terça-feira, 10 de junho de 2014

Bancos terão horário diferenciado em jogos do Brasil na Copa do Mundo

  




As agências bancárias de todo o país devem abrir em horários diferenciados durante a Copa do Mundo 2014. 

Segundo a Febraban, nas cidades em que for decretado feriado municipal, os bancos ficarão fechados para atendimento ao público. É o caso da cidade de São Paulo nesta quinta-feira (12), quando ocorre o jogo de abertura entre Brasil e Croácia.

Mesmo nas cidades em que não for decretado feriado, nos dias de jogos do Brasil os bancos abrirão em horário diferenciado: das 8h30 às 12h30.

A alteração de horário, segundo a Febraban, está de acordo com a Circular do Banco Central nº 3.703/2014, que autoriza mudança no expediente das agências nos dias de jogos da seleção brasileira, desde que elas funcionem por um tempo mínimo de quatro horas.

Já nos dias em que forem realizados jogos de outras seleções, se não for decretado feriado municipal, as agências funcionarão normalmente. 

A Febraban afirma que os bancos deverão fixar em suas agências avisos sobre o horário de atendimento nos dias de jogos com uma com antecedência mínima de 48 horas.


Fonte: Contraf-CUT com Exame

segunda-feira, 9 de junho de 2014


FUTEBOL


Quadrangular Regional de Bancários


FINAL






Será realizado sábado - dia 14 de junho

09:00h, no Clube dos Bancários de Votuporanga.



Partida:

Região A - Votuporanga

x

Região C - Jales

Bancários do BB e da Caixa aprovam pautas específicas de reivindicações

  
Crédito: Augusto Coelho - Fenae
Augusto Coelho - Fenae


Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal aprovaram neste domingo 8, em congressos nacionais realizados em São Paulo, as pautas específicas de reivindicações da Campanha Nacional de 2014. Os encontros aconteceram no mesmo hotel, o Holiday Inn, mas em espaços distintos.

Participaram do 30º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef) 360 delegados de todo o país, sendo 230 homens e 130 mulheres. Ao 25º Congresso dos Funcionários do BB compareceram 306 representantes de todas as regiões, dos quais 216 homens e 90 mulheres.

Depois de definirem as demandas específicas, os trabalhadores do BB e da Caixa se juntarão aos delegados dos demais bancos na 16ª Conferência Nacional dos Bancários, que entre 25 e 27 de julho aprovarão a pauta geral de reivindicações da Campanha 2014. 

"Os companheiros e as companheiras do BB e da Caixa deram um grande exemplo de participação democrática e demonstração de unidade para toda a categoria bancária, sinalizando para uma Campanha Nacional com forte mobilização e unidade no segundo semestre", elogia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

Veja aqui como foi o 25º Congresso dos Funcionários do BB.

saiba aqui como foi o 30º Conecef. 

Rede de Comunicação dos Bancários



Fonte: Contraf-CUT com Fenae

sexta-feira, 6 de junho de 2014

CAMPANHA IMPOSTO JUSTO - SINDIFISCO
 
 
O Sindifisco criou um hotsite para a campanha, em que está colhendo o maior número possível de assinaturas

para um abaixo-assinado que expresse a insatisfação da população com essa situação e promova o projeto de lei Imposto Justo.

 

Mais de 25.000 pessoas já se manifestaram favoráveis à proposta.


Participe da campanha e incentive seus familiares e amigos também! Entre no link da campanha www.sindifisconacional.org.br/impostojusto para assinar.

 

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA

Harley Ap.Vizoná - Presidente

Rádio "censura" publicidade que denuncia demissões do Santander

  



A Rádio Nova Brasil FM recusou-se a veicular um informe publicitário produzido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo. O spot, com duração de 30 segundos, denuncia demissões promovidas pelo banco Santander ao longo do ano passado e o impacto da diminuição do quadro de pessoal nas condições de trabalho e na saúde dos empregados.

