terça-feira, 28 de agosto de 2018
domingo, 26 de agosto de 2018
Dionísio Reis comenta sobre a proposta específica da Caixa
Em vídeo, diretor fala sobre a proposta que veda descomissionamento de gestante; mantém Saúde Caixa nos moldes atuais para empregados e aposentados atuais. Dionísio ainda convoca os empregados da Caixa para participarem da assembleia no dia 29
- Redação Spbancarios
- Publicado em 26/08/2018 14:40 / Atualizado em 26/08/2018 15:24
O dirigente sindical e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, Dionísio Reis, comenta sobre a proposta específica da Caixa que resultou na manutenção da cobertura do Saúde Caixa nos moldes atuais e em outros avanços em relação a proposta apresentada originalmente. Os representantes dos trabalhadores também asseguraram o pagamento da PLR Social.
A negociação se estendeu pela madrugada de domingo 26, em São Paulo e foi realizada após a mesa com a Fenaban. Dionísio Reis convoca os bancários a participarem da assembleia que será realizada na quarta-feira 29, para apreciação e aceitação da proposta!
fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/dionisio-reis-comenta-sobre-proposta-especifica-da-caixa
João Fukunaga fala sobre a proposta específica do BB
Diretor do Sindicato convoca ainda todos os bancários a participarem da assembleia que acontece no dia 29
- Redação Spbancarios
- Publicado em 26/08/2018 15:00 / Atualizado em 26/08/2018 15:30
O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, no sábado 25, a redação de proposta de acordo para os trabalhadores do banco. A mesa de negociação aconteceu após a realização da mesa única com a Federação Nacional dos Bancos.
João Fukunaga destaca, em vídeo, os principais avanços e convoca os bancários para participarem da assembleia que acontece no dia 29.
fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/joao-fukunaga-fala-sobre-proposta-especifica-do-bb
BB apresenta proposta final que mantém todos os direitos
Comando Nacional orienta aprovação da proposta nas assembleias da próxima semana
- Contraf-CUT
- Publicado em 26/08/2018 03:01 / Atualizado em 26/08/2018 03:17

Foto: Leandro Caproni/Contraf-CUT
O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, neste sábado (25), a redação de proposta de acordo para os trabalhadores do banco. A mesa de negociação aconteceu após a realização da mesa única com a Federação Nacional dos Bancos.
> Bancos propõem reajuste de 5% com garantia de direitos
O banco propôs, assim como na mesa única, um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de dois anos com reajuste de 5% de 2018 e inflação mais ganho real de 1% em 2019 sobre todas as verbas.
Intervalo de almoço
O intervalo de almoço dos funcionários com jornada de oito horas poderá ser reduzido para 30 minutos, de forma facultativa. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo atual, sem registro de ponto. A mudança no intervalo dos funcionários de seis horas será discutida ao longo do processo de negociação permanente até que se tenha um entendimento, inclusive em outros bancos.
No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas, poderá ser de 30 minutos. Diferente de como acontece atualmente, no qual o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo.
Banco de horas
Os funcionários terão seis meses para a compensação das horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado, e caso a compensação não aconteça em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.
PLR
Está mantido o mesmo modelo de PLR no Banco do Brasil e o pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será logo após a assinatura do acordo, caso seja aprovado.
Manutenção das três avaliações
Foi conquistada na última reunião, realizada no dia 22 de agosto, a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento.
Mesas temáticas
O acordo mantém a mesa temática sobre Saúde e Segurança no Trabalho, e acrescenta duas novas mesas temáticas sobre Teletrabalho e Escritórios Digitais e Entidades Patrocinadas de Bancos Incorporados.
A proposta também inclui um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas do funcionário. E o trabalhador poderá optar pelo recebimento do vale-transporte em dinheiro ou em cartão magnético.
