terça-feira, 21 de maio de 2019

Cursos de CPA 10 e CPA 20


Em negociação com a
 FÁVARO CURSOS
 de S.J.R.Preto-sp, 
apresentamos abaixo as condições para a realização dos Cursos de CPA 10 e CPA 20


Com inicio previsto para a 2º quinzena de JUNHO/2019, com carga horária prevista das 08h30m às 17h00m em 02(dois) sábados e será ministrado na sede do nosso Sindicato à Rua Tibagi, 3447 – Votuporanga – SP.

SINDICALIZADOS:
R$ 400,00 -  CPA 10 – Entrada mais 3 parcelas
R$ 500,00 -  CPA 20 – Entrada mais 4 parcelas

NÃO SINDICALIZADOS:
R$ 560,00 – CPA 10
R$ 660,00 – CPA 20

Os pagamentos serão realizados diretamente com a empresa FÁVARO CURSOS

Necessitamos COM URGÊNCIA, até 24/05/2019, nome dos interessados para providenciarmos a contratação.

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA
Harley Ap.Vizoná – Presidente

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Contraf-CUT cobra a reposição do quadro de empregados da Caixa

Banco anunciou mais um PDVE nesta sexta-feira (17)
Caixa
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reivindica a reposição do quadro de funcionários da Caixa. O banco encerrou 2018 com o menor número desde 2014, quando trabalhavam na Caixa 101 mil pessoas. Hoje são 84 mil. Para piorar, o presidente da Caixa anunciou, nesta sexta-feira (17), o novo programa de demissão voluntária (PDVE). O objetivo é reduzir até 3,5 mil dos 28 mil empregados que trabalham na matriz e em escritórios regionais da Caixa.
“A nossa luta é para melhores condições de trabalho e de atendimento à população. Para isso, precisamos de mais trabalhadores e não menos. Esta redução prejudica não só os trabalhadores que ficam, como também a população, que é prejudicada diretamente”, afirmou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.  “Para piorar, o programa é aberto com a discriminação aos trabalhadores. Apenas uma área específica pode aderir e, só caso eles não batam a meta, será ampliado para os demais setores do banco.”
Este é o terceiro PDVE aberto pela Caixa nos últimos anos. No primeiro, em 2017, o alvo eram os empregados aposentados pelo INSS ou que poderiam se aposentar até 30 de junho daquele ano. Em Julho, o banco anunciou a reabertura para completar a meta de 10 mil que não foi cumprida inicialmente. “Desde já manifestamos nossa contrariedade por mais uma decisão unilateral do banco, sem qualquer negociação com os representantes dos trabalhadores”, disse. Para o coordenador do CEE é mais uma mostra da tentativa do enfraquecimento do banco. “O desenho que está sendo pensado para a Caixa é semelhante ao modelo proposto para os bancos que foram enfraquecidos e privatizados nos anos 90, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. As demissões desenfreadas, tidas como voluntárias, serão aceleradas. O sonho de uma Caixa sintonizada com os desafios do Brasil ficará cada vez mais distante. O banco é um dos maiores instrumentos de política social, mas esse perfil será riscado do mapa caso esse processo obtenha êxito”, finalizou.