O texto do anúncio informa que o lucro do banco espanhol no Brasil, R$ 6 bilhões em 2013, responde por 20% do resultado líquido mundial da instituição - mais que o da matriz na Espanha - e que o desempenho não justificaria o fechamento de 150 agências e de 4.800 postos de trabalho no ano que passou. "Para quem fica, o trabalho é insuportável, com assédio moral e metas abusivas", informa o spot.

Conhecida por uma programação exclusiva de música brasileira, a emissora opera em São Paulo na faixa de FM 89,7 outorgada ao Grupo Sol Panamby. E não é a primeira vez que se recusa a vender espaço publicitário, segundo o Sindicato.

"Infelizmente, minha diretoria não aprovou o texto. Não é possível tentarmos aprovar outro texto que não fale o nome de algum banco específico? Agradeço desde já sua compreensão", diz o representante da área comercial da emissora em e-mail enviado à entidade. A negativa ocorreu no último dia 23, e o spot acabou sendo veiculado em outra emissora.

A diretora executiva do Sindicato, Maria Rosani Hashizumi, funcionária do Santander, afirma que o episódio causa "indignação", mas não chega a surpreender. "Já sabemos que os meios de comunicação comerciais têm jornalismo parcial e seletivo, com notícias implacáveis sobre temas nacionais e dóceis quando o assunto é o estado de São Paulo. E que a coragem da mídia brasileira é zero quando o problema mexe com grandes corporações, e grandes anunciantes. Agora, se recusar a veicular até a publicidade paga pelos trabalhadores é mais do que omissão, é cumplicidade", diz.

A Rede Brasil Atual (RBA) procurou a direção da Nova Brasil para explicar a razão do veto. A direção da emissora argumentou que a decisão da rádio não tem relação com o fato de o anúncio citar um banco em específico. No entendimento da diretoria, o spot seria ofensivo para uma empresa terceira, o que vai contra a política do grupo.

O grupo Sol Panamby é presidido por Alaíde Quércia, viúva do ex-governador Orestes Quércia, morto em 2010. Segundo seu site, a corporação controla ainda o canal de televisão TVB, com alcance em 70 cidades daquela região do interior de São Paulo, onde retransmite a programação da Record, e da Baixada Santista, onde é retransmissora da Band. 

A Nova Brasil FM atua no Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Recife e na região de Campinas, onde também opera a Central AM. Em São Paulo, o grupo manteve o extinto Diário Popular e hoje ainda publica o jornal DCI.

Em outra áreas, controla grandes empreendimentos comerciais, como o Centro Empresarial de São Paulo, hoteleiros (Jaraguá, Novotel), imobiliários e de agronegócio.

Leia o texto do spot recusado pela emissora

O Banco Santander lucrou cerca de R$ 6 bilhões em 2013. A filial brasileira representa 20% do lucro mundial. Bem maior que a matriz espanhola.

E você acha que, com tanto lucro, o Santander precisava fechar 150 agências e reduzir 4.800 postos de trabalho nos últimos 12 meses?

Para quem fica, o trabalho é insuportável, com assédio moral e metas abusivas.

Santander, chega de demissões, contratação já! Estamos em jornada nacional de luta.

Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região, sindicatos associações, Fetec e Contraf



Fonte: Seeb São Paulo
 
 
BB, Caixa e outros órgãos gastam R$ 9 mi em ingressos da Copa para VIPs
Um grupo de milionários, empresários e parceiros "estratégicos" vai assistir os jogos da Copa do Mundo sem pagar nada, com ingressos pagos por bancos e outros órgãos públicos ou de economia mista.

No total, a Folha mapeou compras de R$ 9,1 milhões em ingressos. As compras foram acertadas com a operadora da Fifa desde 2012 —bem antes da liberação deste último e concorrido lote de ingressos.
A maior fatia, R$ 5 milhões, foi paga pelo Banco do Brasil, empresa de economia mista que tem o governo federal como o principal acionista. O BB não revela quantos ingressos comprou, nem para quais jogos.

