quarta-feira, 20 de junho de 2018

Caixa minuto pode estar com as horas contadas

​Justiça de Alagoas concede liminar proibindo designações de “caixa minuto”; Contraf-CUT instruiu sindicatos e federações a ingressarem com ação

O juiz da 1ª Vara do Trabalho de Maceió, Luiz Jackson, acolheu o pedido do Sindicato dos Bancários determinando que a Caixa Econômica Federal se abstenha das designações para a função de Caixa por minuto de trabalho, sob pena de pagar a gratificação de caixa relativa a todo o mês, além de multa diária de R$ 500,00 por empregado. A decisão passa a valer desde já, uma vez que foi deferida a tutela de urgência.
“Trata-se de uma decisão liminar, mas confiamos que a decisão final da Justiça vá neste mesmo sentido, pois não conseguimos enxergar a possibilidade de um empregado exercer uma função e ser destacado para outra tão importante, que lida com grandes volumes de recursos, apenas por alguns minutos”, afirma Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa). “Ele pode perder a atenção e ter que arcar com prejuízos muito maiores do que a remuneração extra que terá pelos poucos minutos de trabalho como caixa”, completou.
O fim da nomeação de trabalhadores do banco para exercer a função de caixa por minuto é uma demanda dos empregados da CEF desde que houve, em julho de 2016, a alteração do normativo RH 183, que, em sua versão 33, passou a impedir a nomeação para o exercício efetivo da função. O assunto foi pauta da Campanha Nacional naquele ano e chegou a ser criado um grupo de trabalho (GT caixa minuto) para discutir uma alternativa. A direção do banco, porém, travou as negociações, e nenhuma proposta surgiu naquele GT. Por orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), sindicatos e federações de todo o país entraram com ação contra a Caixa.
“O tema também foi tratado no 34º Congresso dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef) que aprovou como uma das suas resoluções a luta pelo fim do caixa minuto e pela designação somente efetiva para todas as funções, inclusive tesoureiros e avaliadores de penhor”, observa Fabiana Uehara Proscholdt, secretária de Cultura e representante da Contraf-CUT na Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa).
A representante da Contraf-CUT na CEE/Caixa ressalta ainda os prejuízos que os empregados podem ter na remuneração e na carreira profissional. “A pessoa escalada para a função por minuto tem horas extras calculadas proporcionalmente ao tempo diário no cargo. Outro agravante é que esse período não é contabilizado para efeito de concorrência no processo seletivo interno (PSI) para disputa de vagas na Caixa”, explicou Fabiana. “Por isso, insistimos que o banco revisse essa política, colocasse um ponto final ao caixa minuto e restituísse a designação à função de caixa. Diante da recusa, instruímos os sindicatos e federações a ingressarem com ação contra o banco”, completou.
Fonte: Contraf-CUT

Primeira rodada de negociação com o Banco do Brasil será dia 29 de junho

Mesa específica será realizada em São Paulo

A primeira rodada de negociação específica com o Banco do Brasil da Campanha Nacional dos Bancários de 2018 será realizada no dia 29 de junho, em São Paulo. A negociação foi confirmada nesta terça-feira (19) e será na sequência na mesa com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), prevista para o dia 28 de junho.
Nesta rodada serão tratados temas como calendário de negociação, abrangência do acordo aditivo e temas tratados na primeira mesa da Fenaban.
A pauta específica dos funcionários do BB foi construída ao longo de vários meses, com reuniões nos locais de trabalho, assembleias e encontros regionais, sendo consolidada no 29º Congresso dos Funcionários do BB, realizado nos dias 7 e 8 de junho deste ano. 
Segundo Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários, "a definição da data da primeira mesa é um passo importante para iniciarmos uma negociação que seja produtiva, na qual entendemos que seja possível a renovação do nosso acordo específico com melhorias e proteção de direitos aos funcionários do BB".
Fonte: Contraf-CUT