Para a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, as propostas mantém a unidade da categoria sem a retirada de direitos. “Nessa conjuntura na qual os trabalhadores estão perdendo os direitos e tem uma nova lei trabalhista, que flexibiliza e precariza as relações de trabalho, nós conseguimos manter a unidade da categoria e fazer com que a Convenção Coletiva de Trabalho e os acordos coletivos valessem para todos, sem a retirada de direitos. Por isso, o Comando Nacional dos Bancários está indicando a aprovação das propostas nas assembleias”, disse.
O coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento, afirmou que foi possível chegar a uma proposta global. “Depois de diversas rodadas de negociação, chegamos a uma proposta global que traz para os funcionários do Banco do Brasil a manutenção do acordo coletivo sem retirada de direitos e ainda alguns avanços. A construção de um acordo antes de 31 de agosto reforça o importante papel das mesas de negociação, e da atuação dos sindicatos e federações, representados pela Comissão de Empresa. Agora, os funcionários farão a avaliação nas assembleias da próxima semana”, concluiu.
O banco propôs, assim como na mesa única, um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de dois anos com reajuste de 5% de 2018 e inflação mais ganho real de 1% em 2019 sobre todas as verbas.
Intervalo de almoço
O intervalo de almoço dos funcionários com jornada de oito horas poderá ser reduzido para 30 minutos, de forma facultativa. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo atual, sem registro de ponto. A mudança no intervalo dos funcionários de seis horas será discutida ao longo do processo de negociação permanente até que se tenha um entendimento, inclusive em outros bancos.
No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas, poderá ser de 30 minutos. Diferente de como acontece atualmente, no qual o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo.
Banco de horas
Os funcionários terão seis meses para a compensação das horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado, e caso a compensação não aconteça em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.
PLR
Está mantido o mesmo modelo de PLR no Banco do Brasil e o pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será logo após a assinatura do acordo, caso seja aprovado.
Manutenção das três avaliações
Foi conquistada na última reunião, realizada no dia 22 de agosto, a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento.
Mesas temáticas
O acordo mantém a mesa temática sobre Saúde e Segurança no Trabalho, e acrescenta duas novas mesas temáticas sobre Teletrabalho e Escritórios Digitais e Entidades Patrocinadas de Bancos Incorporados.
A proposta também inclui um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas do funcionário. E o trabalhador poderá optar pelo recebimento do vale-transporte em dinheiro ou em cartão magnético.
Para a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, as propostas mantém a unidade da categoria sem a retirada de direitos. “Nessa conjuntura na qual os trabalhadores estão perdendo os direitos e tem uma nova lei trabalhista, que flexibiliza e precariza as relações de trabalho, nós conseguimos manter a unidade da categoria e fazer com que a Convenção Coletiva de Trabalho e os acordos coletivos valessem para todos, sem a retirada de direitos. Por isso, o Comando Nacional dos Bancários está indicando a aprovação das propostas nas assembleias”, disse.
O coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento, afirmou que foi possível chegar a uma proposta global. “Depois de diversas rodadas de negociação, chegamos a uma proposta global que traz para os funcionários do Banco do Brasil a manutenção do acordo coletivo sem retirada de direitos e ainda alguns avanços. A construção de um acordo antes de 31 de agosto reforça o importante papel das mesas de negociação, e da atuação dos sindicatos e federações, representados pela Comissão de Empresa. Agora, os funcionários farão a avaliação nas assembleias da próxima semana”, concluiu.
fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/bb-apresenta-proposta-final-que-mantem-todos-os-direitos
Proposta mantém Saúde Caixa e PLR Social
Proposta veda descomissionamento de gestante; mantém Saúde Caixa nos moldes atuais para empregados e aposentados atuais, e os que vão se aposentar, PLR Social, além de direitos contidos em inúmeras cláusulas do ACT
- Redação Spbancarios
- Publicado em 26/08/2018 03:41 / Atualizado em 26/08/2018 17:24

A partir da esquerda, Juvandia Moreira (Contraf-CUT), Dionisio Reis (CEE/Caixa) e Ivone Silva (Seeb-SP)
Foto: Leandro Caproni/Contraf-CUT
A oitava rodada de negociação com a direção da Caixa resultou na manutenção da cobertura do Saúde Caixa nos moldes atuais e em outros avanços em relação a proposta apresentada originalmente. Os representantes dos trabalhadores também asseguraram o pagamento da PLR Social. A negociação se estendeu pela madrugada de domingo 26, em São Paulo e foi realizada após a mesa com a Fenaban.
