quarta-feira, 3 de abril de 2019

Banqueiros escancaram cobiça pela Previdência 

Declarações dos presidentes do Bradesco, Santander e Itaú – os três maiores bancos privados do país – reforçam as intenções do setor financeiro: acabar com o seu direito à aposentadoria pública para lucrar ainda mais com o sistema de capitalização previsto na proposta do governo
  • Rodolfo Wrolli, Spbancarios
  • Publicado em 22/03/2019 16:20 / Atualizado em 26/03/2019 15:46
Arte: Marcio Baraldi
Apenas nos três primeiros meses de 2019, os presidentes do Itaú, Bradesco e Santander – os três maiores bancos privados do país – reforçaram o lobby em defesa da reforma da Previdência. 
Em janeiro, Sérgio Rial, presidente do Santander, afirmou que as novas regras para a aposentadoria devem contribuir para o crescimento sustentado do país nos próximos anos.
No mês seguinte, o presidente do Itaú, Cândido Bracher, ponderou que “a dimensão da reforma da Previdência está correta”.
Nesta semana foi a vez do presidente do Bradesco fazer sua defesa à Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Em entrevista à Folha de S. Paulo, Lazari disse que “O governo precisa focar absolutamente essa reforma (...) A gente tem que lutar pelo projeto da forma como foi escrito”.
Não é difícil entender por que os banqueiros estão tão empenhados em defender mudanças na aposentadoria. A PEC 6/2019 prevê a adoção de um modelo individual de capitalização, a ser administrado por entidades privadas ou públicas (leia-se bancos), no qual cada trabalhador será responsável por administrar sua poupança individual, e sem aportes patronais.  
As regras para esse novo regime não estão explicadas no texto enviado ao Congresso Nacional, e serão determinadas por meio de uma futura lei complementar.
Atualmente, a Previdência Social é financiada por contribuições do governo, empresas e trabalhadores. E as aposentadorias, pensões e benefícios de quem está fora do mercado de trabalho são pagas por quem está na ativa. Esse sistema é chamado de regime de repartição tripartite.
No regime de capitalização, cada trabalhador receberá de aposentadoria apenas aquilo que conseguiu poupar durante a vida. 
Atualmente, quem contribuir 35 anos com o valor mínimo (R$ 79,84) receberá R$ 998 (valor do salário mínimo atual e o piso da aposentadoria pública). Em um regime de previdência privada, quem contribuir 35 anos com R$ 100 receberá R$ 234,45.
O Chile adotou o mesmo sistema de capitalização na década de 1980 e 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza. 
Chilenos não querem o mesmo destino cruel para brasileiros
O perverso sistema previdenciário do Chile

“O chamado modelo de capitalização deu muito errado no Chile, deixando milhares de velhinhos desamparados por lá, mas fez a alegria dos bancos que administram os fundos dos trabalhadores a taxas altíssimas. No Brasil, o setor financeiro também está ansioso para entrar nesse negócio que vai enriquecer seus cofres à medida que levará a miséria milhões em um futuro próximo se a nova previdência por aprovada”, alerta Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. 
Sérgio Rial, que comanda o Santander, se aposentou aos 58 anos. “Provavelmente deve ter se aposentado com uma previdência privada altíssima Se tiver se aposentado pelo regime geral, com teto de $ 5.839,45, esse valor não pagaria um almoço seu, mas garante uma vida confortável a um trabalhador comum para a maioria dos brasileiros. Não dá para comparar”, aponta Neiva. 
A dirigente lembra que o presidente do Bradesco também deu seu incentivo à reforma da Previdência ao dizer que tem 55 anos e pode trabalhar tranquilamente por 40 anos. “Nenhum de nós, independentemente da categoria, duvida disso. O salário de um alto executivo está em torno de R$ 6,7 milhões por ano. E sua capitalização é incomparável com um assalariado comum, um servidor público, uma empregada doméstica”, afirma. 
“Apesar de sermos bancários e torcermos para que a empresa para a qual trabalhamos dê lucro, temos que separar os interesses. Os banqueiros querem lucro a qualquer custo. Nós queremos nosso direito constitucional garantido, amparo na velhice, na invalidez e na perda da incapacidade para o trabalho. Queremos trabalho decente para poder contribuir também. Queremos uma reforma tributária que cobre mais de quem lucra mais e queremos uma auditoria da dívida pública que direciona 40% do Orçamento para pagamento de juros e amortização da dívida ao invés de investir no social”, afirma Neiva.
“Ou seja, nós, trabalhadores, queremos um projeto de sociedade diferente e precisamos lutar por isso. A nova reforma da Previdência do governo é sem dúvidas o assunto de maior interesse da população trabalhadora, informal, ou que está ingressando no mercado de trabalho, ou deveria ser. A proposta mexe com a estrutura de proteção social conquistada na Constituição de 1988, que coloca como obrigação do governo garantir saúde, aposentadoria e assistência social na doença, invalidez e viuvez, com contribuição de empregados, empregadores e impostos recolhidos do governo.”

