sexta-feira, 22 de março de 2019

Frente parlamentar irá lutar contra reforma da Previdência

Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região integra a iniciativa e seguirá atuando junto à sociedade civil em defesa da Previdência pública para todos
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 21/03/2019 19:41 / Atualizado em 21/03/2019 20:02
Oposição lançou frente de defesa da Previdência Social e promete debates e atos pelo País
Divulgação/Twitter
A fim de barrar a reforma da Previdência do governo Bolsonaro que praticamente acaba com o direito à aposentadoria, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social foi relançada nesta quarta-feira 20, em Brasília. A frente já conta com a adesão de 171 deputados e 27 senadores.
Iniciativa do Senador Paulo Paim (PT-RS) e do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), em conjunto as associações, sindicatos e entidades, a frente irá lutar no Congresso Nacional e junto à sociedade civil pela defesa e manutenção dos direitos sociais e por uma reforma estrutural da captação de recursos nos termos da legislação atual, com o propósito de garantir a segurança jurídica e atuarial do sistema de Seguridade Social Brasileiro.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região esteve presente no relançamento da frente. “Vamos lutar para defender a previdência pública para todos e rebater os argumentos do governo e de Paulo Guedes e demonstrar para a população que os argumentos apresentados pelo governo podem ser contestados”, afirma a secretária-geral do Sindicato Neiva Ribeiro, que esteve presente no relançamento da frente. 
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Uma das principais críticas do grupo é a entrega da Previdencia Social ao sistema financeiro, representada pela capitalização. Hoje, as aposentadorias e pensões são financiadas por trabalhadores da ativa, além de empresários e governo. E o valor da aposentadoria não pode ser menor do que um salário mínimo.

Capitalização, o fim da Previdência pública e social 

Com a capitalização prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, cada trabalhador terá de financiar sua própria aposentadoria -, administradas por bancos, e sem contribuições patronais. 
O Chile adotou esse sistema na década de 1980 e 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza. 
Trabalhadores que ganham pouco não vão conseguir poupar para a aposentadoria. 

Trabalhar mais para ganhar menos

A idade mínima de aposentadoria passa de 60 para 62 anos para mulheres. Homens e mulheres terão de contribuir no mínimo 20 anos. Hoje o tempo mínimo de é de 15 anos.
Para receber 100% do benefício, o trabalhador (homem ou mulher) terá de atingir a idade mínima (65 anos homens e 62 anos mulheres) e ter 480 contribuições (40 anos).
Para ter direito a apenas 60% da aposentadoria, a pessoa terá de contribuir 20 anos e ter a idade mínima exigida.  

Reforma é pior para as mulheres

Para as mulheres a proposta é ainda pior por causa dos maiores períodos de desemprego, menor remuneração e maior informalidade. Para muitas mulheres, atingir o mínimo de 20 anos de contribuição e 62 anos de idade será impossível.

Receber valor integral da aposentadoria será quase impossível

Para ter direito ao valor integral da aposentadoria a que o trabalhador tem direito serão exigidos 40 anos de contribuição.
Por causa do mercado de trabalho precário no Brasil, cada trabalhador aportou 9,1 contribuições previdenciárias em 2014, segundo o Dieese.
Com isso seria necessário trabalhar 57 anos, para completar o correspondente a 40 anos de contribuições.

Valor da aposentadoria vai diminuir

A proposta levará em conta todas as contribuições, inclusive as mais baixas. Hoje, os 20% das contribuições mais baixas são descartados no cálculo da aposentadoria.

Sem FGTS para aposentado que trabalha

Aposentado que continuar trabalhando não terá mais FGTS. E se for demitido não receberá multa rescisória (40% do valor do saldo do FGTS)

Déficit na Previdência?

O principal argumento para a reforma da Previdência é o contestado déficit da Previdência. Mas o governo desvia recursos para outros fins, principalmente pagamento dos juros da dívida para banqueiros e pessoas muito ricas que vivem de renda.
Além disso, o governo concede isenção de impostos para empresas. Foram R$ 354 bilhões só em 2017. Empresas também devem R$ 426 bilhões para a Previdência, dos quais R$ 160 bilhões podem ser recuperados.

Acabar com privilégios?