Manutenção do Saúde Caixa
As negociações garantiram a manutenção do Saúde Caixa e do modelo de custeio no qual os custos administrativo e fiscal ficarão sob encargo do banco. Além disso, 70% dos custos assistenciais também serão de responsabilidade da Caixa.
Os empregados custearão o convênio através da mensalidade de 2% sobre a remuneração-base e 20% de coparticipação sobre o valor dos procedimentos médicos, limitado a R$ 2.400 ao ano. Com isso, os bancários arcarão com 30% do custeio do Saúde Caixa. Além disso, foi garantido que a implementação do teto de 6,5% da folha de pagamento e proventos só serão implementadas a partir do exercício de 2021. Os atuais dependentes indiretos com idade de 24 anos ou mais serão mantidos no Saúde Caixa até os 27 anos, com o custo de R$ 110 ao mês. Futuramente a limitação será de 24 anos.
Foi retirada o ponto que condicionava a cobertura do Saúde Caixa aos filhos e enteados dependentes indiretos com renda inferior a R$ 1.800.
Contudo, os empregados admitidos após 31 de agosto de 2018 não terão direito ao Saúde Caixa nos moldes atuais. A Caixa assegurará aos empregados admitidos após 31 de agosto e seus dependentes, assistência à saúde submetido à legislação vigente.
“Manifestamos nosso absoluto repúdio em relação a essa discriminação e vamos construir a luta junto com os futuros trabalhadores, como já fizemos no passado, para inseri-los no Saúde Caixa”, afirma Dionisio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).
PLR e PLR Social
Foi garantida a PLR Social (4% do lucro líquido apurado no exercício de 2018, distribuído em valores iguais para todos os empregados.
Pagamento da PLR será feito pela regra Fenaban (90% da remuneração-base vigente em primeiro de setembro de 2018 acrescido do valor de R$ 2.355,76, limitado ao valor de R$ 12.637,50). Parcela adicional de 2,2% do lucro líquido apurado no exercício de 2018, distribuído em valores igualmente para todos os empregados elegíveis, limitado a R$ 4.711,52, de acordo com as regras estabelecidas em ACT.
Parcela adicional: 2,2% do lucro líquido apurado no exercício de 2018, distribuído em valores igualmente para todos os empregados elegíveis, limitado a R$ 4.711,52, de acordo com as regras estabelecidas em ACT.
PLR parcela complementar: a Caixa garantirá até uma remuneração-base a todos os empregados, ainda que a soma da PLR Fenaban e PLR Adicional Caixa não atinja este limite, de acordo com as regras estabelecidas em ACT.
Antecipação de 50% do valor da PLR devida a ser paga em 20 de setembro. Pelo acordo atual, a porcentagem da antecipação é de 60%.
CEE Caixa garante manutenção da função das gestantes
A negociação atual conquistou a manutenção da titularidade da função gratificada das gestantes e empregadas que usufruem de licença-maternidade. Ou seja, a Caixa não pode descomissioná-las.
