terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Santander: saiba como pedir a licença-paternidade

Banco espanhol divulgou procedimento para solicitar licença ampliada de 20 dias, mais uma conquista da Campanha Nacional Unificada 2016
Redação Spbancarios
13/2/2017


São Paulo – O Santander divulgou os procedimentos (veja abaixo) para solicitar a licença-paternidade ampliada de 20 dias, conquista da Campanha Nacional Unificada 2016.

“A licença-paternidade de 20 dias, mais uma conquista de uma greve histórica, é um exemplo claro de como a mobilização dos trabalhadores, junto ao Sindicato, gera resultados que melhoram a rotina do bancário não só no local de trabalho, mas também a sua qualidade de vida. É importante ressaltar que a estrutura para a luta por conquistas como a licença-paternidade ampliada – na qual a categoria bancária foi pioneira – é mantida pela contribuição dos bancários sindicalizados”, destaca o dirigente sindical e funcionário do Santander Welington Corrêa.

Sindicalize-se: saiba como fazer para se associar

Curso – O Sindicato está oferecendo o curso de paternidade responsável gratuitamente aos bancários sócios. A primeira turma, com 25 alunos, já está fechada. De acordo com o interesse dos bancários e as datas de nascimento previstas, novas turmas serão montadas, conforme as possibilidades do Centro de Formação.

São 12 horas/aula (de segunda a quinta, das 19h às 22h) dedicadas a quem quer participar ativamente da criação dos filhos logo nos primeiros momentos de vida. As aulas, na sede do Sindicato (Rua São Bento, 413, Centro), abordarão temas como papel do homem na sociedade contemporânea, aspectos psicológicos e legais da paternidade, educação para igualdade, além de questões práticas. As mães também podem participar. Pré-reserva pelo 3188-5200. 
Confira como solicitar a licença-paternidade de 20 dias
- Enviar e-mail para a caixa departamental RH Licença-maternidade, em até dois dias úteis após o parto e com cópia ao gestor, solicitando o benefício e anexando comprovante de participação em curso ou atividade de orientação sobre paternidade responsável.

- A realização de curso ou atividade sobre paternidade responsável é imprescindível para a concessão da licença-paternidade ampliada de 20 dias.

- Pais com filhos nascidos a partir de 27 de dezembro de 2016, que pretendem usufruir da licença-paternidade de forma retroativa, devem fazer uso do direito até o dia 29 de abril. É necessário copiar o gestor no e-mail enviado para a caixa departamental RH Licença-maternidade.

- A licença-paternidade é uma conquista que independe do número de filhos que o trabalhador venha a ter. Não existe um limite de quantas vezes o bancário pode usufruir deste direito.
fonte: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=17385

Itaú condenado por assédio moral

Justiça determinou indenização de R$ 1 milhão, destinada ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, por conduta de gerente de uma agência de Vitória da Conquista (BA); banco pode recorrer
Redação Spbancarios
13/2/2017 


São Paulo – O Itaú foi condenado a pagar indenização por conta do assédio moral praticado por um gerente, alocado em agência de Vitória da Conquista (BA), contra seus subordinados. Fixada em R$ 1 milhão, a indenização será destinada ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). A sentença também determinou o afastamento do gerente responsável pelo assédio.  

Proferida pela 1ª Vara do Trabalho de Vitória da Conquista, a condenação é resultado de ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA). No processo, testemunhas relataram humilhações em público, intimidações, coação, desrespeito, falta de ética, perseguições no ambiente de trabalho e manipulações da folha de ponto para evitar a ocorrência de horas extras.

Em nota, o Itaú alegou que as denúncias dos trabalhadores foram apuradas pelo ombudsman da instituição, com aplicação das medidas cabíveis. Porém, ficou comprovado na ação, que as vítimas do gerente denunciavam o assédio pelo canal interno do banco desde 2011, sem respostas do Itaú.

Segundo o MPT-BA, o banco não investigou as denúncias e não puniu o gerente, que passou a perseguir os bancários que o denunciavam ou testemunhavam na ação. Além disso, o próprio Itaú manteve o assediador no cargo e “adotou medidas para intimidar bancários que prestaram depoimento no inquérito”.

Assuma o controle – “A conduta do banco e a perseguição aos bancários que fizeram denúncias ao Itaú é um exemplo da fragilidade e ineficiência deste tipo de canal interno dos bancos. Desde 2010, os bancários contam com um instrumento de combate ao assédio moral em cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho. Esse canal, hoje chamado Assuma o Controle, permite justamente que os trabalhadores façam esse tipo de denúncia com segurança. O sigilo é garantido”, enfatiza a diretora do Sindicato e funcionária do Itaú Marta Soares.