Os ingressos serão distribuídos a clientes escolhidos a dedo pelo banco. A prioridade do BB é o seguimento "ultra high", para clientes com investimentos acima dos R$ 50 milhões. Representantes de grandes empresas também foram agraciados pelo banco.

A Caixa Econômica, por outro lado, abriu os cofres para agradar seu público interno. No total, serão 480 ingressos, para 14 partidas, a R$ 1,8 milhão. A campanha "Bateu é Gol", destinada aos donos das lotéricas, distribuiu 320 ingressos, a R$ 1,5 milhão.

O resto foi para a campanha de incentivo "Vai Brasil", destinados aos empregados do banco. O melhor jogo pago pela Caixa é da fase de quartas de final. Em Brasília, o BRB, banco cujo acionista majoritário é o governo do Distrito Federal, gastou R$ 1,2 milhão em 30 ingressos para clientes para cada um dos sete jogos na capital.

Na arena de Recife, uma empresa do governo de Pernambuco garantiu com a Fifa um camarote para os cinco jogos que acontecerão no local. A compra foi feita pela administração do Porto de Suape, que selecionará executivos de empresas "estratégicas" para irem aos jogos e, também, visitarem o complexo.

O camarote tem 18 lugares —dois representantes do porto vão ciceronear os empresários. A ideia é, a cada jogo, mudar o grupo de convidados. A ação custará R$ 745 mil.

No Rio, o Brasil Resseguros comprou R$ 411 mil, para jogos na capital fluminense. A compra foi feita em março. Em outubro, foi finalizado o processo de privatização da estatal —entre os principais acionistas está o Banco do Brasil.

A Folha questionou esses órgãos se entre os recebedores de ingressos havia políticos. Banco do Brasil, BRB, Caixa e o Porto de Suape negaram. O Brasil Resseguros informou que os ingressos irão para "clientes selecionados em função de parcerias negociais".


RECOMENDAÇÃO

Nos últimos meses, promotorias de diversos Estados recomendaram aos governos locais que não usem dinheiro público para comprar ingressos. Em Brasília, por exemplo, a promotoria do DF afirma que a compra pode se enquadrar em "irregularidade e desvio de finalidade na despesa pública, pois o gasto não almeja o atendimento do interesse público".

O Ministério Público do DF avalia se o caso do BRB, por ser um banco, se enquadra na recomendação. O banco respondeu aos questionamentos da promotoria, que analisa a documentação. O governo de Pernambuco também recebeu recomendação similar.

Em 2013, apesar de questionado pelo MP do DF, foram adquiridos ingressos e camarotes no valor de quase R$ 3 milhões por outra estatal do governo distrital. A compra foi parar na Justiça.

OUTRO LADO

Os bancos públicos e órgãos que compraram ingressos para a Copa do Mundo defendem a prática. Segundo o Banco do Brasil, estratégia semelhante é adotada pelos concorrentes de mercado. "O Banco do Brasil adquiriu ingressos para convidar os melhores clientes do segmento de alta renda e representantes de grandes empresas, como parte de sua estratégia de marketing".

A justificativa do BRB vai na mesma linha do Banco do Brasil. O banco disse ainda que a compra foi feita antes da recomendação do Ministério Público.

"O BRB esclarece que se trata de uma ação estratégica de negócio e mercadológica, comum no segmento de varejo bancário, e que visa a consolidação da marca na cidade, perante seus clientes e a população", disse.

A Caixa, por sua vez, disse que a compra serviu como incentivo para os funcionários e donos de lotéricas que bateram metas. A administração do Porto de Suape disse que o complexo serve como "âncora" para investimentos em Pernambuco.

"O camarote é exclusivo para que representantes de Suape recepcionem executivos de empresas consideradas estratégicas para Pernambuco, para o adensamento e/ou estímulo de cadeias produtivas".