Proposta garante manutenção dos direitos
- Promoção por mérito 2019 e 2020, que representa aumento de 2,36% a cada delta, chegando até dois deltas, podendo alcançar aumento de 4,68% ao ano;
- Promoção por antiguidade: um delta a cada dois anos;
- Tesoureiro executivo: melhoria das condições de trabalho dos empregados que ocupam essa função;
- Fortalecimento da Gestão de Pessoas;
- Fórum Nacional de Condições de Trabalho, com o compromisso de debater, entre outros temas, como fim da GDP, combate ao ssédio moral e adoecimento dos trabalhadores;
- Fortalecimento da Gestão de Pessoas em âmbito regional: o compromisso de instalação de foruns regionais de condições de trabalho em toda base Gipes e Repes;
- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) com eleição de todos os representantes;
- Representante da Cipa eleito em todos os locais de trabalho;
- Delegados sindicais eleitos em todos os locas de trabalho;
- Empréstimo emergencial para calamidade; Grupo de Trabalho para debater Saúde Caixa e saúde do trabalhador;
- Incentivo à elevação de escolarida de por meio da concessão de 1,6 mil bolsas a cada ano para graduação (300), pós-graduação (300) e idiomas (800); qualidade de vida dos empregados; compromisso de promoção de campanhas visando a qualidade de vida dos empregados.
Além de todas as demais cláusulas do Acordo Coletivo Atual.
Adicional noturno em jornada mista
Está mantida a redação do acordo coletivo atual quanto ao adicional noturno, principalmente quanto à jornada mista, que compreende as que se iniciam entre 22h e 2h30 e se encerram após as 7h do dia seguinte, a chamada jornada mista. Hoje, as horas trabalhadas após as 7h, nesse tipo de jornada, são pagas acrescidas também de adicional noturno.
VA, VR e cesta-alimentação durante licença médica
Também estão mantidas as garantias do acordo coletivo atual, que prevê vale-alimentação, vale-refeição e cesta-alimentação aos empregados em licença médica. A Caixa queria limitar esses auxílios para o período máximo de 180 dias e, no caso de doenças graves, para o período máximo de dois anos.
Isenção de tarifas
As isenções de tarifas para empregados estão mantidas. Outro item que a Caixa queria alterar.
Ausências permitidas
Nas negociações anteriores, a Caixa tentou limitar ausências permitidas garantidas pelo ACT atual.
O banco voltou atrás e manteve o direito de se ausentar do trabalho para participar de seminários, congressos ou outras atividades, desde que previamente autorizado pelo gestor, e que não implique custos para a empresa.
Também manteve o direito dos empregados de se ausentarem por até 12 ou 16 horas por ano, conforme a jornada de 6 ou 8 horas, respectivamente, para levar cônjuge, companheiro, pai, mãe, filho, enteado menor de 18 anos ou dependente menor de 18 anos a consultas e procedimentos médicos.
Entretanto, na proposta mais recente apresentada, a Caixa suprime a ausência permitida de até dois dias por ano para internação hospitalar por motivo de doença de cônjuge ou companheiro, filho, enteado, pai ou mãe.
Intervalo intrajornada
A Caixa voltou atrás na tentativa de estender o intervalo intrajornada para empregados com jornada de até 6 horas para 30 minutos, sendo que 15 minutos ficariam dentro da jornada e outros 15 ficariam fora da jornada. Também recuou na proposta de reduzir redução do intervalo de 1 hora para 30 minutos para empregados com jornada acima de 6 horas.
Mais direitos garantidos
Entre outras cláusulas mantidas estão: descanso adicional em agência barco, grupos de trabalho, incorporação ao REB ao novo plano da Funcef, promoção ano base 2018/2019, qualidade de vida dos empregados, tesoureiro executivo, trabalho da gestante, registro de jornada, 13ª cesta-alimentação.
“A mobilização dos trabalhadores garantiu a manutenção dos direitos que o governo atual quer suprimir. Um governo que cortou 20 anos de investimentos na saúde e na educação, promoveu a reforma trabalhista que eliminou diversos direitos, e que pretende acabar com a aposentadoria. Conseguimos rechaçar a CGPAR mantendo o Saúde Caixa no acordo coletivo e o reconhecimento dos trabalhadores pelo papel social da Caixa por meio do pagamento da PLR Social e a manutenção dos direitos do acordo coletivo”, afirma Dionisio Reis.