Cassi: votação da reforma estatutária começa nesta sexta-feira

Associados devem se manifestar sobre a proposta de mudança; Sindicato orienta a favor da aprovação
  • Redação Spbancarios, com informações da Cassi
  • Publicado em 15/05/2019 14:52 / Atualizado em 17/05/2019 18:19
Começou na sexta-feira 17 a votação da proposta de reforma estatutária da Cassi. Os associados poderão se manifestar sobre a aprovação ou não da Proposta Cassi 2019 até as 18h do dia 27 de maio.
A proposta prevê mudança de custeio do Plano de Associados, além de medidas de aprimoramento da governança e da gestão da instituição. O associado poderá registrar o voto no site e aplicativo da Cassi, nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e, para funcionários da ativa, existe ainda a opção de votar pelo SisBB.
O banco teve de abrir mão de sua intransigência e avançar em relação à proposta rejeitada em 2018. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e a Contraf-CUT aceitaram levar à consulta do Corpo Social após o banco anunciar que esta é a última proposta e não aceita qualquer mudança no seu conteúdo. Dada a situação financeira da Cassi, de déficit de R$ 351 milhões e patrimônio líquido negativo no Plano Associados causados principalmente pela chamada inflação médica, a alternativa seria uma intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com desfecho imprevisível. O Sindicato e a Contraf-CUT indicam sua aprovação.
“A proposta final apresentada pelo banco contém avanços significativos em relação à do ano passado. Defendemos o voto ‘sim’ em uma conjuntura de ameaça de privatização e de ataques aos direitos. A proposta mantém a solidariedade, evita o voto de decisão no conselho, o banco põe mais recursos, evita-se o risco de o banco vender a carteira da Cassi para o mercado. E ainda incluímos os funcis do último concurso que estão sem Cassi”, explica Ernesto Izumi, dirigente sindical e bancário do BB.
Para a votação ser validada, é necessário um quórum de 50%+1 votantes. A proposta precisa ser aceita por dois terços dos votantes. Para ter mais informações sobre a proposta para manutenção da Cassi, leia a edição de O Espelho.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Reforma da Previdência: governo quer capitalização sem aporte patronal

Sistema é idêntico ao adotado no Chile, onde 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo economista
  • Redação Spbancarios, com informações do Valor Econômico
  • Publicado em 03/04/2019 13:45 / Atualizado em 04/04/2019 15:36
Arte: Luciana Felippe
O sistema de capitalização que o governo Bolsonaro pretende adotar, caso seja aprovado na reforma da Previdência, não deverá ter qualquer contribuição patronal ou encargo trabalhista. Segundo noticiou o jornal Valor Econômico, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem discutido em conversas reservadas a proposta de capitalizaçãocom aportes apenas para os trabalhadores. Os empregadores ficariam desobrigados a contribuir. 
Esse modelo é idêntico ao implantado no Chile na década de 1980. Apenas trabalhadores contribuem com 10% do seu salário em contas individuais geridas por empresas privadas, chamadas de administradoras de fundos de pensão (AFP).
O resultado é que, atualmente, 80% dos aposentados daquele país recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo o economista chileno Andras Uthoff.
Essa situação de miséria dos aposentados levou o Chile a liderar o ranking de suicídios de idosos na América do Sul.
“Não podemos permitir que o mesmo ocorra no Brasil, um país onde é difícil vermos idosos pedindo esmolas nas ruas, justamente por conta da cobertura da Previdência Social. Algo que poderá mudar para pior se essa reforma da Previdência inaceitável e que beneficia apenas o setor financeiro em detrimento do bem estar da população for aprovada”, afirma Marta Soares, secretária de Comunicação do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
A Previdência Social atual é custeada por contribuições do governo, empresas e trabalhadores. E as aposentadorias e pensões de quem está fora do mercado de trabalho são financiadas por quem está na ativa.
No sistema de capitalização idealizado pela equipe econômica de Bolosnaro, cada indivíduo responsável por gerir uma poupança individual durante a sua vida laboral para ter um benefício proporcional ao montante poupado. Quem ganha pouco, trabalha sem registro em carteira ou passa boa parte da vida desempregado não conseguirá guardar o suficiente para a aposentadoria.
“Se a Previdência Social for privatizada e transformada em produto financeiro, a maioria da população brasileira ficará sem aposentadoria. O sistema atual precisa ser preservado como direito constitucional e mantido pelas contribuições patronais, das empresas e de toda a sociedade”, reforça Marta Soares. 
Enquanto a previdência privada exclui a maioria da população, a pública garante benefícios a todos, o que ajuda a reduzir a pobreza. Sem os benefícios de aposentadoria e assistência social, a taxa de pobreza entre os brasileiros com mais de 65 anos aumentaria dos atuais 10% para quase 70% (veja gráfico abaixo). 

No Brasil, o piso do benefício do INSS pelas regras atuais é equivalente a um salário mínimo: R$ 998. Atualmente, 86% dos idosos têm proteção na velhice. A Previdência Social beneficia diretamente 30 milhões de pessoas e indiretamente outras 60 milhões. 