A administração de Suape esclarece, ainda, que a compra foi feita antes da recomendação do Ministério Público, dentro da legislação, e que tem receita própria, sem depender de repasses do governo. O Brasil Resseguros informou que a "aquisição de ingressos para competições esportivas é uma das ações de relacionamento voltada, exclusivamente, para clientes selecionados em função de parcerias negociais"

Fonte: Folha.com
Diretoria Executiva da CONTEC
 
 
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

TST condena 8 bancos por usar ações judiciais para inviabilizar greve

  



A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou oito instituições financeiras a pagar indenização por dano moral coletivo por abuso de direito na utilização de ações judiciais (interditos proibitórios), com o objetivo de inviabilizar movimentos grevistas em Belo Horizonte. 

No caso, os bancos impetraram 21 ações, tendo como base a defesa da posse dos estabelecimentos bancários durante as greves, garantindo, assim, a liberdade de ir e vir aos empregados e clientes. A indenização fixada é de R$ 50 mil por cada uma dessas ações, totalizando mais de R$ 1 milhão, em favor do Sindicato.

Foram condenados os bancos ABN AMRO Real, Santander Banespa, Itaú, União de Bancos Brasileiros (Unibanco), Mercantil do Brasil, Bradesco, HSBC Bank Brasil e Safra.

O processo é uma ação civil pública ajuizada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Belo Horizonte e Região em 2006 e engloba ações impetradas pelas instituições financeiras em 2005 e 2006. Para o ministro Vieira de Mello, redator do acórdão, utilizar ações judicias, partindo-se da presunção de abusos a serem cometidos pelos grevistas, atenta contra os princípios concernentes ao direito de greve e configura conduta antissindical.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) havia mantido a decisão da primeira instância que não acolheu o pedido de indenização do sindicato. De acordo com o TRT, embora seja o direito de greve um instrumento legítimo de pressão, garantido pela Constituição, os bancos, como todos, têm direito ao acesso à Justiça, inclusive de modo preventivo. "Na hipótese, buscou-se garantir o pleno exercício do direito de posse, o funcionamento do sistema financeiro, o resguardo ao direito de clientes e usuários e o direito dos trabalhadores que voluntariamente decidiram não aderir à greve", destacou o TRT.

No entanto, para Vieira de Mello, ainda que os interditos proibitórios impetrados pelos réus tivessem aspecto de regular exercício do direito pela obtenção da concessão de liminares favoráveis, essas decisões não são capazes de transfigurar seu caráter antissindical. "A intenção por trás da propositura dos interditos era única e exclusivamente de fragilizar o movimento grevista e dificultar a legítima persuasão por meio de piquetes", assinala.

Para o ministro, o abuso de direito está configurado na pretensão de acionar "o aparato do Estado para coibir o exercício de um direito fundamental, o direito dos trabalhadores decidirem como, por que e onde realizar greve e persuadirem seus companheiros a aderirem o movimento".

Portanto, utilizar de ações judicias, na forma realizada pelos réus, em que se partiu da "presunção de abusos a serem cometidos pelos grevistas", requisito particular do instituto do interdito proibitório, atenta contra os princípios concernentes ao direito de greve e configura ato antissindical.


Fonte: TST

terça-feira, 3 de junho de 2014

FUTEBOL

Quadrangular Regional de Bancários





2ª Rodada - Partida Realizada

Em 23/05 - A.A.B.B. (Santa Fé do Sul)

Região D - Santa Fé do Sul  1

(Clique na foto) 



X


Região C - Jales 4

(Clique na foto)






Partida Final será realizado dia 14 de junho de 2014 (sábado) 09:00h, no Clube dos Bancários de Votuporanga.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

25º Congresso Nacional dos Funcionários do BB ocorre de 6 a 8 de junho

  




O 25º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil acontece de 6 a 8 de junho, no Hotel Holiday Inn, no Parque Anhembi, em São Paulo. O encontro define a pauta específica de reivindicações do funcionalismo do BB.