Decreto do governo ameaça FGTS

Caixa prestará apenas “suporte técnico” ao Conselho Curador, que terá a participação dos trabalhadores reduzida; movimento indica que a gestão do fundo com patrimônio de R$ 500 bilhões está sendo passada aos bancos privados, colocando em risco investimentos de R$ 60 bilhões em políticas públicas
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 29/03/2019 17:25 / Atualizado em 29/03/2019 18:19

Montagem: Linton Publio
“Quebrar a gestão pública do FGTS nada mais é do que acabar com os investimentos públicos que o fundo hoje executa. Para o trabalhador pode até individualmente não mudar nada, mas do ponto de vista da grande massa da população que necessita de investimentos sociais, a perda será muito grande.”
O alerta é da coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, Maria Rita Serrano, e refere-se ao decreto 9.737/19, que muda a composição do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A Caixa Econômica Federal, que é a gestora do fundo com patrimônio com mais de R$ 500 bilhões, passará ter apenas a função de prestar “suporte técnico” ao colegiado. 
Além de ser um seguro para o trabalhador no caso de demissão, o FGTS é um dos maiores fundos de investimento em políticas públicas do mundo, que favorece justamente a população de mais baixa renda, com  a destinação de recursos vultosos para habitação, infraestrutura, saneamento e mobilidade.  
“Tirar a gestão pública da Caixa significa destinar esses recursos para a especulação dos bancos privados, que alegam que o FGTS irá gerar rendimento melhor para os trabalhadores se for gerido por essas instituições. Mas é importante dizer que a remuneração do FGTS é decidida pela gestão do fundo. Nem a Caixa e nem outro banco tem o poder para definir a taxa de juros ou a correção” ressalta Maria Rita. 

Recursos dos trabalhadores ameaçados

Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionísio Reis, não só os investimentos sociais correm risco, mas também os recursos dos trabalhadores aplicados no FGTS.  
“Esse movimento enseja que a Caixa está saindo da gestão do FGTS e passando para os bancos privados. É importante lembrar que o FGTS, até a década de 1990, estava distribuído em todos os bancos, e só foi centralizado na Caixa em 1993, depois de uma auditoria dos órgãos controladores do governo terem verificado que havia desvio de finalidade, porque os bancos privados não geriam corretamente o fundo”, alerta Dionísio.

Redução do controle social sobre o FGTS 

Publicado na terça-feira 26 no Diário Oficial da União, o decreto também reduz pela metade o número de representantes dos trabalhadores e dos empregadores, de seis para apenas três representantes cada.
A regra em vigor previa a participação no Conselho Curador de seis indicados pelas entidades sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST. O novo decreto prevê a participação no conselho de "um representante de cada uma das três centrais sindicais com maior índice de representatividade dos trabalhadores", ou seja, serão agora três representantes.
“Isso também é muito ruim porque diminui o controle social. Com mais representações, os processos de fiscalização e de gestão são mais eficazes. A Caixa vai apenas assessorar as decisões do Conselho Curador, que avalia os investimentos. A intenção do governo é tirar o monopólio da Caixa do FGTS, e isso é só um sinal de que ele vai fazer isso. É uma perda para toda a sociedade”, afirma Maria Rita Serrano.
“O argumento falacioso do governo atual é igual ao do anterior: os fundos devem ser geridos pelo mercado e, se possível, extintos, para desonerar o setor produtivo e melhorar a gestão. Ao invés de alavancar os investimentos, em um país com escassez de poupança interna como o nosso, a medida pode ser um tiro no pé”, alerta em artigo Cláudio da Silva Gomes. Claudinho é Conselheiro do Conselho Curador do FGTS e presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira filiados à CUT (Conticon) e publicou artigo em conjunto com o secretário de Administração e Finanças da CUT, Quintino Severo.  

sexta-feira, 22 de março de 2019

126 cidades do Brasil vão fazer atos em defesa da Previdência. Participe!