Outro argumento utilizado – e contestado – é que a reforma irá atacar os privilégios. 
Estudo liderado pelo doutor em economia e professor da Unicamp Eduardo Fagnani aponta que as mudanças propostas pelo governo atingirão prioritariamente trabalhadores da iniciativa privada de renda baixa, pessoas em situação de miséria e trabalhadores rurais.
Hoje, os aposentados nessas condições somam 35 milhões de pessoas.
O presidente da Fenafisco (federação que reúne os auditores das receitas estaduais), Charles Alcântara, afirma que 75% da economia prevista com a reforma recairá sobre estes grupos.
Atualmente a média das aposentadorias é de cerca de R$ 1300. 
Idosos pobres que vivem do Benefício de Prestação Continuada (BPC) hoje recebem R$ 998 Com a reforma da Previdência irão receber R$ 400. E quem tiver uma casa no valor de R$ 98 mil não terá direito ao benefício.
A proposta também prevê limitar o abono salarial a quem ganha até 1 salário mínimo, ante regra atual de 2 salários mínimos. O abono consiste no pagamento de um salário mínimo a cada ano ao trabalhador, para suplementação de renda.
“As regras são complexas, para afastar a população pobre de compreender o debate, mas o mais importante além de compreender a proposta é exigir que o direito garantido na constituição não seja descumprido. Essa proposta implode a estrutura do direito constitucional que temos e coloca algo muito ruim no lugar”, afirma Neiva. 
fonte: http://spbancarios.com.br/03/2019/frente-parlamentar-ira-lutar-contra-reforma-da-previdencia

Reforma tributária ao invés de reforma da Previdência!

Governo prefere atacar as aposentadorias e pensões dos mais pobres e trabalhadores no lugar de defender cobranças de tributos sobre os mais ricos ou combater a isenção e sonegação de impostos
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 13/03/2019 17:27 / Atualizado em 18/03/2019 13:40
Arte: ktsdesign/123RF
Alegando um suposto déficit e o aumento da dívida pública, o governo pretende implantar uma reforma da Previdência que tornará o direito à aposentadoria muito mais difícil, rebaixará os valores das pensões – penalizando principalmente os mais pobres e as mulheres – e abrirá a possibilidade de o sistema Previdenciário ser alterado por leis complementares, o que facilitará mais mudanças prejudiciais à população no futuro.
Mas o que a gestão atual não prioriza é o debate em torno da reforma tributária, que poderia resolver o rombo das contas públicas e transferir mais recursos para a Previdência. O sistema de impostos brasileiro é extremamente injusto e cobra mais tributos dos mais pobres e dos trabalhadores, enquanto as pessoas com rendas e patrimônios mais elevadas pagam taxas proporcionalmente mais baixas, ou são isentas de tributação.
“Não falta dinheiro para colocar as contas públicas em dia e financiar a Previdência social. Só que esses recursos são mal tributados ou, o que é ainda pior, são beneficiados por isenções fiscais ou sonegados. Mas ao invés de atacar esses pontos, o governo atual prefere jogar a conta para os mais pobres e os trabalhadores por meio de mudanças que praticamente acabarão com o direito à aposentadoria”, afirma Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. 
“É fundamental tomar consciência das injustiças do sistema tributário brasileiro e lutar contra a proposta de reforma da previdência que tramita no Congresso. Porque será o fim do direito à aposentadoria se o texto for aprovado da forma como foi concebido pela equipe econômica do governo”, alerta Ivone. 

Sindicato luta por reforma tributária

A tributação justa é uma das principais defesas do Sindicato, que em 2015 realizou seminário e publicou cartilha sobre o tema.
 fonte: http://spbancarios.com.br/03/2019/reforma-tributaria-ao-inves-de-reforma-da-previdencia

Confira onde tem ato em defesa da aposentadoria no dia 22

Mudança não vai garantir benefícios para gerações futuras, vai dificultar concessão da aposentadoria e reduzir valor dos benefícios. A luta pela aposentadoria é de todos. Participe!
  • CUT, com Redação Spbancarios
  • Publicado em 18/03/2019 18:37 / Atualizado em 21/03/2019 19:56
Arte: Alex Capuano/CUT
Ao contrário do que diz o governo Jair Bolsonaro (PSL), a reforma da Previdência não vai garantir a aposentadoria das gerações futuras nem da atual, vai restringir o acesso à aposentadoria e reduzir o valor dos benefícios, em especial dos trabalhadores mais pobres.
A reportagem é do Portal CUT.
Se o Congresso Nacional aprovar o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) milhares de trabalhadores não vão conseguir se aposentar e muitos se aposentarão com benefícios de menos de um salário mínimo. E os que já estão aposentados terão o valor dos benefícios achatados. A reforma de Bolsonaro é muito pior do que a de Michel Temer (MDB).
A PEC impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) se aposentarem, aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos para receber benefício parcial e acaba com a vinculação entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo. Isso significa que os reajustes dos aposentados serão menores do que os reajustes dos salários mínimos. E mais: a reforma de Bolsonaro prevê que a idade mínima aumentará a cada quatro anos a partir de 2024. Ou seja, a regra para que um trabalhador possa se aposentar no futuro poderá ficar ainda pior.