O prazo para realização de encontros e assembleias termina neste domingo, dia 1º de junho, e a inscrição de delegação vai até terça-feira, dia 3, até as 18h, conforme orientações enviadas pela Contraf-CUT às federações e sindicatos.

"O Congresso e a Campanha Nacional deste ano acontecem em um momento muito importante de nossas vidas, tanto no cenário nacional quanto em relação ao que o funcionalismo está vivendo dentro das unidades de trabalho. A conjuntura é de Copa do Mundo seguida de eleições gerais, o que faz o país viver um clima de maior discussão sobre a vida nacional", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil , que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.

"Na questão do funcionalismo estamos vivendo momentos de muito adoecimento e falta de condições de trabalho devido às metas, ao assédio e à falta de bancários. Esperamos que o 25º Congresso tire boas bandeiras de luta e que as delegações busquem muita unidade de classe", destaca William, que também é diretor da Contraf-CUT.

Programação

Sexta-feira, dia 6

18h às 20h - Jantar
20h - Abertura política no plenário geral
21h - Votação do regimento interno

Sábado, dia 7

10h - Análise de conjuntura
11h - Apresentação das teses
13h às 15h - Almoço

15h às 19h - Grupos 
1- Remuneração e condições de trabalho; 
2- Saúde e Previdência;
3- Organização do movimento;
4- Banco do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional
19h - Jantar

Domingo, dia 8

10h às 13h - Deliberações finais no plenário geral
13h às 15h - Almoço


Fonte: Contraf-CUT

MPF se opõe a correção do FGTS pela inflação


Parecer de chefe do Ministério Público Federal ao STF é contrário a manifestação anterior enviada por subordinado ao STJ

A cúpula do Ministério Público Federal (MPF) está dividida sobre se os trabalhadores têm ou não direito à correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela inflação.
O chefe do MPF, procurador-geral da República Rodrigo Janot, acredita que não: o FGTS deve continuar a ser atualizado pelaTaxa Referencial (TR) – um índice previsto na legislação, mas que desde 1999 tem perdido para a inflação. Por isso, o poder de compra do dinheiro dos trabalhadores  no fundo tem sido corroídos pelo aumento dos preços.
Segundo Janot, a Constituição não prevê uma atualização monetária que "preserve o valor real da moeda de forma direta e automática" e que quem deve estabelecer os índices de correção é o Congresso, não a Justça.
Esse argumento foi usado pelo procurador-geral da República numa manifestação enviada na última semana ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O objetivo de Janot é convencer Barroso e os demais ministros a rejeitarem uma ação direta de inconstitucionalidade que busca substituir a TR por um índice que reflita a inflação. O processo foi apresentado pelo partido Solidariedade, de oposição, e caso aceito poderia levar à correção de dos saldos do FGTS a partir de 1999 para todos os trabalhadores do País.
A posição de Janot é alinhada com a do governo: a Presidência, o Senado o Banco Central (BC),  da Advocacia-Geral da União, a Caixa Econômica Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional são contra a correção do FGTS pela inflação.
Subprocurador fala em "justa atualização monetária"
Há dois meses, entretanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu uma manifestaçãode outo integrante da mesma Procuradoria-Geral da República a favor da correção do FGTS pela inflação.
Assinado pelo subprocurador-geral Wagner de Castro Mathias Netto, o parecer argumenta que os trabalhadores têm direito "à justa atualização monetária dos saldos das contas vinculadas do FGTS".
O documento recomenda que os ministros do STJ julguem a favor da correção do FGTS pela inflação num processo que afetará todas as demais ações sobre o tema que já estão em tramitação no País – o último levantamento da Caixa indica mais de 76,5 mil.
A duplicidade de opiniões ocorre porque os procuradores da República têm autonomia – ou seja, cada um pode dar sua opinião livremente. Para Alysson Mourão, advogado que representa o Solidariedade no STF, o fato indica a necessidade de o STF decidir sobre o tema rapidamente.
"A discordância deixa claro que a causa é controversa e, portanto, é mais um motivo para que o STF pacifique o assunto", afirma Mourão, em entrevista ao iG.
O advogado ressalta que, com a chegada do parecer do MPF, o processo está pronto para ir a julgamento ou para ser debatido em audiência pública, como foi pedido pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Fonte: Portal IG