Desempregados e com menor renda pagam mais juros de cartão de crédito

Pesquisa do Banco Central mostra ainda que consumidores com ensino superior completo quitam saldo devedor ou fazem compras à vista ou parcelada com o lojista (61%), portanto, sem juros
  • CUT e Agência Brasil, com edição de Spbancarios
  • Publicado em 14/06/2018 15:36 / Atualizado em 18/06/2018 15:36
Foto: Roberto Parizotti/CUT
O rotativo do cartão de crédito é mais utilizado por desempregados e por beneficiários de programas sociais. É o que conclui pesquisa do Banco Central divulgada na terça-feira 12, em Brasília.
O rotativo é usado quando o consumidor não tem dinheiro para pagar a fatura inteira do cartão de crédito. Ele paga qualquer valor entre o mínimo e o total da fatura e o restante é automaticamente financiado e lançado no mês seguinte, com juros.
Este mês, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que a taxa de juros tem de ser igual para clientes regulares e não regulares. Até essa nova regra entrar em vigor, os clientes que não pagavam pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caíam na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares).
Segundo o BC, as taxas de juros são mais baixas para os consumidores com renda mais alta, com alto nível de instrução e menos endividados porque apresentam um perfil de risco menor.
A pesquisa do BC foi feita com dados de dezembro de 2017, quando ainda podia ter diferenciação entre regulares e não regulares.

População endividada

Em mesa da 20ª Conferência Nacional dos Bancários, técnicos do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostraram que os juros bancários no Brasil são os mais altos do mundo e que grande parte da população brasileira deve aos bancos. Segundo o Idec, atualmente são mais de 63 milhões de brasileiros superindividados, o que corresponde à soma de toda população economicamente ativa. E 41% da renda das famílias brasileiras está comprometida com dívidas nos bancos.
Os problemas da população com os bancos – entre eles o superendividamento diante dos extorsivos juros bancários, as altas taxas de serviços cobradas dos clientes e a carência de agências em vários pequenos municípios e bairros periféricos de grandes cidades – serão abordados pela Campanha Nacional dos Bancários, lançada oficialmente na quarta-feira 13, dia de entrega da pauta de reivindicações da categoria aos bancos.
Um dos pontos aprovados na plenária final da 20ª Conferência é a parceria, durante a Campanha 2018, com órgãos de defesa do consumidor, para assessorar os bancários no diálogo com a população, prejudicada pela ganância do setor financeiro. 

Saldo devedor

Segundo a pesquisa do BC, entre os analfabetos, 38% do saldo devedor do cartão de crédito são divididos nas modalidades ‘à vista ou parcelado com o lojista’ (sem incidência de juros), 32% no rotativo regular, 6% no não regular e 27% parcelado (com juros).
No caso do consumidor com ensino superior completo, a maior parte do saldo devedor é da modalidade à vista ou parcelado com o lojista (61%), seguido de rotativo regular (25%), parcelado (23%) e rotativo não regular (3%). Os percentuais somam mais de 100% porque um consumidor pode ter saldo em várias modalidades ao mesmo tempo.
Entre os pesquisados que usam apenas as modalidades à vista ou parcelada com o lojista, 71,4% têm emprego formal, 2,1% recebem seguro-desemprego, 12,9% não recebem seguro-desemprego ou Bolsa Família e 19,9% são beneficiários do programa Bolsa Família.
Já na modalidade rotativo regular, 63,5% dos indivíduos têm emprego formal, 2,6% recebem seguro desemprego, 13,5% são desempregados sem nenhum auxílio e 28,5% recebem Bolsa Família.
No caso do rotativo não regular esses percentuais são, respectivamente, 54,3% (empregados formalmente), 3,9% (recebem seguro-desemprego), 20,5% (desempregados sem auxílio) e 29,6% (recebem Bolsa Família).
No relatório, o BC esclarece que as informações não são excludentes, ou seja, um indivíduo pode ter emprego formal e receber Bolsa Família, por exemplo.
Segundo o BC, as taxas de juros são mais baixas para os consumidores com idade mais elevada, renda mais alta, com alto nível de instrução e menos endividados porque apresentam um perfil de risco menor.
A pesquisa do BC envolveu 49,9 milhões de consumidores, com saldo total na carteira ativa de cartão de crédito de R$ 191 bilhões em dezembro de 2017. Entre eles, 15,6 milhões possuíam saldo devedor em cartão de crédito rotativo regular e 2,6 milhões tinham saldo devedor em cartão de crédito rotativo não regular.
Além disso, 41,8% (20,9 milhões) estavam formalmente empregados; 1,6% (786 mil) recebiam seguro-desemprego; 16,1% (8,1 milhões) eram beneficiários de algum programa social (em sua maioria, do Bolsa Família); 8,9% (4,4 milhões) foram demitidos entre 2016 e 2017 e não recebiam seguro-desemprego ou Bolsa Família; e 36,3% (18,1 milhões) não foram mapeados pelas bases de dados utilizadas.
“Nas modalidades do cartão de crédito rotativo (regular e não regular), observa-se menor participação de indivíduos com alta escolaridade, assim como maior participação de indivíduos recentemente desligados do mercado de trabalho formal e de beneficiários de programas sociais”, diz o relatório.
Além disso, acrescenta o Banco Central, a participação de consumidores com menos tempo de emprego e menor renda também é maior no cartão de crédito rotativo do que na modalidade à vista ou parcelado com lojista.
fonte: http://spbancarios.com.br/06/2018/desempregados-e-com-menor-renda-pagam-mais-juros-de-cartao-de-credito