Além do pagamento de indenização, a sentença obriga o Itaú a disponibilizar serviço de psicologia organizacional aos trabalhadores para identificar formas de assédio e manter o ambiente de trabalho saudável. O descumprimento é passível de multa no valor de R$ 100 mil. Ainda cabe recurso pelo banco. 
fonte: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=17384

Itaú: almoço na hora do café ou do jantar vira rotina

Com novas regras para intervalos, gestores obrigam funcionários a fazer refeições antes ou após expediente; Sindicato cobra organização para que pausa ocorra em horário adequado
Redação Spbancarios
10/2/2017


São Paulo – O Itaú começou em fevereiro a aplicar novas regras para intervalo de almoço e descanso durante a jornada de trabalho. Segundo denúncias de bancários, as mudanças resultaram na desorganização do horário de almoço, com trabalhadores sendo obrigados até mesmo a fazer o intervalo antes ou após o expediente.

De acordo com documento enviado pelo banco, não fazem intervalo trabalhadores com jornada de até quatro horas, param 15 minutos os que cumprem jornada entre quatro e seis horas, e 60 minutos os bancários que trabalham mais do que seis horas diárias.

A jornada tem limite máximo de 10 minutos de tempo excedente. Ou seja, se o funcionário trabalha quatro horas e 11 minutos, ele deve fazer o intervalo. O mesmo vale para a situação inversa. Caso um funcionário que cumpre jornada contratual de oito horas opte por compensar horas excedentes e trabalhe entre quatro horas e seis horas, não existe a necessidade de cumprir o intervalo de 60 minutos, e sim o de 15 minutos.

“Alguns gestores, apesar de conhecerem os dias com maior demanda de trabalho, não estão se organizando para que os funcionários, que terão que extrapolar a jornada e cumprir intervalo maior, almocem em horário adequado. Muitos bancários são obrigados a almoçar antes ou depois do expediente”, critica a diretora do Sindicato e funcionária do Itaú Valeska Pincovai.

“Não somos contra que o funcionário tenha de fazer o intervalo de acordo com a sua jornada. Afinal, a regra é prevista na legislação trabalhista e é essencial para proteger a saúde do trabalhador. Porém, a pausa deve ser feita de forma organizada, em horário adequado e com revezamento para não sobrecarregar os demais bancários”, acrescenta.

Hora extra – A dirigente reforça que todo funcionário que extrapole sua jornada deve receber o tempo excedente como hora extra, com adicional de 50% sobre a hora normal de segunda a sábado, e de 100% no caso do trabalho aos domingos.

“Vamos cobrar do banco que oriente seus gestores a organizarem o intervalo de forma adequada. Da forma como está sendo feito, a saúde dos bancários é colocada em risco. O adoecimento dos trabalhadores já é um problema grave devido à sobrecarga e assédio moral no banco. Não podemos admitir mais um fator que agrave ainda mais essa situação. Caso o Itaú não apresente uma solução, vamos realizar atividades de protesto”, conclui Valeska.
fonte:  http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=17370

Diga não ao desmonte, vote Fabiano Felix no Caref

Segundo turno para representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB será de 20 a 24 de fevereiro; eleição é via matrícula funcional: digite F3154029 em defesa dos empregos e do banco público
Redação Spbancarios
10/2/2017


São Paulo – Redução brutal do quadro de funcionários por meio do Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI), fechamento de agências, trabalhadores enfrentando dificuldades financeiras devido à perda de função. É nesse cenário de verdadeiro processo de desmonte do banco público que os funcionários da ativa voltarão às urnas para definir o Conselheiro de Administração Representante dos Funcionários (Caref) do BB. A votação em todo país ocorre de 20 a 24 de fevereiro e o Sindicato apoia Fabiano Felix.

João Fukunaga, diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, enfatiza a necessidade de os trabalhadores ocuparem todos os fóruns de representação para ampliar a resistência em defesa dos empregos e do banco público. “A Caixa está sofrendo ataque similar e lá os empregados elegeram uma representante no conselho de administração, Maria Rita Serrano, que tem histórico de luta em defesa das empresas públicas”, observa o dirigente sindical. “Temos a oportunidade de fazer o mesmo no Banco do Brasil. Fabiano Felix tem o compromisso de lutar pela manutenção do BB como instituição pública para o desenvolvimento do país e auxiliar o funcionalismo na luta por melhores condições de trabalho e defesa de seus direitos.”

Como votar – A definição dos candidatos do segundo turno foi determinada pela Comissão Eleitoral, após análise dos inscritos. Dessa forma, ficou definido que a disputa será entre Fabiano Felix e Rosineia Diana Balbino.