sábado, 31 de maio de 2014

Atenção usuários do Cabesp Família: Afubesp ingressará com cautelar pedindo estudos PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Maio de 2014 11:56
O presidente e os diretores eleitos da Cabesp continuam em silêncio no que diz respeito ao aumento abusivo do Plano Família. Já são quase 50 dias desde o primeiro contato da Afubesp sobre o assunto. Dessa forma, diante da omissão e do descaso dos eleitos com as famílias de banespianos que utilizam este plano, a Afubesp informa que irá ingressar na Justiça com uma cautelar, visando ter acesso aos estudos que nortearam o reajuste de 30,44%, em vigor desde 1º de maio.

O presidente da Afubesp, Camilo Fernandes, explica que esta ação tem o único objetivo de conquistar cópias dos documentos, que serão encaminhados a um técnico para avaliação. "A partir dessa análise do profissional, estudaremos a viabilidade de um outro processo relacionado ao índice", explica Fernandes.

Para isso, a Afubesp conclama os usuários do Cabesp Família a encaminharem procurações para o Departamento Jurídico da entidade até 5 de junho. A cautelar será ajuizada no dia seguinte (6/6).

"Não é preciso ser associado da Afubesp para participar dessa ação de pedido de documentos", informa o presidente, que alerta: "No entanto, caso o técnico dê o parecer que é possível questionar o índice na Justiça, este novo processo só abrigará os beneficiários do plano que são filiados à associação".

Documentos necessários

Os interessados em participar da cautelar devem encaminhar procuração assinada, cópias simples de RG, CPF e carteirinha do Cabesp Família até dia 5 de junho para a Afubesp (Rua Direita, 32, 2º andar, CEP 01.002-000, Centro, São Paulo), aos cuidados do Departamento Jurídico.

>>> Baixe a procuração, imprima, preencha e envie por correio ou pessoalmente

Encontro neste sábado

No próximo sábado, dia 31 de maio, o Sindicato dos Bancários de São Paulo e a Afubesp irão realizar um encontro para falar sobre Banesprev (especial Plano II) e Cabesp, que será às 10 horas, no Auditório Amarelo do Sindicato (Rua São Bento, 413).

Na oportunidade, além de esclarecer dúvidas sobre a cautelar, a Afubesp irá recolher procurações para entrar com a ação.

Histórico


Desde que foi anunciado o aumento abusivo, no início de abril, a Afubesp tem tentado comunicar-se com a caixa beneficente pedindo acesso aos estudos para saber se realmente não existe outra saída que não seja tão prejudicial aos usuários.

A entidade tem ciência de que muitos já cancelaram seus planos e outros ainda persistem, mas com muita dificuldade. É por isso, que a Afubesp têm lutado pedindo transparência na gestão dos eleitos, que se negam a fornecer estudos e sequer responder as perguntas dos beneficiários do plano.

Importante lembrar que a Afubesp é a única entidade de banespianos que faz essa luta em defesa do direito de informação sobre o plano de saúde desse segmento.     

Leia outras matérias sobre o assunto:

>> O absurdo reajuste do Cabesp Família

>> Reajuste do Cabesp Família "tira" a saúde de seus usuários

>> Afubesp quer esclarecimentos da Cabesp sobre reajuste do Plano Família


>> Cabesp é notificada por esclarecimentos do abusivo reajuste no Plano Família

>> Prazo para Cabesp responder notificação da Afubesp termina hoje

Última atualização em Qua, 28 de Maio de 2014 10:32
 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Rentabilidade, regra de ouro no Santander


Uma das regras de ouro adotadas por Jesús Zabalza, presidente no Brasil do Banco Santander desde junho, é reveladora das suas intenções. Quase que por decreto, ele estabeleceu que nenhum novo negócio será tocado se não tiver um retorno de 20%.