Reforma da Previdência vai dificultar concessão da aposentadoria e reduzir valor dos benefícios. Participe da luta contra o fim da dua aposentadoria!

 Publicado: 20 Março, 2019 - 12h40 | Última modificação: 21 Março, 2019 - 17h38
Escrito por: Redação CUT
 ALEX CAPUANO/CUT
notice
Nesta sexta-feira (22), a CUT, demais centrais e movimentos sociais organizam atos em Defesa da Previdência em 126 cidades de todo o país. Do total, 26 serão em capitais, um é Brasília e 99 em cidades das regiões metropolitanas ou no interior dos estados (confira a lista no final do texto).
A mobilização deste Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência é um esquenta para a greve geral que a classe trabalhadora vai fazer caso o governo de Jair Bolsonaro (PSL) insista em aprovar a Proposta de Emenda à COnsatituição (PEC 006/2019), de reforma da Previdência, que dificulta o acesso à aposentadoria, reduz o valor dos benefícios, prejudica os trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, em especial os mais pobres. 

22 de março | Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência
Confira a lista de atos marcados no seu estado: 
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ACRE
  • Rio Branco – ato às 8h, em frente à sede do governo do estado (Palácio Rio Branco), tem panfletagem também
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ALAGOAS
  • Maceió - ato às 15h, na Praça Centenário
  • Arapiraca - ato às 9h na Praça da Prefeitura
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AMAPÁ
  • Macapá - Ato às 9h, em frente a agência do INSS, na Avenida Marechal Rondon
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AMAZONAS
  • Manaus - Concentração às 15, na Praça da Polícia. Depois, tem caminhada até a Praça da Matriz, no Centro.
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BAHIA
  • Salvador - ato às 9h, no Rótula do Abacaxi
  • Jacobina - às 8h, em frente ao INSS 
  • Teixeira de Freitas - às 9h, na Praça da PMTF
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CEARÁ 
  • Fortaleza - ato às 8h na Praça da Imprensa (bairro Dionizio Torres) 
  • Acopiara – ato às 8h, na Praça da Matriz
  • Alto Santo – ato ás 7h, Praça em frente ao hospital  
  • Aquiraz – ato às 7h30, na Rodoviária 
  • Aracati – ato às 8h, na Praça dos Prazeres 
  • Barreira – ato às 7h, na sede do Sinsemba 
  • Beberibe – ato ás 8h, no auditório do Sindserv 
  • Camocim – ato às 8h, na Pracinha do Amor 
  • Canindé – ato às 7h, na Praça Tomás Barbosa 
  • Caririaçu – ato às 8h, na sede do SINDSMCAR 
  • Chorozinho – ato às 8h, na Praça da EEF Padre Enemias 
  • Cratéus – ato às 7h, na Coluna da Hora 
  • Cruz – ato às 8h30, Centro da Cidade 
  • Fortim – ato às 8h, Praça São Pedro 
  • Guaiúba – plenária no distrito de água verde, horário a confirmar 
  • Horizonte – ato às 7h, no Estádio Domingão 
  • Iguatu – ato às 8h, na Praça da Caixa Econômica 
  • Ipu – ato às 8h, Praça de Iracema 
  • Itaiçaba – ato às 7h, na EEF Dulcineia Gomes Dinis 
  • Itapipoca – ato às 8h, na Praça dos Motoristas 
  • Jaguaribe – ato às 16h, na Praça do Fórum 
  • Jaguaruana – ato às 9h, na Praça da Prefeitura 
  • Juazeiro do Norte - ato às 16h, no Giradouro 
  • Madalena – ato às 8h, na Praça da Igrejinha de São Pedro 
  • Maracanaú - ato às 16h, na Praça da Estação de Maracanaú 
  • Martinópole – ato às 16h, no Galpão dos Feirantes 
  • Massapê – ato às 7h, na Praça São Francisco 
  • Mombaça – ato às 8hPraça da Matriz 
  • Monsenhor Tabosa – às 8h, na sede do Sindserp 
  • Morada Nova – ato às 7h, na Praça da Matriz 
  • Paracuru – ato às 8h, no Sindicato Rural 
  • Paraipaba – ato às 15h30, na Praça do Hospital 
  • Pereiro – ato às 7h, na Praça da Matriz 
  • Quixadá - às 8h, ato na Praça da Catedral
  • Quixeramobim – ato às 8h, no memorial Antônio Conselheiro 
  • Russas – ato às 7h, na Praça Monsenhor João Luiz 
  • Sobral – ato às 7h30, na Praça de Cuba 
  • Solonopole – ato às 9h30, no Ginásio Poliesportivo 
  • Tamboril – ato às 7h30, na sede do Sindicato Dos Trabalhadores Rurais (STTR)  
  • Tarrafas – ato às 7h30, na Praça da Escola Emília Ferreira 
  • Tianguá – ato às 8h, na Praça dos Eucaliptos 
  • Ubajara – ato às 8h, na sede do Sindicato Dos Trabalhadores Rurais (STTR) 
  • Varjota – ato às 16h30, ao lado do Titanic 
  • Viçosa do Ceará – ato às 7h, Praça São Francisco
 