A votação por bancários da ativa ocorre de 20 a 24 de fevereiro, por meio de sistema eletrônico disponibilizado pelo BB. Da mesma forma que o primeiro turno, a eleição no segundo turno também será por meio da matrícula funcional do candidato: o número de Fabiano é F3154029.

Quem é Fabiano – Fabiano Felix é formado em Física e em Direito, tem MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria. Além disso, é pós-graduando em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Atualmente é gerente de núcleo na Superintendência de Pernambuco, onde foi secretário-geral do Sindicato dos Bancários. Integrou o Conselho de Usuários da Cassi por dois mandatos. Em 2010, foi o primeiro participante do Plano Previ Futuro eleito para o Conselho Fiscal do fundo de pensão e se tornou presidente do Conselho Fiscal em 2014. Ao final do mandato, foi eleito para o Conselho Deliberativo, no qual ocupou também a presidência. Nesse cargo, teve papel fundamental na solução negociada para resolver a situação deficitária do Plano de Associados.

Apoio - A representante dos empregados no Conselho de Administração (CA) da Caixa, Maria Rita Serrano, divulgou um vídeo de apoio para Fabiano Felix. Apoiada pelo Sindicato, ela foi eleita com 14.283 votos no segundo turno da eleição, encerrada no final de janeiro.
fonte: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=17372

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

CUT anuncia campanha contra a Reforma da Previdência

Em encontro nacional, Central se organiza para lutar nas ruas contra a PEC 287

13/02/2017
Roberto Parizotti
CUT lançará um hot site com diversas ferramentas, entre elas, o Mapa da Previdência - Roberto Parizotti
CUT lançará um hot site com diversas ferramentas, entre elas, o Mapa da Previdência
No último dia 9, em São Paulo, 23 presidentes de CUT’s estaduais e representantes de 14 ramos se reuniram com a direção Executiva da entidade para a apresentação da campanha contra a Reforma da Previdência.      
Sob o mote “Reaja agora ou morra trabalhando”, a CUT pretende dar inicio a um movimento que deve tomar as ruas do país pela preservação de direitos históricos conquistados pela classe trabalhadora. O presidente nacional da Central, Vagner Freitas, alertou que a PEC 287 está atrelada ao golpe que derrubou a presidenta Dilma Rousseff.
Segundo Vagner, esse governo, que não foi eleito, "precisa fazer essas reformas para pagar o preço dos que financiaram o golpe e a PEC 287 faz parte desse projeto para se adequar ao congelamento dos gastos primários por 20 anos. A proposta dos golpistas não é reformar a Previdência e sim acabar com ela, para que os bancos vendam planos de previdência privada. Estamos debatendo com as demais centrais de que não devemos emendar essa reforma (PEC 287) e sim derrotar essa reforma”, afirmou Vagner Freitas.
De acordo com o dirigente CUTista, “o Temer está no governo há 9 meses e aumentou o desemprego e piorou a situação no Brasil. Diziam que bastava tirar o PT que tudo se resolveria e tudo piorou. É um golpe de destruição do Estado, destruição de uma política de direitos sociais construída lentamente desde os tempos de Getúlio Vargas”, encerrou.
A campanha contra a Reforma
A estratégia para tomar as ruas dos muncípios do Brasil contra a Reforma da Previdência começa por levar à classe trabalhadora as informações sobre as regras impostas pela PEC 287. Para tanto, a CUT lançará um hot site com diversas ferramentas, entre elas, o Mapa da Previdência e uma calculadora que auxiliará o trabalhador na difícil missão de decifrar a idade com que irá se aposentar, caso as novas regras prevaleçam.
Durante o encontro, Vagner Freitas lembou que "a maioria dos munícipios brasileiros tem menos de 100 mil habitantes". Esse dado é importante, pois essas cidades terão seus orçamentos afetados, já que os aposentados são fundamentais para a composição da economia local. "Se passar, essa Reforma quebrará os munícipios", afirmou o presidente da CUT. Por isso, será decisiva a pressão feita nas ruas das cidades, sobre os prefeitos e sobre a base dos deputados e senadores que irão votar a Reforma.
Pelo país, insatisfação
Durante o encontro, os sindicalistas apresentaram as estratégias para levar à população os malefícios da Reforma da Previdência proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer e que começará a ser apreciada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
A presidenta da CUT-Maranhão, Maria Adriana, afirmou que a estratégia na região será debater os prejuízos causados pela PEC 287 na vida das mulheres trabalhadoras, do campo e da cidade.  “Nós estamos preparando uma grande ação para o dia 8 de março, junto com os trabalhadores rurais e a Frente Brasil Popular, com 10 manifestações espalhadas pelo estado. E durante o Carnaval, um grupo de mulheres irá divulgar nos blocos a violência contra a mulher contida nessa Reforma da Previdência”, afirmou Maria Adriana.
Carlos Veras, presidente da CUT-Pernambuco, lembrou que a preocupação com o tema já é anterior à campanha e que os sindicalistas na região se ocuparam da matéria durante o período do recesso parlamentar em Brasília. “Iniciamos essa campanha no final do ano passado. Vamos fazer 185 audiências públicas no Estado e vamos criar, com representantes dos movimentos sociais, uma Comissão Permanente contra a Reforma da Previdência inseridos”, encerrou o dirigente sindical.
Coordenadora da Secretaria Geral da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), Josana de Lima, salientou o papel da comunicação na expansão da campanha, para garantir que os argumentos que combatem a PEC 287 cheguem até a classe trabalhadora que atua no campo. “O foco dos rurais é discutir nos municípios. Não acredito que a maioria dos brasileiros aceitou o golpe, quem aceitou foi a maioria dos deputados e senadores e não o povo”, concluiu Josana.
A presidenta da CUT-Santa Catarina, Anna Julia, explicou que a campanha da CUT será implementada no estado em ações que já estão em andamento. "Aprovamos um calendário em dezembro e fizemos várias atividades. Em janeiro, começamos com a greve dos servidores públicos de Florianópolis. Estamos em fevereiro e a greve ainda continua".