O número "mágico" vale para tudo, de aquisições que o banco pretende fazer à abertura de agências. Até para o teatro que vai inaugurar neste ano, ao lado de sua sede. O esforço é para elevar a rentabilidade do banco. O Santander Brasil registrou um retorno sobre o patrimônio líquido de 11,2% no primeiro trimestre, muito abaixo da faixa de 20% exibida por seus dois principais concorrentes privados, Itaú Unibanco e Bradesco. A meta final é abrir espaço para sustentar o crescimento orgânico e por meio de aquisições. O presidente do Santander Brasil, o espanhol nascido em Baracaldo, no País Basco, Jesús Zabalza, tem uma missão que se provou impossível para seus antecessores: fazer o banco crescer.

De posse da maior folga de capital entre os grandes bancos em operação no país, o Santander tem patinado. Nos últimos anos, perdeu fatias de mercado e clientes, reconhece. Zabalza elegeu três áreas prioritárias para direcionar o capital do banco. São elas: agronegócio, crédito consignado e adquirência. "Nós vamos crescer, mas vamos crescer de um jeito rentável, além das capacidades que temos de crescer de maneira orgânica dentro do banco." A chamada adquirência, de nome difícil, é o negócio de credenciamento de estabelecimentos comerciais para captura de transações com cartões de crédito e débito. De certa forma, contempla também o relacionamento com as pequenas e médias empresas, que Zabalza considera crucial para o banco. 

Entre as várias mudanças de pessoal que promoveu até agora, uma delas foi nomear o executivo Pedro Coutinho para cuidar dos novos negócios, ou seja, identificar oportunidades nas três áreas citadas. "O encarreguei de desenvolver os novos negócios, aqueles em que queremos crescer de maneira rápida e não-orgânica". Na área de adquirência com cartões, o Santander está colocando na rua um projeto pioneiro com a AmBev, em que todos os pagamentos dos clientes à fabricante de bebidas poderá ser feito por transferência eletrônica usando as maquininhas de cartão.

Isso significará habilitar milhares de pequenos bares, restaurantes e mercados por todo o Brasil. Zabalza diz que há projetos semelhantes com outras companhias em andamento. A compra da GetNet, empresa que já fazia adquirência, foi fundamental para o banco conseguir se estabelecer nessa área, em que Cielo e Rede, que tinham o monopólio da operação até recentemente, contam com os maiores bancos locais como acionistas. "Agora os números já começaram a ficar mais claros. Temos 10% dos clientes e 7% das receitas nesse mercado." Zabalza diz ter uma "obsessão" com pequenas e médias empresas. "Digo que um país moderno e estável tem de ter um segmento de pequenas e médias muito crescente.

Cria emprego e a estabilidade da economia. Eu gostaria de ter crescimento mais rápido em ´pymes´ (abreviação usada no espanhol para pequenas e médias empresas), mas me dei conta que tinha que regular umas coisas antes. Ao fim do ano, vamos ter um banco que vai liderar em pymes. Vamos crescer a cada trimestre e o ano que vem será o ano das pymes para o Santander. O agronegócio já esteve no DNA do banco, do finado Banespa, mas se perdeu com os anos. A ideia é recuperá-lo. "Somos banqueiros dos grandes produtores, como Minerva, Marfrig, JBS. E a ideia é trabalhar toda a cadeia dos fornecedores e dos clientes.

Há um caminho enorme." Segundo ele, apesar da proximidade desses grandes produtores, o banco não tinha equipes e produtos para explorar as oportunidades existentes. No consignado, a herança do Banespa mais uma vez é positiva, graças aos contratos com prefeituras. Fora de São Paulo, o banco cuida das contas da prefeitura do Rio de Janeiro e outros Estados e municípios. E quer explorar o consignado nas empresas privadas clientes do banco.