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Vote sim no relatório anual da Cassi 

Documento evidencia a difícil situação da caixa de assistência dos funcionários do Banco do Brasil e por essa razão o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região orienta aprovação; votação vai até dia 18
  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 12/04/2019 18:26 / Atualizado em 12/04/2019 18:37
A votação do relatório anual da Cassi começou nesta sexta-feira 12 e vai até quinta-feira 18. O relatório evidencia a situação real da caixa de assistência dos funcionários do Banco do Brasil e, por essa razão, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região orienta pela aprovação. 
A votação pode ser feita pelo site da Cassi, e também pelo Sisbb, aplicativo do banco e terminais de autoatendimento.  
O relatório foi auditado pela auditoria independente BDO e está disponível aqui.   
“O relatório espelha a difícil situação da Cassi e o déficit de R$ 351 milhões acumulado no exercício 2018 no Plano Associados, e sobre esse assunto o banco fez uma porposta final que está em debate e deverá ser apreciada em breve pelo corpo de associados. O documento passou por auditoria independente e fiscalização dos conselhos fiscal e deliberativo. Indicamos ‘sim’ e vamos ampliar o debate sobre a caixa de assistência que é uma grande conquista dos trabalhadores e deve ser mantida. Recomendamos a todos que leiam o relatório para votar com consciência”, finaliza Ana Beatriz. 

Reforma da Previdência: governo quer capitalização sem aporte patronal

Sistema é idêntico ao adotado no Chile, onde 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo economista
  • Redação Spbancarios, com informações do Valor Econômico
  • Publicado em 03/04/2019 13:45 / Atualizado em 04/04/2019 15:36
Arte: Luciana Felippe
O sistema de capitalização que o governo Bolsonaro pretende adotar, caso seja aprovado na reforma da Previdência, não deverá ter qualquer contribuição patronal ou encargo trabalhista. Segundo noticiou o jornal Valor Econômico, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem discutido em conversas reservadas a proposta de capitalizaçãocom aportes apenas para os trabalhadores. Os empregadores ficariam desobrigados a contribuir. 
Esse modelo é idêntico ao implantado no Chile na década de 1980. Apenas trabalhadores contribuem com 10% do seu salário em contas individuais geridas por empresas privadas, chamadas de administradoras de fundos de pensão (AFP).
O resultado é que, atualmente, 80% dos aposentados daquele país recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo o economista chileno Andras Uthoff.
Essa situação de miséria dos aposentados levou o Chile a liderar o ranking de suicídios de idosos na América do Sul.
“Não podemos permitir que o mesmo ocorra no Brasil, um país onde é difícil vermos idosos pedindo esmolas nas ruas, justamente por conta da cobertura da Previdência Social. Algo que poderá mudar para pior se essa reforma da Previdência inaceitável e que beneficia apenas o setor financeiro em detrimento do bem estar da população for aprovada”, afirma Marta Soares, secretária de Comunicação do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
A Previdência Social atual é custeada por contribuições do governo, empresas e trabalhadores. E as aposentadorias e pensões de quem está fora do mercado de trabalho são financiadas por quem está na ativa.
No sistema de capitalização idealizado pela equipe econômica de Bolosnaro, cada indivíduo responsável por gerir uma poupança individual durante a sua vida laboral para ter um benefício proporcional ao montante poupado. Quem ganha pouco, trabalha sem registro em carteira ou passa boa parte da vida desempregado não conseguirá guardar o suficiente para a aposentadoria.
“Se a Previdência Social for privatizada e transformada em produto financeiro, a maioria da população brasileira ficará sem aposentadoria. O sistema atual precisa ser preservado como direito constitucional e mantido pelas contribuições patronais, das empresas e de toda a sociedade”, reforça Marta Soares. 
Enquanto a previdência privada exclui a maioria da população, a pública garante benefícios a todos, o que ajuda a reduzir a pobreza. Sem os benefícios de aposentadoria e assistência social, a taxa de pobreza entre os brasileiros com mais de 65 anos aumentaria dos atuais 10% para quase 70% (veja gráfico abaixo). 

No Brasil, o piso do benefício do INSS pelas regras atuais é equivalente a um salário mínimo: R$ 998. Atualmente, 86% dos idosos têm proteção na velhice. A Previdência Social beneficia diretamente 30 milhões de pessoas e indiretamente outras 60 milhões.