias em igual mês de 2012.

Os consumidores de baixa renda foram os que mais reduziram a procura, havendo queda entre os que ganham até R$ 500 mensais (-10,4%); entre R$ 500 e R$ 1.000 (-10,8%); de R$ 1.000 a R$ 2.000 (-9,6%); entre R$ 2.000 e R$ 5.000 (- 7,7%); entre R$ 5.000 e R$ 10.000 (-5,3%); e acima de R$ 10.000 (-5%).

Já no acumulado do ano, os consumidores com os menores rendimento lideram a demanda, com um aumento de 11,1% na faixa até R$ 500 mensais e de 6,5% no caso dos que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês. Aos que têm rendimentos mensais entre R$ 1.000 e R$ 2.000, houve expansão de 2,8%, e entre R$ 2.000 e R$ 5.000, uma pequena alta de 0,5%.

Nesse mesmo período, caiu em 1% o interesse dos consumidores que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 mensais, e recuou em 0,2% nas faixas superiores a R$ 10.000 por mês.

Na virada de agosto para setembro, a Região Sul foi a que apresentou a maior redução no interesse por crédito (-15,4%). Houve redução também no Norte (-14,1%); Nordeste (-14,5%); Sudeste (- 6,4%) e Centro-Oeste (- 2,6%).

De janeiro a setembro, a Região Norte apresentou a maior alta, com 13,7%, seguida pelo Nordeste, com crescimento de 11,2%. No Sul ocorreu avanço de 4,2%, e no Sudeste aumento de 2,8% . A região Centro-Oeste foi a única a ter queda (-1,7%).

A pesquisa tem como base o número de consultas a CPFs feitas ao banco de dados da Serasa pelas entidades bancárias.

Fonte: Contraf-Cut

sexta-feira, 4 de outubro de 2013



Comando Nacional orienta assembleias a rejeitarem nova proposta da Fenaban

 
Crédito: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Jailton Garcia/Contraf-CUTFenaban apresenta nova proposta ao Comando no 16º dia da greve nacional

O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, decidiu orientar os sindicatos de todo o país a realizarem assembleias para rejeitar a nova proposta apresentada pela Fenaban nesta sexta-feira 4, que eleva de 6,1% para 7,1% o índice de reajuste sobre os salários (aumento real de 0,97%) e para 7,5% sobre o piso salarial (ganho real de 1,34%). A proposta mantém as regras da PLR do ano passado.

"Consideramos a proposta insuficiente diante do tamanho dos lucros e da rentabilidade dos bancos. Até setores da economia muito menos lucrativos estão fazendo acordos com seus trabalhadores com reajustes salariais maiores. Os bancários estão fazendo a maior greve dos últimos 20 anos e os bancos têm condições de melhorar a proposta", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

As negociações, que estavam interrompidas havia um mês, foram retomadas nesta sexta-feira, 16º dia da greve nacional dos bancários.

O Comando Nacional encaminhou documento à Fenaban reafirmando "a necessidade de os bancos apresentarem uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários".

O Comando também espera que os bancos públicos retomem as negociações específicas.

A nova proposta dos bancos

Reajuste: 7,1% (0,97% de aumento real).

Pisos: Reajuste de 7,5% (ganho real de 1,34%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.138,38.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.632,93.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.209,01 (que inclui R$ 391,13 de gratificação de caixa e R$ 184,95 de outras verbas).

PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.011,76.

PLR parcela adicional: 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste ).
Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 22,98 por dia.

Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 394,04.

Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 327,95 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 280,55.

Adiantamento emergencial - Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=36066
Fenaban propõe índice de 7,1% de reajuste

Negociação aconteceu na tarde da sexta-feira e proposta está sendo debatida em reunião do Comando Nacional da categoria
 
São Paulo – Os bancos propõem pagar 7,1% de reajuste salarial para os bancários (aumento real de 0,97%) e demais verbas salariais. Em reunião na tarde desta sexta-feira 4, a Fenaban apresentou proposta que prevê, ainda, 7,5% de reajuste para o piso e 10% na parte fixa e no teto da parcela adicional da PLR, sem alteração no percentual do lucro líquido. Fica mantido o modelo atual.
 
Em relação às demais cláusulas, ficam mantidas as propostas feitas no dia 5.
 
O Comando Nacional dos Bancários está reunido e passará orientações em breve.
 