O desafio, como sempre, está no modelo de negócios. No ano passado a instituição rompeu com os chamados pastinhas, os agentes autônomos que ganham alta comissão para gerar contratos de crédito. "Desenvolvemos todo um projeto de consignado orgânico para a rede de agências. E seguimos buscando novas oportunidades para compras e parcerias na área", afirma.

No primeiro ano no cargo, diz que sua agenda foi voltada para assuntos internos sem glamour e que agora a instituição estaria pronta para desempenhar. Um dos problemas que diz ter procurado resolver foi o da insatisfação da clientela, que levou o banco a liderar alguns rankings de reclamação. "Esse é um dos temas ao qual mais tempo dediquei. Revisei todos os processos, os canais, como estamos atendendo no SAC, na ouvidoria, nas agências".

Ao final, diz, pediu ajuda aos funcionários. Em outubro, abriu um canal para que todos sugerissem medidas para melhorar o atendimento ao cliente. "Me responderam 9 mil empregados. E daí surgiram umas cem ideias". Foram coisas simples, como não exigir que o cliente tenha que ir à agência para criar uma senha. 

Fonte: Valor Econômico
Data da informação: 27/05/2014

STF adia novamente julgamento sobre planos econômicos

Mais de 400 mil ações aguardam definição sobre perdas nos saldos da poupança


O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou mais uma vez o julgamento das ações
 que pedem a reposição de perdas da poupança durante os planos econômicos Bresser, 
Verão, Collor 1 e Collor 2. Os processos estavam pautadas para sessão de hoje, mas os
 ministros concordaram com um pedido de adiamento por parte do procurador-geral da 
República, Rodrigo Janot.
"No que concerne ao relator desta ADPF (Ação por Descumprimento de Direito Fundamental),
estou de acordo em converter o julgamento em diligência para os fins propostos pela PGR”, 
disse o ministro Ricardo Lewandowski, um dos relatores dos processos.
Em petição enviada ao Supremo ontem, Janot disse que pretende rever cálculos apresentados
 pela Procuradoria Geral da República ao STF e que, segundo ele, teriam sido contestados pela
 Advocacia Geral da União e pelosa advogados das instituições financeiras. O adiamento
 atende especialmente aos bancos, que lutam pela derrota dos poupadores nas ações. 
O efeito no mercado foi imediato. As ações preferenciais do Banco do Brasil subiram quase
 4%, as do Bradesco, 1,49% e as do Itaú, 1,68%.
“A Procuradoria anexou ao processo cálculos feitos por uma parte técnica. Houve uma
 impugnação desses cálculos recentemente a informar que teria havido um equívoco da
 Procuradoria na confecção, na feitura desses cálculos. Eu não sei como o Supremo vai
 se postar em frente a esse tipo de acidente de percurso no julgamento”, disse o procurador
 antes da decisão tomada pelo plenário.
O julgamento não tem data para ser retomado. Na manhã desta quarta-feira, após audiência
 no Senado, Janot chegou a dizer informalmente que levaria cerca de 10 dias para rever os 
cálculos. Contudo, antes da sessão do Supremo, o procurador evitou estipular um prazo.
Quase 400 mil processos sobre o tema estão com a tramitação suspensa em diversos
 tribunais, desde 2010, à espera de uma decisão do STF. Os autores das ações argumentam
 que tiveram perdas com as correções nas poupanças e querem receber os valores
 corrigidos com base na inflação. Se o tribunal entender que o percentual utilizado pelos
 planos foi correto, muitos poupadores não terão direito a receber nada.
Na hipótese de o Supremo considerar o índice utilizado irregular, a Corte deverá estipular
 como será feito o pagamento da correção dos saldos da poupança por um instrumento
 chamado modulação. O governo federal, por meio da AGU e do Banco Central, aponta
 riscos ao sistema financeiro e prevê retração no crédito caso os poupadores sejam 
beneficiados.
Direto de Brasília

Terra