Reaja agora, ou morra trabalhando

Na sexta-feira 22, Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, a CUT, demais centrais e movimentos sociais vão as ruas de todo o país para lutar contra essa reforma que acaba com as chances de milhões de trabalhadores de se aposentar. É um esquenta para a greve geral que os trabalhadores vão fazer se Bolsonaro insistir em aprovar essa reforma perversa.  
Confira a lista de cidades onde já tem atos marcados:
Belém/PA - às 7h30, concentração em frente ao Banco do Brasil da Avenida Ponte Vargas e caminhada, a partir das 9h, do BB até a agência do INSS, na Av Nazaré.
  • Marabá/PA - pela manhã defronte do INSS e às 15h, seminário sobre reforma da Previdência na Faculdade Carajás
Belo Horizonte/MG - às 17h tem ato na Praça Sete. Na parte da manhã, sindicalsitas e militantes percorrerão com carro de som dois bairros populosos da capital - Barreiro e Venda Nova - explicando as perversidades da reforma de Bolsonaro e fazendo panfletagens.
  • Montes Claros, 16h - Ato na Praça Dr. João Alves (Praça do Automóvel Clube)
Brasília/DF - As entidades filiadas deverão realizar reuniões, seminários, assembleias, atos ou paralisações junto a suas bases, denunciando os perigos da reforma de Bolsonaro e construindo a Greve Geral. 
Campo Grande/MS – 9h, paralisação com ato público, na Praça do Rádio Clube. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias com os trabalhadores, que aprovaram greve geral no dia 22.
Cuiabá/MT - ato às 16h, na Praça Ipiranga. 
Florianópolis/SC – ato às 17h, no Ticen. 
  • Blumenau - ato às 10h, em frente ao INSS
  • Joinville - às 14h tem ato na Praça da Bandeira
Fortaleza/CE - ato às 8h na Praça da Imprensa (bairro Dionizio Torres)
  • Juazeiro do Norte, ato às 16h, no Giradouro
Goiania/GO - às 6h, ato perto da Serra Dourada, na altura do KM 153 da BR
Maceió/AL, ato às15h - Praça Centenário
Mossoró, às 6h, manifestação na base da Petrobrás e, às 8h - concentração no INSS
Porto Alegre/RS - ato às 18h, na Esquina Democrática
Recife/PE - ato às 15h, na Praça  do Derby
Rio Branco/AC – ato às 8h, em frente à sede do governo do estado (Palácio Rio Branco), tem panfletagem também
Rio de Janeiro/RJ - ato às 16 na Candelária. Depois segue em caminhada até a Central do Brasil
Salvador/BA- ato às 9h, no Rótulo do Abacaxi.
São Paulo/SP - ato às 17h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista
  • São Carlos - a partir das 9h, na praça em frente ao Mercado Municipal - Centro
  • Bauru, a partir das 14h, Audiência Pública na Câmara Municipal - Praça Dom Pedro II, 1-50 - Centro
  • Campinas, 10h00 – Ato dos professores e Servidores Públicos no Largo do Rosário, no centro; 16h30 – Concentração para o ato e panfletagem na rua 13 de Maio e diversos terminais de ônibus; 18h00 – Ato político com representante das centrais, das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos sociais e sindicatos
  • Grande ABC, 7h – Caminhada com a participação dos sindicatos da região saindo da porta da Mercedes Benz e da Ford.
Teresina/PI - ato às 8h, na Praça Rio Branco, em frente ao INSS.
fonte: http://spbancarios.com.br/03/2019/confira-onde-tem-ato-em-defesa-da-aposentadoria-no-dia-22