A proposta da Caixa, assim como a da Fenaban, será avaliada em assembleias realizadas em todo o país, na quarta-feira 29, e o Comando Nacional dos Bancários orienta sua aprovação.
fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/proposta-mantem-saude-caixa-e-plr-social
Bancos propõem reajuste de 5% com garantia de direitos
Após dez rodadas de negociação, categoria arranca da Fenaban aumento real de 1,18%, maior do que média dos acordos fechados no primeiro semestre, e a manutenção de todas as cláusulas da CCT. Em assembleias na quarta 29, bancários avaliam a proposta; Comando Nacional orienta pela aprovação
- Andréa Ponte Souza, Spbancarios
- Publicado em 26/08/2018 02:41 / Atualizado em 26/08/2018 16:17

Foto: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Num cenário de retirada de direitos, com a reforma trabalhista que precariza empregos e ataca a organização dos trabalhadores, os bancários mostraram mais uma vez sua força, garantindo uma proposta que mantém todas as conquistas históricas da categoria e ainda um reajuste de 5%, com aumento real de 1,18%, maior do que média dos acordos coletivos fechados no primeiro semestre (leia abaixo).
“Foram dez rodadas de negociação em que a Fenaban ou não apresentava nada ou apresentou propostas inaceitáveis, com alteração ou exclusão de cláusulas da CCT. Mas a categoria bancária mais uma vez mostrou sua força, tanto na mesa com os bancos quanto nas mobilizações que promovemos, com paralisações de agências e centros administrativos em todo o país. E conseguimos arrancar uma proposta que, além de manter nossas conquistas históricas, avança com novas, e prevê aumento real maior do que o de 0,5% proposto por eles anteriormente”, avalia a presidenta do Sindicato e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Ivone Silva.
“Foram dez rodadas de negociação em que a Fenaban ou não apresentava nada ou apresentou propostas inaceitáveis, com alteração ou exclusão de cláusulas da CCT. Mas a categoria bancária mais uma vez mostrou sua força, tanto na mesa com os bancos quanto nas mobilizações que promovemos, com paralisações de agências e centros administrativos em todo o país. E conseguimos arrancar uma proposta que, além de manter nossas conquistas históricas, avança com novas, e prevê aumento real maior do que o de 0,5% proposto por eles anteriormente”, avalia a presidenta do Sindicato e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Ivone Silva.
> Valeu a pressão: bancos recuam e devolvem PLR às bancárias em licença-maternidade
> PLR dos afastados também está garantida; negociação continua nesta sexta
Os bancários de todo o país avaliarão a proposta em assembleias na quarta-feira 29. A assembleia dos trabalhadores de bancos privados da base do Sindicato será no Clube Homs (Av. Paulista, 735); a dos empregados da Caixa será na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé); e a dos funcionários do Banco do Brasil será na Casa de Portugal (Av. da Liberdade, 602, Liberdade), às 19h. O Comando orienta pela aprovação da proposta Fenaban, assim como pela aprovação das específicas do Banco do Brasil e da Caixa.
“Diante do golpe que tem promovido enormes retrocessos no país, com aumento do desemprego, aprofundamento da crise e perda do poder de compra da população e com medidas como a reforma trabalhista, elaborada para retirar direitos e enfraquecer o poder de organização da classe trabalhadora. E diante de um cenário eleitoral de incertezas. Ter uma proposta que resguarda nossos direitos, que manteve a mesa única de negociação (com bancos privados e públicos) e os acordos por bancos e que garante aumento real, é uma vitória contra esses ataques todos que estamos sofrendo", reforça Ivone. "Mais uma vez a luta da categoria bancária vai servir de modelo para as demais categoria que forem negociar daqui para a frente, fortalecendo toda a classe trabalhadora”, acrescenta.
A dirigente lembra ainda que a reforma trabalhista acabou com a ultratividade, princípio que previa a validade de um acordo até a assinatura de um novo. “Com o fim da ultratividade, nossa CCT perde a validade em 31 de agosto. Por isso antecipamos nossa campanha este ano e é fundamental fechar um acordo no tempo hábil, antes da data base da categoria (1º de setembro).”