Fonte: CUT

Justiça condena Itaú a pagar R$ 1 mi por assédio de gerente a funcionários

Sayonara Moreno
Da Agência Brasil
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Após relatos de humilhação, pressão, acusações e intimidações, a Justiça do Trabalho da Bahia condenou na sexta-feira (10) o banco Itaú Unibanco a pagar indenização de R$ 1 milhão ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A decisão atende a uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia pela prática de assédio moral cometida pelo gerente de uma das agências, no município de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado.
Procurado pelo UOL, o Itaú afirmou que "não compactua com qualquer comportamento inapropriado de seus colaboradores" e que os "fatos narrados foram devidamente apurados pelo ombudsman (responsável pelo canal de comunicação entre empregados, diretores e consumidores) à época, com a aplicação das medidas disciplinares cabíveis".
A decisão da 1ª Vara do Trabalho de Vitória da Conquista determina o afastamento do gerente acusado de assédio do ambiente de trabalho.
Os funcionários assediados relataram à Justiça do Trabalho situações consideradas pelo MPT como "atos terroristas" cometidos pelo gerente. Os relatos citam humilhações em público --na presença de colegas e clientes-- intimidação, coação, desrespeito, falta de ética, perseguição e até "manipulação de horários nas folhas de ponto com a intenção de não gerar horas extras".

Denúncias internas

Apesar da afirmação do Itaú, de que aplicou "as medidas disciplinares cabíveis" após investigação interna, o MPT disse que ficou provado que os funcionários afetados faziam denúncias e reclamações no canal interno do banco desde 2011 sem respostas nem providências da instituição.
De acordo com o Ministério Público do Trabalho, o banco não apurou, não investigou e "não puniu o assediador", que passou a perseguir os funcionários que denunciaram ou prestaram depoimentos como testemunhas.
Além disso, segundo o órgão, a empresa "manteve o responsável pelo assédio moral em seu posto de trabalho e adotou medidas para intimidar os bancários que prestaram depoimento no inquérito".
A decisão obriga o Itaú Unibanco a oferecer serviço de psicologia organizacional para os trabalhadores, com o objetivo de identificar formas de assédio e adotar medidas para manter o ambiente de trabalho saudável. O não cumprimento pode levar à multa de R$ 100 mil para cada descumprimento ou para cada trabalhador prejudicado, além da indenização de R$ 1 milhão.

Resposta do Itaú

Veja, abaixo, a íntegra da resposta do Itaú Unibanco:
"O Itaú não compactua com qualquer comportamento inapropriado de seus colaboradores e sempre estimula as melhores práticas de gestão de pessoas. Os fatos narrados foram devidamente apurados pelo Ombudsman, à época, com a aplicação das medidas disciplinares cabíveis. O banco avaliará eventual recurso, quando tiver acesso à íntegra da sentença."
fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/02/13/justica-condena-itau-a-pagar-r-1-mi-por-assedio-de-gerente-a-funcionarios.htm

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


Bancários realizam ato na Torre do Santander em defesa do Banesprev e do emprego nesta quarta-feira (8)

Funcionários defendem manutenção dos direitos dos trabalhadores no Banesprev e dizem não à reforma estatutária