 
DISTRITO FEDERAL
  • Brasília - As entidades filiadas deverão realizar reuniões, seminários, assembleias, atos ou paralisações junto a suas bases, denunciando os perigos da reforma de Bolsonaro e construindo a Greve Geral.
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ESPÍRITO SANTO
  • Vitória - ato às 8h, com caminhada de Jucutuqyara até o Palácio Anchieta 
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GOIÁS
  • Goiânia - às 6h, ato perto da Serra Dourada, na altura do KM 153 da BR
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MARANHÃO
  • São Luís - às 8h, INSS - Parque Bom Menino (Centro)
  • Imperatriz - às 8h, na Praça de Fátima
  • Tem atos também em Caxias, Santa Inês, Vargem Grande, Peri Mirim, São João dos Patos, Bequimão, Itapecuru, Presidente Dutra, Pinheiro, Barra do Corda e Balsas
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MATO GROSSO
  • Cuiabá - ato às 16h, na Praça Ipiranga
  • Chapada dos Guimarães – ato ás 8h, na Praça Wunibaldo
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MATO GROSSO DO SUL
  • Campo Grande – 9h, paralisação com ato público, na Praça do Rádio Clube. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias com os trabalhadores, que aprovaram greve geral no dia 22
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MINAS GERAIS
  • Belo Horizonte - às 17h tem ato na Praça Sete. Na parte da manhã, sindicalistas e militantes percorrerão com carro de som dois bairros populosos da capital - Barreiro e Venda Nova - explicando as perversidades da reforma de Bolsonaro e fazendo panfletagens.
  • Cidade de Timoteo – Ato às 17h, na Praça 1º de Maio 
  • Coronel Fabriciano – Ato às 9h, Praça da Rodoviária
  • Ipatinga – Ato às 14h, na Praça 1º de Maio
  • João Monlevade – Ato a partir das 9h, na Praça do Povo
  • Montes Claros, 16h - Ato na Praça Dr. João Alves (Praça do Automóvel Clube)
  • Ouro Preto - panfletagem 
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PARAÍBA 
  • João Pessoa - Ato às 15h, no Parque Solon de Lucena
  • Campina Grande - ato às 10h, na Praça da Bandeira
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PARÁ
  • Belém - às 7h30, concentração em frente ao Banco do Brasil da Avenida Ponte Vargas e caminhada, a partir das 9h, do BB até a agência do INSS, na Av Nazaré.
  • Marabá - pela manhã defronte do INSS e às 15h, seminário sobre reforma da Previdência na Faculdade Carajás
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PARANÁ
  • Curitiba - às 9h, concentração na Boca Maldita e às 11h, ato e panfletagem, no INSS, R. João Negrão, 11  
  • Araucária - ato às 7h, em frente a refinaria da Petrobras
  • Paranaguá - às 09h, panfletagem na Praça Fernando Amaro; às 10h, no INSS; às 11h, no Terminal urnano, às 17h, na Ponte dos Valadares: ás 19h30, plenária na Unespar 
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PERNAMBUCO
  • Recife - ato às 15h, na Praça  do Derby 
  • Petrolina – ato às 8h30, na Praça do Bambuzinho
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PIAUÍ
  • Teresina - ato às 8h, na Praça Rio Branco, em frente ao INSS.
  • Parnaíba - ato às 8h, na Praça da Graça.
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RIO DE JANEIRO
  • Rio de Janeiro - ato às 16 na Candelária. Depois segue em caminhada até a Central do Brasil
  • Campos - às 9h e às 15h np Pelourinho do calçadão no Centro
  • Macaé - às 9h, no calçadão do centro
  • Rio das Ostras - às 15h30, na Praça José Pereira Câmara
 