Ela destaca que a Campanha dos Bancários 2018 também garantiu os direitos dos trabalhadores dos bancos públicos, que estão sendo desmontados pelo governo Temer. “Nossa luta também foi vitoriosa porque manteve os direitos especificos previstos nos acordos do Banco do Brasil e da Caixa.”
A proposta garante ainda todos os direitos para os empregados hipersuficiente (bancários com salários a partir de R$ 11.291,60). O empregado hipersuficiente foi criado pela nova lei trabalhista: eles poderiam estabelecer suas condições de trabalho diretamente com o empregador, e não estariam resguardados pelo acordo coletivo da categoria. “Conseguimos manter a validade da CCT para esses bancários”, reforça Ivone.
Prevê, também, acordo com validade de dois anos, já garantida para 2019 a manutenção de todos os direitos, além da reposição total da inflação (INPC) mais 1% de aumento real para salários e demais verbas. Se aprovada a proposta, a primeira parcela da PLR será paga em 20 de setembro.
TODOS OS DIREITOS ESTÃO GARANTIDOS
• Garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;
• Mantém todos os direito da CCT ao hipersuficiente (quem ganha a partir de R$ 11.291,60);
• Realização do terceiro Censo da Diversidade, levantamento fundamental sobre o perfil da categoria para a promoção da igualdade de oportunidades;
• Está mantida a proibição da divulgação de ranking individual, prevista na cláusula 37ª da CCT, conquistada pela categoria como forma de reduzir a pressão por metas;
• Cláusula do vale-transporte volta a ser a conquista da categoria de 4% de desconto sobre o salário base;
• Horário de almoço poderá ser flexibilizado: quem tem jornada de 6 horas e tiver de fazer hora extra, terá intervalo de almoço de 30 minutos, e não de 1 hora como determina a lei;
> PLR dos afastados também está garantida; negociação continua nesta sexta
Os bancários de todo o país avaliarão a proposta em assembleias na quarta-feira 29. A assembleia dos trabalhadores de bancos privados da base do Sindicato será no Clube Homs (Av. Paulista, 735); a dos empregados da Caixa será na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé); e a dos funcionários do Banco do Brasil será na Casa de Portugal (Av. da Liberdade, 602, Liberdade), às 19h. O Comando orienta pela aprovação da proposta Fenaban, assim como pela aprovação das específicas do Banco do Brasil e da Caixa.
“Diante do golpe que tem promovido enormes retrocessos no país, com aumento do desemprego, aprofundamento da crise e perda do poder de compra da população e com medidas como a reforma trabalhista, elaborada para retirar direitos e enfraquecer o poder de organização da classe trabalhadora. E diante de um cenário eleitoral de incertezas. Ter uma proposta que resguarda nossos direitos, que manteve a mesa única de negociação (com bancos privados e públicos) e os acordos por bancos e que garante aumento real, é uma vitória contra esses ataques todos que estamos sofrendo", reforça Ivone. "Mais uma vez a luta da categoria bancária vai servir de modelo para as demais categoria que forem negociar daqui para a frente, fortalecendo toda a classe trabalhadora”, acrescenta.
A dirigente lembra ainda que a reforma trabalhista acabou com a ultratividade, princípio que previa a validade de um acordo até a assinatura de um novo. “Com o fim da ultratividade, nossa CCT perde a validade em 31 de agosto. Por isso antecipamos nossa campanha este ano e é fundamental fechar um acordo no tempo hábil, antes da data base da categoria (1º de setembro).”
Ela destaca que a Campanha dos Bancários 2018 também garantiu os direitos dos trabalhadores dos bancos públicos, que estão sendo desmontados pelo governo Temer. “Nossa luta também foi vitoriosa porque manteve os direitos especificos previstos nos acordos do Banco do Brasil e da Caixa.”