Anexo proposta na íntegra.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


No 16º dia, greve dos bancários reabre negociações com Fenaban nesta sexta


A Fenaban acaba de chamar o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, para uma nova rodada de negociação da Campanha 2013, a ser realizada ainda nesta sexta-feira 4, às 15h, em São Paulo. A reabertura do processo de negociação acontece no 16º dia da greve nacional da categoria, que vem crescendo a cada dia e já havia paralisado 11.406 agências e centros administrativos nesta quinta-feira 3.

"A retomada das negociações é consequência da luta dos bancários, que estão fazendo a maior greve da categoria dos últimos 20 anos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "A expectativa dos trabalhadores é que os bancos abandonem a intransigência e apresentem uma nova proposta que contemple as reivindicações de aumento real, valorização do piso, PLR melhor, proteção ao emprego, melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades."

Após a reunião para avaliar as duas primeiras semanas de greve, realizada em São Paulo nesta quinta-feira, o Comando Nacional decidiu permanecer na capital paulista e enviou ofício à Fenaban colocando-se "à disposição para retomar as negociações para a apresentação de uma proposta decente dos bancos, que atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários".
As negociações estão interrompidas há um mês. A única proposta apresentada pelos bancos até agora foi no dia 5 de setembro, estabelecendo reajuste de 6,1%, que apenas repõe a inflação do período pelo INPC e ignora as demais reivindicações econômicas e sociais. A proposta foi rejeitada pelos bancários em assembleias realizadas em todo o país no dia 12.

A greve foi deflagrada no dia 19 de setembro, quando os bancários fecharam 6.145 agências e centros administrativos em todo o país. O movimento vem se ampliando dia após dia, atingindo 11.406 dependências nesta quinta-feira 3, o 15º dia de paralisação - um crescimento de 85,6% nesse período.

O Comando Nacional representa 143 sindicatos e 10 federações de todo país, totalizando mais de 95% dos bancários de todo Brasil. Além das entidades integrantes, participam como convidados os coordenadores das comissões de empresas dos trabalhadores dos bancos públicos federais.

As principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)

> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.



Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Clientes

















Os bancários estão em greve! E precisaram chegar a esse ponto para exigir que o setor que mais lucra no Brasil pague salários melhores, dê melhores condições de trabalho, contrate mais para atender melhor a população. Os trabalhadores também querem o fim das metas que pressionam a categoria a oferecer cartões, seguros, consórcios, entre outros produtos que muitas vezes o cliente não precisa e o banco os obriga a vender para lucrar mais.


 Leia versão digital do Jornal do Cliente

Os bancários estão comunicando aos clientes e usuários sobre a paralisação, e lembrando que podem contar com uma série de serviços bancários nos caixas do autoatendimento. Não haverá impedimento à sua utilização.

O objetivo dos trabalhadores em greve é pressionar os bancos, não prejudicar a população. As reivindicações da categoria visa também melhorar o atendimento.

METAS E FILAS
 
Bancários e clientes estão do mesmo lado. Enquanto os bancos forçam seus funcionários a vender tanto que acabam adoecendo por conta das metas abusivas, a população enfrenta filas por falta de bancários.

Os bancos, por sua vez, continuam lucrativos, rentáveis e sólidos. As seis maiores instituições financeiras no país – Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Federal, Santander, HSBC – lucraram R$ 29,6 bilhões, só no primeiro semestre, 18,21% a mais do que no mesmo período de 2012, quando seus resultados alcançaram R$ 25 bi.

Você paga: exija! - Só com o que cobram dos clientes, os bancos pagam todos os funcionários e ainda sobra.

No caso do Bradesco, por exemplo, o aumento na relação receita de prestação de serviço e despesa de pessoal chegou a 150,3% (era 137,9%). No Santander essa relação passou de 134% para 156,5% e no Itaú de 147,6% para 154,9%. O que isso significa? Que poderiam contratar muito mais para prestar melhores serviços e dar boas condições de trabalho aos bancários.
Ajude a cobrar: entre em contato com a ouvidoria do banco no qual você é cliente e reclame.

VOCÊ PAGA MUITO
 
Além do trabalho dos funcionários, que enriquece os bancos, esse resultado cresce também por conta dos altos juros cobrados da população (veja quadro ao lado) e das tarifas cada vez maiores cobradas pelos serviços que prestam aos clientes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os pacotes de tarifas nos últimos cinco anos sofreram reajustes de até 83%, frente a uma inflação de 32% no mesmo período. O que os bancos ganham com tarifas, passou de R$ 41,5 bilhões em junho de 2012, para R$ 46,7 bilhões em junho deste ano: crescimento de 12,51%. Mas querem pagar aos trabalhadores apenas 6,1% de reajuste, o que mal cobre a inflação em um ano.