 
RIO GRANDE DO NORTE
  • Natal - às 15h, concentração no INSS, na Rua Apodi 2150. Depois, militantes e sindicalistas seguem em caminhada pelas ruas da Cidade Alta em direção a Praça dos Três Poderes
  • Mossoró - às 6h, manifestação na base da Petrobrás e, às 8h concentração no INSS. Depois, manifestantes seguirão em caminhada pelas ruas do centro da cidade
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RIO GRANDE DO SUL
  • Porto Alegre - ato às 18h, na Esquina Democrática
  • Caxias do Sul - ato às 17h, na Praça Dante Alighieri
  • Passo Fundo - ato às 17h, na Esquina Democrática
  • Pelotas - ato às 18h, no Mercado Público
  • Santa Maria - ato às 17h30, na Praça Saldanha Marinho
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RONDÔNIA 
  • Porto Velho – Às 9h, seminário sobre a reforma da Previdência na sede do SINTERO, e às 17h, ato na Praça Mal. Rondon (Praça do Baú)
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RORAIMA
  • Boa Vista - das 9h às 12h, debate “Reforma da Previdência e os prejuízos aos Trabalhadores”, no auditório Jornalista Alexandre Borges/UFRR. Às 15h, ato com panfletagem, na Praça do Centro Cívico (em frente à Assembleia Legislativa) e às 16h tem carreata.
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SANTA CATARINA
  • Florianópolis – ato às 17h, no Ticen. 
  • Blumenau - ato às 10h, em frente ao INSS
  • Criciúma - às 13h30 tem ato no calçadão da Praça Nereu Ramos 
  • Itajaí - às 16h, tem ato em frente à Igreja Matriz
  • Joinville - às 14h tem ato na Praça da Bandeira 
  • Lages - às 17h00, tem aulão popular sobre a Reforma da Previdência, no Calçadão Tiago Fiúza de Carvalho
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SÃO PAULO
  • São Paulo - ato às 17h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista
  • Araras - ato às 16h, em frente à Casa da Cultura
  • Bauru - a partir das 14h, Audiência Pública na Câmara Municipal - Praça Dom Pedro II, 1-50 - Centro
  • Campinas - às 10h00 tem Ato dos professores e Servidores Públicos no Largo do Rosário, no centro;                    às 16h30 – Concentração para o ato e panfletagem na rua 13 de Maio e diversos terminais de ônibus; às 18h00 – tem ato político com representante das centrais, das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos         sociais e sindicatos
  • Carapicuíba – ação às 5h30, em frente à estação de Carapicuíba e, às 9h, ato público no Calçadão
  • Grande ABC - às 7h – Caminhada com a participação dos sindicatos da região saindo da porta da Mercedes Benz e da Ford.
  • Mogi das Cruzes - a partir das 10h tem ato no Largo do Rosário (Praça da Marisa) 
  • Osasco – Ato às 9h, em frente à estação de trem da cidade 
  • Ribeirão Preto - a partir das 17h, concentração na Esplanada Dom Pedro II 
  • São Carlos - a partir das 9h, na praça em frente ao Mercado Municipal - Centro
  • São José dos Campos - às 10h, na Praça Afonso Pena
  • Ubatuba - ato às 10h, no Ipiranguinha, POsto BR, e das 11h30 às 18h, no calçadão do centro

  
SERGIPE 
  • Aracaju - Ás 15h, com concentração em frente à Deso, na Rua Campo do Brito
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TOCANTINS
  • Palmas - Ato às 8h, em frente ao INSS 203 Sul, na Avenida NSI (trabalhadores dos municípios de Paraíso do Tocantins e Porto Nacional participarão da mobilização na capital).
  • Aurora - Paralisação das atividades do pessoal da Educação (Colégio Estadual Ranulfa, Escola Est. Dona Inês, Escola Municipal Marcolina) 
  • Lavandeira - Paralisação das atividades no Colégio Estadual Lavandeira;
  • Combinado - Paralisação das atividades na Escola de tempo Integral Girassol, Escola Augusta Vaz) 
  • Novo Alegre - Paralisação das atividades escolares.