07/02/2017
Ato ocorrerá nesta quarta-feira (8), a partir das 11h - Arquivo/Contraf-CUT
Ato ocorrerá nesta quarta-feira (8), a partir das 11h

A Contraf-CUT, associações de banespianos, sindicatos e federações chamam os bancários para ato na Torre do Santander, em São Paulo, nesta quarta-feira (8), a partir das 11 horas. A atividade é deliberação da Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo Fundo de Pensão que tratou de reforma estatutária do Banesprev, ocorrida no dia 28 de janeiro, em São Paulo.  Na oportunidade, os mais de 1600 banespianos presentes disseram NÃO em alto e bom som à proposta do Santander, que entre outros pontos pretende extinguir a assembleia dos participantes e a sétima vaga do Conselho Deliberativo, de Diretor Representante dos Empregados (Direp).
“Qualquer supressão de atribuições da Assembleia de Participantes, aliada à extinção da sétima vaga no Conselho Deliberativo, poderá ter um efeito devastador no fundo, permitindo alterações drásticas nos regulamentos e inclusive levar à sua dissolução. E isso não vamos deixar que aconteça”, explica Mario Raia, secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT e representante da Confederação na Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.
Fim das demissões
Entre as reivindicações do ato também está o fim das demissões no Santander. O Brasil é o país onde o grupo espanhol mais lucrou em 2016, mas o banco retribui os funcionários com cortes de empregos.  
Em 2016o banco lucrou R$ 7,3 bilhões, com crescimento de 10,8% em relação a 2015. O resultado coloca as operações brasileiras na liderança global do grupo espanhol, com 21% de participação no lucro mundial do banco. Apesar disso, o banco encerrou o ano de 2016 com 47.254 empregados, uma redução de 2.770 postos de trabalho em relação a 2015. Foram fechadas 8 agências nesse período, enquanto o número de clientes cresceu em 1,9 milhão.
O Ato no Torre do Santander ainda chama a atenção para a troca do plano de saúde de boa parte dos funcionários, efetuada pelo banco, sem informação prévia aos sindicatos, nem consulta aos trabalhadores. Os funcionários também protestam contra o programa de aplicação de notas do banco, em relação ao trabalho desempenhado, que tem prejudicado a ascensão dentro do Santander e aumentado a pressão no ambiente de trabalho.
Material de apoio
A Contraf-CUT produziu uma nova edição do Jornal Sindical Santander para apoiar o ato. O material está disponível no site, na área restrita, para downloads. 
Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias/bancarios-realizam-ato-na-torre-do-santander-em-defesa-do-banesprev-e-do-emprego-43ae

PDVE da Caixa é golpe nos empregados e na população

Dionísio Reis, coordenador da CEE-Caixa, reforça que os trabalhadores devem denunciar aos seus sindicatos qualquer forma de pressão

08/02/2017


10 mil postos de trabalho a menos. Este é o número estarrecedor que a Caixa pretende eliminar de seu quadro de empregados com o Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE). Para os representantes dos trabalhadores, o PDVE da Caixa é um golpe nos empregados e um ataque ao banco público. O programa não foi dialogado com a Contraf-CUT, nem com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, e representa imenso prejuízo não só para os trabalhadores, mas para toda a população. 
“O parágrafo primeiro da terceira cláusula, que dá quitação total dos direitos dos empregados, é um absurdo, um desrespeito ao trabalhador”, critica Dionisio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa. “ A cláusula representa uma grande ameaça aos empregados, pois determina que os trabalhadores não poderão entrar com ações contra a Caixa. Cláusulas assim, só poderiam constar se negociadas com os trabalhadores, o que não é o caso", argumenta. 
De acordo com a Caixa, estão aptos a participar do PDVE os empregados aposentados pelo INSS ou que podem se aposentar até 30 de junho deste ano; trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho na empresa; ou com adicional de incorporação de função de confiança, cargo em  comissão ou função gratificada até a data de desligamento (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na Caixa).A Caixa está propondo como incentivo financeiro para os desligamentos 10 remunerações base do empregado, considerando data de referência 31 de janeiro deste ano.
O banco propõe a manutenção por tempo indeterminado do Saúde Caixa somente para os trabalhadores já aposentados pela Previdência Social ou que vão se aposentar até 30 de junho, e empregados admitidos já na condição de aposentados pelo INSS com o mínimo de 120 meses de contribuição para o Saúde Caixa. No entanto, para os empregados que atendem as demais exigências o plano será assegurado por apenas 24 meses.
“Mas os termos de adesão descumprem o regulamento do Saúde Caixa que prevê que o trabalhador que sai do banco, sem se aposentar, e sem justa causa, poderá usufruir do plano de saúde pelo mesmo tempo que contribuiu. Os aposentados que aderirem ao programa também deverão abrir mão das duas CCVs e do vale- alimentação. Os trabalhadores que assinarem o PDVE estão perdendo seus direitos, esta é a verdade.”, alerta Dionísio Reis. 
O dirigente sindical reforça que os trabalhadores devem denunciar aos seus sindicatos qualquer forma de pressão para aderirem ao plano. "A Caixa vem ameaçando muitos empregados de descomissionamento através da verticalização. Isso é mais um golpe da direção do banco e do governo Temer nos trabalhadores", afirma o coordenador da CEE da Caixa.   
Golpe na população 
O plano de demissão voluntária reforça a intenção da Caixa de enxugar a empresa e assim prepará-la para a privatização. A população também sai perdendo, já que a redução dos postos de trabalho compromete a qualidade no atendimento.
"É importante ressaltar que o golpe que está sendo dado nos trabalhadores também será dado na população e na sociedade brasileira, uma vez que a data prevista para os desligamentos é anterior a que dará início à retirada das contas inativas do FGTS. O que levará muitos trabalhadores às agências da Caixa e que estão sendo enxugadas. A intenção é jogar a população contra o banco 100% público. As condições de trabalho estão sendo precarizadas a um nível que vai inviabilizar o atendimento do povo brasileiro", denuncia o dirigente.
Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias/pdve-da-caixa-e-golpe-nos-empregados-e-na-populacao-0683