Fim da ultratividade ameaça CCT. Veja página especial

Com lei trabalhista de Temer, Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários vale até 31 de agosto; Comando Nacional entregará aos bancos pré-acordo garantindo sua validade após essa data
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 11/06/2018 13:08 / Atualizado em 11/06/2018 17:06
Arte: Seeb-SP
A lei trabalhista de Temer, que entrou em vigor em 11 de novembro de 2017, acabou com o princípio da ultratividade, segundo o qual um acordo coletivo continuaria valendo até sua renovação. Com isso, todos os direitos dos bancários, conquistados em décadas de luta, estão ameaçados, já que a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) vale até 31 de agosto (a data base da categoria é 1º de setembro). O Sindicato preparou uma página especial sobre o assunto. Confira!
Durante a 20ª Conferência Nacional, os bancários aprovaram a entrega de um pré-acordo ao sindicato dos bancos (Fenaban) para garantir a ultratividade da CCT. A proposta de pré-acordo e a pauta de reivindicações da categoria serão entregues à Fenaban (federação dos bancos) na quarta-feira 13.

Quarta, 20 de junho: Dia Nacional em Defesa do Saúde Caixa

Governo Temer e mudanças estatutárias na Caixa pretendem onerar o associado e ameaçam a própria sustentabilidade do plano de saúde dos empregados do banco público; mobilização é a chave para barrar retrocessos
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 14/06/2018 16:55 / Atualizado em 19/06/2018 18:19
Divulgação
Na próxima quarta-feira, 20 de junho, será realizado o Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa. A data foi definida pela Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa) no dia 5 de junho, quando também foi escolhido junho como o “mês do Saúde Caixa”. A atividade é parte da campanha Saúde Caixa, eu defendo.  
“O atual modelo de custeio do Saúde Caixa, conquistado pelos empregados em negociações, que existe desde 2004, está ameaçado. Seja pelo governo Temer, através das resoluções 22 e 23 da CGPAR que impõem mudanças nos planos de saúde das empresas federais: oneram o associado do Saúde Caixa, excluem aposentados, impõem períodos de carência e permitem cobrança de franquias, acabam com a cobrança de mensalidade única por família, trazem novas restrições para dependentes, vetam a oferta do plano em novos concursos e proíbem a entrada de novos associados, entre outros prejuízos. Ou por meio de alterações estatutárias no banco público. Somadas, essas duas frentes de ataque tentam impor um limite correspondente a 6,5% da folha de pagamento para a participação da Caixa nas despesas do plano de saúde”, alerta o diretor do Sindicato e coordenador da CEE/Caixa, Dionísio Reis.
Na Gipes/SP, localizada à Rua Bela Cintra, 881, próximo à estação Paulista do metrô (linha amarela) haverá um café da manhã solidário a partir das 9h30. Às 11h, será realizada uma reunião com os empregados da ativa e aposentados presentes. Os bancários devem comparecer vestindo branco em protesto contra os ataques ao Saúde Caixa. 
“É muito importante que todos os empregados da Caixa, de todo o país, participem do Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa. Em breve, vamos divulgar todas as atividades que acontecerão em São Paulo, Osasco e região. Ou lutamos, mostramos nossa força e unidade, ao lado das nossas entidades representativas, ou assistiremos o fim do nosso plano de saúde, uma conquista histórica dos trabalhadores”, conclama o dirigente.