A proposta garante ainda todos os direitos para os empregados hipersuficiente (bancários com salários a partir de R$ 11.291,60). O empregado hipersuficiente foi criado pela nova lei trabalhista: eles poderiam estabelecer suas condições de trabalho diretamente com o empregador, e não estariam resguardados pelo acordo coletivo da categoria. “Conseguimos manter a validade da CCT para esses bancários”, reforça Ivone.
Prevê, também, acordo com validade de dois anos, já garantida para 2019 a manutenção de todos os direitos, além da reposição total da inflação (INPC) mais 1% de aumento real para salários e demais verbas. Se aprovada a proposta, a primeira parcela da PLR será paga em 20 de setembro.
TODOS OS DIREITOS ESTÃO GARANTIDOS
• Garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;
• Mantém todos os direito da CCT ao hipersuficiente (quem ganha a partir de R$ 11.291,60);
• Realização do terceiro Censo da Diversidade, levantamento fundamental sobre o perfil da categoria para a promoção da igualdade de oportunidades;
• Está mantida a proibição da divulgação de ranking individual, prevista na cláusula 37ª da CCT, conquistada pela categoria como forma de reduzir a pressão por metas;
• Cláusula do vale-transporte volta a ser a conquista da categoria de 4% de desconto sobre o salário base;
• Horário de almoço poderá ser flexibilizado: quem tem jornada de 6 horas e tiver de fazer hora extra, terá intervalo de almoço de 30 minutos, e não de 1 hora como determina a lei;
• Mantém o vale-cultura (cláusula 69) conforme queriam os trabalhadores, para que o direito esteja garantido caso o governo federal retome o programa.
Aumento real acima da média dos acordos no semestre
Levantamento feito pelo Dieese, que levou em conta 2.896 acordos entre janeiro e junho, mostra que 78% deles tiveram aumento real, e a média foi de 0,94%. A força da categoria, na mesa de negociação com os bancos e nas mobilizações em todo o país, garantiram reajuste de 5% com aumento real de 1,18%.
fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/fenaban-proposta-reajuste-com-garantia-direitos
sábado, 25 de agosto de 2018
EDITAL
ASSEMBLEIA GERAL
EXTRAORDINÁRIA
SINDICATO DOS
BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos
Bancários de Votuporanga, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 49.074.172/0001-07,
Registro sindical nº 006.132.86232-7 por seu presidente abaixo assinado,
convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e
privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a
assembleia geral extraordinária que se realizará no dia 29/08/2018, às18h30min,
em primeira convocação, e às 19h, em segunda convocação, no endereço à Rua
Tibagi nº3447, Bairro Patrimônio Novo, Votuporanga/SP, para discussão e
deliberação acerca da seguinte ordem do dia:
1. Avaliação e deliberação sobre
a proposta apresentada pela FENABAN em 24/08/2018;
2. Deliberação acerca de
paralisação das atividades por prazo indeterminado.
Votuporanga/SP, 26 de agosto de
2018.
HARLEY APARECIDO VIZONÁ
Presidente
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Valeu a pressão: bancos recuam e devolvem PLR às
bancárias em licença-maternidade
Está mantido também o salário substituto e o adicional
de insalubridade e periculosidade; negociação teve uma pausa e continua ainda
nesta quinta-feira 23
- Contraf-CUT
- Publicado em 23/08/2018 17:59 /
Atualizado em 23/08/2018 18:10

Foto: Júlio César Costa
A pressão da categoria bancária e do Comando
Nacional dos Bancários, na mesa de negociação, surtiu efeito. Os bancos
recuaram na proposta que pretendia tirar das bancárias em licença-maternidade o
direito a pagamento integral da PLR. Também está mantida a cláusula 5ª da Convenção
Coletiva de Trabalho (CCT), que prevê o pagamento do salário
substituto, e a cláusula 10ª, do adicional de insalubridade e
periculosidade.
O movimento sindical cobrou aumento no índice de
reajuste e os bancos pediram uma pausa. A negociação continua logo mais.