BB responde à Contraf-CUT sobre reestruturação e PDV durante audiência em Brasília  

Audiência no Ministério Público do Trabalho debateu os problemas enfrentados pelos funcionários no processo de reestruturação

08/02/2017


Audiência no MPT em Brasília - Guina Ferraz / Contraf-CUT
Audiência no MPT em Brasília

Em audiência realizada nesta terça-feira (7), no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Brasília, a Contraf-CUT e representantes das entidades sindicais debateram o processo de reestruturação do Banco do Brasil com representantes do banco e procuradores.
“É muito triste que um grande conjunto de trabalhadores tenha perdido as suas funções. Além disso, o banco passou uma ideia de que as coisas estavam menos complicadas, o que não é verdade, visto que muitos funcionários tiveram suas funções reestruturadas com descenso financeiro, com perdas salariais", destacou o secretário-geral da Contraf-CUT, Carlos de Souza, no início da audiência, em Brasília.
O resultado da restruturação tem sido catastrófico para os funcionários, afirmou o dirigente da Contraf-CUT, ao ressaltar que o programa não foi apresentado aos trabalhadores e nem às entidades sindicais. Diante de boatos e especulações, a Contraf-CUT afirmou que existe uma incerteza muito grande sobre um possível Plano de Demissão Voluntária (PDV),  e indagou o banco sobre o assunto. O Banco do Brasil negou qualquer intenção neste sentido.  
Problemas na reestruturação
Após o início do processo de reestruturação, 3.409 funcionários do Banco do Brasil passaram a receber VCP, pois perderam suas funções e 690 permanecem nas funções até o fechamento das agências. Há 1.619 vagas de funções e, de acordo com o banco, durante o ano haverá prioridade de ocupação das funções vagas por trabalhadores que estão recebendo o VCP. Além disso, há 1.148 funcionários que perderam a gratificação de caixa desde 1º de fevereiro de 2017 e não estão recebendo VCP, pois, de acordo com o banco, não fazem jus ao benefício, por não se tratar de função. As vagas para caixa também não estão abertas na mesma praça dos que perderam a gratificação. 
"O BB alega ter mais de mil vagas de caixas, só que não é tão simples assim, pois as vagas existem em outras praças. Portanto, fica muito difícil para o trabalhador fazer esta mudança, pois não terá como arcar os custos. Outro problema é que os números do banco não condizem com a realidade. Por isso, pedimos, que na próxima rodada de negociação, o banco apresente os números quantitativos, por estado, referentes aos trabalhadores que tiveram perdas salariais”, afirma Carlos de Souza.
O banco afirmou que apresentará estes números para a Contraf-CUT e o Ministério Público do Trabalho na próxima ocasião.
Função de caixa  
 Para a Contraf-CUT o banco também precisa tratar o caixa com isonomia, precisa reconhecer que o caixa é uma função e não apenas uma gratificação, da qual o banco justifica para não pagar o VCP.
"O banco deveria pagar o VCP permanente, pagar o salário dos trabalhadores como está até a solução de todos os casos. Além disso, relatamos ao banco que alguns trabalhadores têm dívidas com a instituição e com a redução de salário, os mesmos vão ter dificuldades para quitar suas dívidas. Então, solicitamos que o BB faça uma análise das dívidas e a partir desta análise o banco reduza as taxas, de forma que o funcionário não pague mais do que 30% de seu salário, sendo esta uma questão legal", disse o representante da Confederação.
Segundo os representantes do banco, nesta quinta-feira (9) haverá a rodada automática de remoção, para que os escriturários e os bancários que perderam a gratificação de caixa e não conseguiram ser alocadas na mesma praça, possam concorrer a vagas em outras praças.
O BB alega que não entende a gratificação de caixa como função. Para os representantes do banco, está previsto que na reestruturação, a ativação da gratificação de caixa transitoriamente, como no caso de férias do titular ou de falta, o substituto recebe a gratificação equivalente aos dias laborados. O banco também analisará o que foi dito pelo MPT acerca da perda da gratificação de caixa e informará em breve se seu posicionamento será mantido ou não. Irá analisar inclusive a possibilidade de retroação do VCP dos caixas.