Atuação parlamentar

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF), empregada da Caixa, protocolou um Projeto de Decreto Legislativo (PDC 956/2018) para sustar as resoluções da CGPAR. A parlamentar defende que a resolução viola direitos assegurados em acordos coletivos de trabalho, estatutos e convenções que regulam as entidades de autogestão de saúde.
Para apoiar o projeto na enquete disponibilizada no site da Câmara dos Deputados, CLIQUE AQUI e selecione a opção “Concordo”. Não é necessário se identificar.
fonte: http://spbancarios.com.br/06/2018/quarta-20-de-junho-dia-nacional-em-defesa-do-saude-caixa

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Bancários entregam pauta e lançam Campanha nesta quarta 13

Ato lúdico de lançamento será a partir das 10h, no Largo da Batata. Em seguida, às 12h, Comando Nacional dos Bancários entrega pauta de reivindicações à Fenaban
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 12/06/2018 15:49 / Atualizado em 12/06/2018 15:51
Arte: Contraf-CUT
A Campanha Nacional Unificada dos Bancários começa oficialmente nesta quarta-feira 13, com lançamento lúdico nas ruas e, em seguida, com a entrega da pauta de reivindicações para os bancos. Este ano, a Campanha tem como mote: Todos por direitos!
O ato lúdico será a partir das 10h, no Largo da Batata, em Pinheiros (zona oeste). E os bancários estão convidados a participar. Às 12h, o Comando Nacional dos Bancários, que representa a categoria na mesa de negociação, entregará a pauta de reivindicações à Fenaban (federação dos bancos), o sindicato patronal.
A presidenta do Sindicato, Ivone Silva, destaca que a Campanha deste ano será a primeira sob a vigência da lei trabalhista de Temer, que destruiu direitos. “Em 2016, fechamos um acordo de dois anos que se mostrou muito acertado diante dos desmontes do golpe. Portanto, esta será a primeira campanha em que enfrentaremos as ameaças da nova lei. E estamos preparados e mobilizados para isso”, diz a dirigente, lembrando que na consulta à categoria, respondida por 35 mil trabalhadores em todo o país, 60% dos bancários se disseram dispostos a aderir a uma eventual paralisação.
Outro ponto da consulta apontou que 73% dos bancários avaliam como péssima a reforma trabalhista (lei 13.467/2017) e 79% responderam que não votarão nos deputados e senadores que aprovaram a nova lei. “Isso mostra que os bancários estão conscientes do prejuízo que tiveram com mais essa medida do governo golpista. E que por isso mesmo estão dispostos para a mobilização.”

Ultratividade

Um dos pontos nefastos da lei trabalhista é o fim da ultratividade, princípio que garantia a validade do acordo coletivo até a assinatura de outro. Assim, todos os direitos previstos na CCT estariam ameaçados após 31 de agosto, data de sua validade. Por isso, a Campanha deste ano foi antecipada e o Comando Nacional dos Bancários vai entregar, além da pauta de reivindicações, uma proposta de pré-acordo à Fenaban para garantir que a CCT 2016/2018 continue valendo até que outra seja assinada. 

Pauta de reivindicações

A pauta de reivindicações – aprovada, no domingo 10, por 627 delegadosrepresentando bancários de todo o país, na 20ª Conferência Nacional – aponta como prioridades a defesa dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e a defesa da categoria, ameaçada pelos novos tipos de contratos previstos na lei (terceirização irrestrita, trabalho intermitente, autônomo, hipersuficiência). Para isso, os bancários vão reivindicar cláusula prevendo que novas modalidades de jornada e contratações só poderão ser adotadas pelos bancos por meio de negociação com o Sindicato.
Aumento real, defesa dos empregos – com a proibição das demissões em massa –, das homologações realizadas nos sindicatos (para garantir que os bancários recebam tudo que lhes é devido em caso de demissão), a manutenção da mesa única de negociações entre bancos públicos e privados, e a defesa dos bancos públicos, que estão sendo desmontados e preparados para a privatização, também serão pontos centrais na Campanha 2018.