segunda-feira, 11 de março de 2019

Negociações da Cassi têm nova rodada; debates continuam dia 18

Proposta do BB ainda precisa ser melhorada. Entidades representativas reafirmaram premissas sobre governança e pedem mais dados de custeio
  • Da Contraf-CUT, com edição de Redação Spbancarios
  • Publicado em 11/03/2019 17:50
Foto: Guina Ferraz/Contraf-CUT
Uma nova rodada da Mesa de Negociações da Cassi, na sede do Banco do Brasil, em Brasília, aconteceu na sexta-feira 8. Na ocasião, as entidades representativas dos trabalhadores retornaram com as primeiras análises dos associados sobre a proposta do BB, divulgada com detalhes na semana anterior. Para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), a proposta ainda precisa ser melhorada.
Os representantes dos funcionários reafirmaram ao BB que algumas premissas precisam ser observadas na parte da proposta sobre governança, como não ter voto de minerva e alternância de presidência no conselho deliberativo, além da troca das representações nas diretorias. As entidades informaram, ainda, que poderão ser introduzidos outros mecanismos para facilitar o rito de decisão como pauta automática no conselho deliberativo.
Sobre a reabertura do Plano Associados, as entidades cobraram do BB o detalhamento de como seria a entrada dos novos funcionários e a possibilidade de entrada dos funcionários de bancos incorporados.
O Banco do Brasil respondeu que vai detalhar as formas de autopatrocínio dos futuros funcionários e que fará uma proposta de redação no Estatuto da Cassi que prepare o Plano para recebimento de novos funcionários.
Em relação ao custeio, foi cobrado do BB que seja mantida a proporcionalidade de 60/40 nos valores globais das contribuições entre patrocinador e associados.
As entidades reivindicaram mais estudos e simulações sobre a proposta de custeio. Ficou estabelecido que serão feitas simulações utilizando os dados existentes e as projeções na Cassi.
Será constituído grupo técnico para fazer as simulações de custeio, no início da próxima semana, com indicados das entidades, Cassi e BB. Os estudos serão utilizados para melhor análise dos números globais e formatação de contrapropostas sobre o custeio.

Continuidade das negociações

A próxima rodada está marcada para a segunda-feira dia 18, com negociações nos dias subsequentes. Segundo o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Wagner Nascimento, as simulações feitas no grupo técnico servirão para subsidiar os debates com os associados e a formulação de uma proposta para levar ao Corpo Social. “Por isso, nosso compromisso em manter um processo de negociação permanente, considerando a necessidade de urgência da Cassi. A proposta que o banco apresentou agora precisa ser melhorada. Não podemos aceitar uma proposta pior que a proposta rejeitada pelos associados”, disse.
fonte: http://spbancarios.com.br/03/2019/negociacoes-da-cassi-tem-nova-rodada-debates-continuam-dia-18

Empregados da Caixa vestirão preto no Dia Nacional de Luta na sexta-feira 15

Governo Bolsonaro e a nova direção do banco público vêm promovendo diversos ataques contra os empregados e contra o caráter público do banco
  • Publicado em 11/03/2019 19:09 / Atualizado em 11/03/2019 19:10
Foto: Mauricio Morais/Arquivo Seeb
O governo Bolsonaro e a nova direção da Caixa vêm promovendo diversos ataques contra os empregados e contra o caráter público do banco. O presidente Pedro Guimarães já anunciou que pretende fatiar a empresa e privatizá-la em pedaços. Áreas entre as mais lucrativas, como seguros, cartões, assets e loterias, estão na mira da nova direção do banco. Como forma de protesto ao desrespeito com os trabalhadores e para mostrar  contrariedade às medidas privatistas que estão sendo implantadas, os empregados farão o Dia Nacional de Luta da Caixa na próxima sexta-feira 15.
Além disso, na última semana a imprensa noticiou que, a pedido de Pedro Guimarães, o banco deve fazer uma provisão de aproximadamente R$ 7 bilhões para cobrir perdas esperadas com calotes na carteira de financiamento imobiliário e a desvalorização de imóveis retomados pelo banco.
Porém, como informa Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva de Empregados (CEE), a inadimplência na Caixa é mais baixa que a dos demais bancos. Ele ressalta que um provisionamento tão grande assim não é necessário. “Reduz sobremaneira o valor que o banco teria que pagar a título de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) aos empregados, que deram duro e conseguiram superar as metas estipuladas. A nova direção da Caixa, no entanto, não quer reconhecer o esforço dos seus empregados.”
Por isso, o movimento sindical solicitou uma reunião com o banco para esclarecer as mudanças que estão sendo feitas. Mas, a Caixa se recusou a passar informações e esclarecimentos às entidades de representação dos empregados.
Além de em defesa da Caixa 100% Pública, a manifestação da sexta-feira 15 é contra a venda das áreas mais lucrativas do banco, na defesa do seu papel social, contra as contramanobras que reduzam o lucro da Caixa, por mais reconhecimento ao trabalho, por mais empregados já e pelo fim do assédio moral na empresa.
fonte: http://spbancarios.com.br/03/2019/empregados-da-caixa-vestirao-preto-no-dia-nacional-de-luta-na-sexta-feira-15