Demissões - No acumulado dos 12 meses terminados em julho, os bancos múltiplos com carteira comercial (todos menos a Caixa Federal) fecharam 8.519 postos de trabalho. Somente em julho de 2013 foram 460 vagas a menos, em média 15 por dia.

O que a categoria bancária quer é mais trabalhadores em agências e centros administrativos para garantir qualidade no atendimento.

TERCEIRIZAÇÃO: RUIM PARA TODO MUNDO
 
Atualmente, a terceirização no Brasil é permitida somente para atividades-meio (aquelas que têm a finalidade de dar suporte às atividades principais de uma empresa). No entanto, o projeto de lei 4330, que tramita desde 2004 com o apoio de empresários, se aprovado, regulamentará a terceirização fraudulenta, expandindo a prática para atividades-fim (a principal de uma empresa, descrita na cláusula-objeto do seu contrato social). Dessa maneira, os bancos, que já abusam dessa prática, poderão transformar em terceirizado quase todos os bancários. Esse trabalhador, além de ganhar menos, terá menos direitos, e o atendimento aos clientes também sofrerá, com prejuízo inclusive ao sigilo dos documentos bancários.

A iniciativa só beneficia a classe empresarial, que busca mais lucro e desrespeita os trabalhadores. Uma série de protestos acontece em todo o país com o objetivo de arquivar de vez o PL 4330.

Trabalho Precário - O terceirizado fica dois anos e meio a menos no emprego, tem uma jornada de três horas a mais semanalmente e ganha 27% a menos; A cada dez acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados; O PL 4330 coloca em risco todos com carteira assinada; Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) são contra o projeto 4330.

EXECUTIVOS RICOS E BANCÁRIOS DOENTES
 
EXECUTIVOS DE BOLSO CHEIO E...

Enquanto os banqueiros dizem “não” ao aumento real de salário para seus funcionários, os executivos e acionistas recebem fatia cada vez maior dos lucros ganhos pelas instituições financeiras. Confira quanto, aproximadamente, cada executivo de alguns bancos ganharão neste ano enquanto os bancários só ouvem “não”.





...BANCÁRIOS DOENTES

No ano passado, 21.144 bancários foram afastados do seu trabalho. Mais da metade por motivos de saúde decorrentes do ritmo estressante e da pressão excessiva pela venda de produtos. Até março já eram 4.387. Quando você estiver lendo esse texto, milhares de trabalhadores já estarão afastados do atendimento, adoecidos por conta da falta de condições de trabalho nos bancos.

 


Comércio teme perdas de até 30% por greve nos bancos e pede acordo


Reuters
Marcela Ayres

SÃO PAULO - A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mandou carta à Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) nesta quinta-feira pedindo um acordo para o fim da greve dos bancários, estimando que o varejo pode sofrer perdas de até 30 por cento nos primeiros dias de outubro caso a paralisação se prolongue até o quinto dia útil do mês.

Como grande parte das empresas executam suas folhas de pagamento nesse período, a CNDL afirma que ele também responde por um dos momentos de maior consumo interno, com os trabalhadores fazendo operações financeiras após receberem seus salários.

"Se a greve se prolongar e alcançar o quinto dia útil do mês, o comércio pode sofrer perdas na ordem de 30 por cento no período", afirmou Roque Pelizzaro Junior, presidente da entidade, em comunicado.

A CNDL, que representa mais de 1,2 milhão de pontos de venda no Brasil, pressiona por um acordo imediato para o fim da greve, que começou em 19 de setembro.

Na véspera, o Comando Nacional dos Bancários anunciou a ampliação da paralisação com o fechamento de 11.156 agências e centros administrativos no país, número 81,5 por cento maior que o registrado no primeiro dia da greve, segundo o grupo.

No início de setembro, os trabalhadores rejeitaram em assembleias proposta de reajuste de 6,1 por cento formulada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Eles reivindicam um aumento salarial de 11,93 por cento e participação nos lucros de três salários acrescido de 5.553,15 reais, entre outras demandas.

"Vamos reforçar ainda mais o movimento para quebrar a intransigência da Fenaban e arrancar uma proposta decente", disse coordenador do Comando Nacional e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Carlos Cordeiro, em comunicado no final da quarta-feira.