Gestantes
Outro ponto discutido foi sobre a política do banco em relação às gestantes que estão passando pela restruturação. Há uma preocupação da Contraf-CUT para que seja respeitada a licença-maternidade, mas que ao mesmo tempo essas funcionárias possam participar dos processos seletivos que estão acontecendo. Para que ao final da licença, as funcionárias não tenham prejuízo, nem de realocação, nem de salários.  
Os representantes do BB disseram que nenhuma gestante será descomissionada e que os casos que aconteceram foram revertidos. Segundo o banco, as gestantes não terão perdas durante a gestação e os casos pontuais serão revisados.  Na ocasião, foi assegurado a participação das gestantes no TAO Especial desde o início, em processo seletivo e ainda passam a receber VCP, a partir do retorno da licença. O BB ainda se dispos a analisar o pleito de limitação do desconto da dívida do trabalhador.
Súmula 372
Quanto à súmula 372, o banco entende que ela só é aplicada quando do descomissionamento sem justo motivo, e que o BB entende ter havido justo motivo. Para o Ministério Público do Trabalho (MPT), a a súmula se reporta a justo motivo, quer dizer que o trabalhador deu motivo para ser descomissionado (equivalente à justa causa).
Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, existem inúmeras ações individuais e coletivas pleiteando a aplicação da súmula 372 . O dirigente propõe que seja aberto um diálogo com o BB para rever a situação da aplicação da súmula mencionada. “A Contraf-CUT precisa estudar uma propositura de uma ação civil pública, de âmbito nacional, pleiteando os direitos mencionados na súmula 372”, disse Wagner.  Mas O BB afirmou que não tem interesse em dialogar sobre o assunto.
Hora extra
O MPT fez uma analogia entre indenização por perda de hora extra habitual, prevista em súmula 291 do TST, de um mês de salário por ano, em que houve o recebimento de hora extra habitual e a situação de perda da gratificação de caixa.
Os dirigentes sindicais também questionaram se os escriturários e os caixas serão priorizados no SACR. Outro problema relatado na audiência foi o de que o trabalhador que perde a gratificação de função de confiança, passa a receber o VCP e continua trabalhando 8 horas diárias, em afronta à jornada de trabalho estabelecida pela CLT de 6 horas. E o agravante é que estes trabalhadores foram obrigados a assinar um termo renunciando às horas extras.
 Em resposta, os representantes do banco disseram que os escriturário e caixas, que perderam a gratificação, serão priorizados no SACR e durante os quatro meses, o trabalhador receberá remuneração da função anteriormente ocupada. Será analisada a questão sobre a renúncia às horas extras e o banco trará um posicionamento na próxima audiência. 
 A Contraf-CUT levantou o debate de que a reestruturação foi feita apenas para reduzir o salário dos trabalhadores. Como é o caso, por exemplo, da diminuição de agentes de negócios e um aumento de gerentes de serviços, tendo uma remuneração menor.  O BB disse que não houve substituição de gerente de negócios por gerente de serviços e que vai apresentar na próxima audiência, as atribuições de cada um. 
Entre as entidades sindicais presentes na audiência, estavam a Fetrafi-MG, Fetec-PR, Fetec-SC, Seeb-SP, Seeb-Brasília, Seeb Curitiba e Seeb Florianópolis. 
 Próxima rodada de negociação 
 No próximo dia 22 de fevereiro haverá mesa de negociação, onde o BB passará para a Contraf-CUT um posicionamento sobre a aplicação do VCP para os caixas, sobre as deslocações para os caixas e outros questionamentos debatidos na audiência.
 Próxima audiência no MPT
 A nova audiência de mediação junto ao Ministério Público do Trabalho foi marcada para o dia 2 de março de 2017, às 14h30, na sala da Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília.
Última atualização às 13h40
Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias/banco-do-brasil-responde-a-contraf-cut-sobre-reestruturacao-e-pdv-durante-audien-17c5