quarta-feira, 6 de junho de 2018


EDITAL
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Votuporanga, inscrito no CNPJ/MF: 49.074.172/0001-07, INSC/MTE: 006.132.86232-7, por seu Presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para Assembleia Geral Extraordinária que se realizará dia 11/Junho/2018, às 19h, em primeira convocação, e às 19h30min, em segunda convocação, com qualquer número de presentes, no endereço situado à Rua Tibagi nº3447, Bairro Patrimônio Novo, Votuporanga/SP, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:
1-Autorizar a Diretoria para realizar negociações coletivas, celebrar Convenção Coletiva de Trabalho, Convenções/Acordos Coletivos Aditivos, bem como Convenção/Acordos de PLR e, frustradas as negociações, defender-se e/ou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto;
2-Deliberar sobre aprovação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta da Pauta de Reivindicações da categoria bancária, data-base 1º de setembro, definida na 20ª Conferência Nacional dos Bancários;
3-Deliberar sobre desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada;
Votuporanga SP, 06 de Junho de 2018. 

HARLEY APARECIDO VIZONÁ
Presidente
               


EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA, através de seu Presidente abaixo assinado convoca todos os associados, quites com suas obrigações estatutárias, para Assembleia Geral Ordinária a realizar-se no dia 11 de Junho de 2018, na sede da entidade, sito à Rua Tibagi nº 3447, bairro Patrimônio Novo, cidade de Votuporanga SP, às 18h, em primeira convocação, ou às 18h30min, em segunda convocação com qualquer numero de presentes, para deliberação sobre as seguintes pautas:
1)-Leitura, discussão e votação da Ata da Assembleia anterior.
2)-Leitura, discussão e votação do Balanço e Relatório da Diretoria, referente ao ano de 2017, com parecer do Conselho Fiscal.

Votuporanga SP, 06 de Junho de 2018  


HARLEY APARECIDO VIZONÁ
Presidente

quarta-feira, 25 de abril de 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Eleições no Economus exigem responsabilidade

Sindicato apoia candidaturas de Adriana Ferreira (Conselho Fiscal) e Sonia Zaia (Conselho Administrativo); pleito na entidade, responsável pelo fundo de pensão e pelo plano de saúde dos funcionários da antiga Nossa Caixa, acontece de 9 a 20 de abril
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 28/03/2018 15:29 / Atualizado em 12/04/2018 19:37
São Paulo – A situação atual do Economus, deficitária, exige responsabilidade, seriedade e capacidade de negociação.  Por isso, o Sindicato apoia as candidaturas de Adriana Ferreira (Conselho Fiscal) e Sonia Zaia (Conselho Administrativo) nas eleições da entidade, responsável pelo fundo de pensão e pelo plano de saúde dos funcionários da antiga Nossa Caixa (incorporada pelo Banco do Brasil). O pleito acontece de 9 a 20 de abril.
Além disso, neste momento é necessária a união de todos na luta contra os ataques do governo Temer, que – por meio de ações como a resolução 23 da CGPAR, que proíbe que empresas estatais sejam mantenedoras de planos de saúde e retiram os pais da condição de dependentes, entre outros – quer jogar nas costas dos funcionários todo o custeio do plano e reduzir cada vez mais as despesas do BB.
“Estas eleições são decisivas para garantir transparência na gestão do Economus. É importante a participação dos associados que estão na ativa, principalmente, porque os benefícios previdenciários e o direito à saúde de todos estão em risco. Para isso, apoiamos as candidaturas de Adriana e Sonia nestas eleições", ressalta a dirigente sindical e bancária do BB Silvia Muto.
A diretora sindical Adriana Ferreira, detalha no vídeo abaixo um pouco mais das propostas de sua candidatura:

Como votar

Os participantes do Economus funcionários do BB votarão pelo SISBB. Já os participantes ativos do Economus, os assistidos e os optantes pelo BPD, os autopatrocinados ou saldados poderão fazê-lo por meio do site do Economus (www.economus.com.br).
fonte: http://spbancarios.com.br/03/2018/eleicoes-no-economus-exigem-responsabilidade