Procurada, a Febraban não se manifestou imediatamente nesta quinta-feira.

Fonte: Contraf


Câmara intermediará diálogo entre Febraban e bancários em greve


A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (2) requerimento de autoria do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) solicitando a realização de audiência pública para buscar a intermediação de diálogo entre a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e os bancários, em greve em todo o País, desde o último dia 19.

O requerimento foi aprovado diante da justificativa de urgência para a busca de um entendimento que contemple as reivindicações da categoria e o interesse da sociedade, na retomada das atividades das agências bancárias, com segurança, qualidade de serviço e respeito aos trabalhadores.

"Os bancários seguem em luta, de um modo muito intenso, em todos os estados, com a maior parte das agências bancárias paradas, com grandes consequências mas também com muito apoio por parte da sociedade. Agora, chama a atenção a ausência de resposta da Fenaban às reivindicações. Não está havendo diálogo, nenhuma demonstração de interesse em resolver a questão", aponta o deputado Chico Lopes, integrante da Comissão de Trabalho, na qual será realizada, em data a ser definida, a audiência pública para a qual serão convidados representantes dos banqueiros e dirigentes sindicais dos bancários.

"A categoria está indignada com a ausência de resposta por parte da Federação dos Bancos aos trabalhadores. Uma vez que a greve traz consequências diretas sobre o cotidiano de atividades em todo o País, a Comissão de Trabalho da Câmara Federal procurará contribuir nessa intermediação, para que haja uma resposta aos trabalhadores e à sociedade", enfatiza Chico Lopes.

"Temos compromisso do presidente da Comissão de que a audiência pública será marcada o mais rapidamente possível. A aprovação do requerimento na Câmara já deve servir de alerta para que a Fenaban venha a mudar de postura e perceba a necessidade de dialogar para a busca de uma solução", complementa o parlamentar.

Pelo requerimento aprovado, a audiência pública contará com a participação de Carlos Alberto Cordeiro da Silva, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf); de Lourenço Ferreira do Prado, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e dos representantes da Fenaban.


Fonte: Vermelho


Bancários ampliam greve para forçar os bancos a retomarem negociações


Crédito: Seeb Curitiba
Seeb CuritibaAgência do Itaú, em Curitiba, no 14º dia. Greve no país cresceu 81,5%

O Comando Nacional dos Bancários se reúne em São Paulo nesta quinta-feira, 15º dia da greve, para avaliar a segunda semana de paralisação e tomar medidas visando ampliar o movimento e assim forçar os bancos a apresentarem uma nova proposta que contemple aumento real, valorização do piso, PLR melhor, proteção do emprego, condições de trabalho mais dignas, segurança e igualdade de oportunidades. Como acontece desde o início do movimento no dia 19 de setembro, a greve cresceu nesta quarta 2, fechando 11.156 agências e centros administrativos em todos os estados da federação.

"Vamos fazer uma nova avaliação da greve, que já é a maior realizada pela categoria bancária pelo menos nos últimos 20 anos, e discutir formas de fortalecer e ampliar ainda mais as paralisações. Como o Comando estará em São Paulo, é mais uma oportunidade para a Fenaban retomar o processo de negociações e apresentar uma nova proposta aos bancários", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

A única proposta feita pelos bancos até agora foi no dia 5 de setembro, há quase um mês. Rejeitada pelos bancários em assembleias realizadas em todo o país no dia 12, a proposta de 6,1% apenas repõe a inflação do período pelo INPC e ignora as demais reivindicações econômicas e sociais.

A greve foi deflagrada no dia 19, quando os bancários fecharam 6.145 agências e centros administrativos em todo o país. O movimento vem se ampliando dia após dia, atingindo 11.156 dependências nesta quarta-feira 2, o 14º dia de paralisação - um crescimento de 81,5% nesse período.

"Sabemos que os banqueiros só entendem essa linguagem. Por isso vamos reforçar ainda mais o movimento para quebrar a intransigência da Fenaban e arrancar uma proposta decente com conquistas econômicas e sociais para a categoria, bem como garantir avanços nas negociações das pautas de reivindicações específicas com os bancos públicos", salienta Carlos Cordeiro.

O Comando Nacional representa um total de 143 sindicatos e 10 federações de todo país, totalizando mais de 95% dos bancários de todo Brasil. Além das entidades integrantes, participam como convidados os coordenadores das comissões de empresas dos trabalhadores dos bancos públicos federais.

As principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)

> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.


Fonte: Contraf-CUT