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Itaú Unibanco tem lucro de R$5,817 bi no 4º trimestre

Lucro do Itaú Unibanco avançou no último trimestre de 2016

Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de 5,817 bilhões de reais no quarto trimestre de 2016, montante 1,78% maior que o identificado um ano antes, de 5,715 bilhões de reais. Na comparação com os três meses anteriores, quando somou 5,595 bilhões de reais, o resultado foi 4% superior.
O lucro líquido recorrente da instituição financeira veio em linha com a projeção de analistas do mercado, que apontava para 5,667 bilhões, na média das expectativas de seis casas consultadas pelo Broadcast (BB, BTG Pactual, HSBC, JPMorgan, UBS e uma que preferiu não ser identificada).
Ao crescer seu lucro no quarto trimestre ante o mesmo intervalo de 2015, o banco interrompeu a trajetória de três trimestres seguidos de queda no resultado recorrente ante um ano. “Os principais efeitos do período em relação ao trimestre anterior foram os crescimentos de 14,% da margem financeira com o mercado, de 2% das receitas de serviços, além das reduções de 5,6% das despesas de provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDDs) e de 3,6% dos gastos não decorrentes de juros”, destaca o Itaú, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.
Em 2016, o lucro líquido recorrente do Itaú foi de 22,150 bilhões de reais, cifra 7% menor que a do ano anterior, de 23,816 bilhões. Pesou, conforme o banco, o aumento de 9,7% das PDDs. A última vez que o lucro líquido do Itaú encolheu no ano foi em 2012.
A carteira de crédito total do banco somou 598,431 bilhões ao final de dezembro, redução de 1,1% em relação a setembro, de 605,074 bilhões. Em um ano, quando os empréstimos somavam 672,649 bilhões, a retração foi de 11%.
Os ativos totais do Itaú alcançaram 1,426 trilhão no quarto trimestre de 2016, crescimento de 1,9% em relação aos três meses anteriores, de 1,399 trilhão. Em um ano, quando estava em 1,475 trilhão, foi visto recuo de 3,3%.
Seu patrimônio líquido ficou em 115,590 bilhões de outubro a dezembro, aumento de 8,6% em 12 meses e 0,8% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi a 20,7% no quarto trimestre contra 19,9% no terceiro. Em um ano, estava em 22,1%. Em 2016, a rentabilidade do Itaú foi a 20,3%, 3,6 pontos porcentuais abaixo da vista em 2015, de 23,9%.
O Itaú publicou ainda lucro líquido divulgado, que considera o efeito Corpbanca, banco adquirido no Chile, de 5,543 bilhões no último trimestre do ano passado, redução de 2,72% em relação ao mesmo intervalo de 2015, de 5,698 bilhões. Em comparação com o terceiro trimestre, que era de  5,394 bilhões, cresceu 2,76%.
As principais diferenças entre o lucro líquido e o resultado recorrente, conforme explica o banco em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, foram o ajuste no valor de ativos para adequação ao provável valor de realização no montante de 172 milhões, a amortização de ágio de 133 milhões e a provisão para contingências, dentre outros.
No ano de 2016, o lucro divulgado do Itaú ficou em 21,639 bilhões, declínio de 7,37% em relação a 2015, quando totalizou 23,360 bilhões.
(Com Estadão Conteúdo)
fonte: http://veja.abril.com.br/economia/itau-unibanco-tem-lucro-de-r5817-bi-no-4o-trimestre/

Santander pagará segunda parcela da PLR dia 20/02

Publicado em .

O Banco Santander comunicou a CONTEC nesta segunda-feira (06/02), que pagará a segunda parcela da PLR aos seus funcionários no próximo dia 20/02.

Na mesma data, o banco também vai creditar o Programa de Participação nos Resultados Santander (PPRS) e a parcela adicional, no valor de R$ 3.808,27.

Confira abaixo os valores distribuidos por faixa salarial.

SALÁRIO
PLR REGRA BÁSICA
PLR ADICIONAL
PPRS
TOTAL
QTDE DE SALÁRIOS
R$ 3.000,00
R$ 6.258,00
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 12.266,27
4,09
R$ 6.000,00
R$ 9.717,91
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 15.726,18
2,62
R$ 8.000,00
R$ 12.024,52
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 18.032,79
2,25
R$ 10.000,00
R$ 14.331,13
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 20.339,40
2,03



Diretoria Executiva da CONTEC