Saiba como foram as negociações com a
Fenaban
> 1ª rodada: Bancos
frustram na primeira rodada de negociação
> 2ª rodada: Calendário de negociações foi definido
> 3ª rodada: Categoria adoece, mas Fenaban não apresenta proposta
> 4ª rodada: Em mesa de emprego, bancos não se comprometem contra contratações precárias
> 5ª rodada: Bancos não apresentam proposta
> 6ª rodada: Bancos lucram bilhões e não querem dar aumento real
> 7ª rodada: Negociação com Fenaban continuará na terça-feira 21
> 8ª rodada: Bancos propõem reajuste insuficiente, com retirada de direitos
> 2ª rodada: Calendário de negociações foi definido
> 3ª rodada: Categoria adoece, mas Fenaban não apresenta proposta
> 4ª rodada: Em mesa de emprego, bancos não se comprometem contra contratações precárias
> 5ª rodada: Bancos não apresentam proposta
> 6ª rodada: Bancos lucram bilhões e não querem dar aumento real
> 7ª rodada: Negociação com Fenaban continuará na terça-feira 21
> 8ª rodada: Bancos propõem reajuste insuficiente, com retirada de direitos
FONTE: http://spbancarios.com.br/08/2018/fenaban-recua-proposta-retirada-plr-integral-licenca-maternidade
Relatores no STF decidem a favor da terceirização sem
limites
Para relator Luiz Fux, súmula do TST que veda prática na
atividade-fim é inconstitucional. Barroso não vê relação entre terceirização e
precarização
- Rede Brasil Atual, com edição da Redação Spbancarios
- Publicado em 23/08/2018 12:09

Foto: Nelson Jr/SCO/STF
Foto: Nelson Jr/SCO/STF
Ao retomar o julgamento sobre duas ações que tratam da
terceirização, os relatores no Supremo Tribunal Federal (STF) foram favoráveis
à prática sem restrições, conforme querem as empresas. O entendimento difere da
Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que veda a medida em
atividades-fim das empresas e tem sido o único instrumento para barrar uma
terceirização desenfreada no país.
O julgamento ocorre com uma nova lei em vigor, a 13.429,
que libera a terceirização, mas para o ministro Luiz Fux a prática já era
válida mesmo antes. Ele considerou inconstitucional a Súmula 331, "por
violação aos princípios da livre iniciativa e da liberdade contratual". A
sessão foi interrompida no final da tarde e continuará nesta quinta-feira (23).
Fux é relator do Recurso Extraordinário (RE) 958.252, em
que a Celulose Nipo Brasileira (Cenibra) questiona decisão do TST contrária à
terceirização na empresa. O sindicato da categoria argumentou a favor da
posição da Corte trabalhista, procurando demonstrar uma ligação entre
terceirização e precarização nas relações de trabalho. Mas o ministro foi
favorável à empresa e afirmou que a "dicotomia entre a atividade-fim e a
atividade-meio é imprecisa, artificial e ignora a dinâmica econômica
moderna".
O STF julga também a Arguição de Descumprimento de
Preceito Fundamental (ADPF) 324, proposta pela Associação Brasileira do
Agronegócio (Abag), que pede reconhecimento de inconstitucionalidade da
interpretação da Justiça do Trabalho sobre terceirização. A entidade
empresarial afirma que a Súmula 331 fere a liberdade de contratação.
Veja no vídeo abaixo
a diferença em relação aos direitos de bancários e terceirizados
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Relator da ADPF, Luís Roberto Barroso também se
manifestou a favor da livre iniciativa e afirmou que o movimento sindical deve
se adaptar às mudanças. "A terceirização não enseja por si só precarização
do trabalho, violação da dignidade do trabalhador ou desrespeito a direitos
previdenciários. É o exercício abusivo de sua contratação que pode produzir
tais violações", disse o ministro.
Já a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, havia
defendido a improcedência da ADPF e a não aceitação do recurso. Segundo ela, o
trabalho deve ser visto como direito humano e não como "mercadoria".
Fonte: http://spbancarios.com.br/08/2018/stf-favoravel-terceirizacao-sem-limites
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