quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


PDVE da Caixa é golpe nos empregados e na população

Dionísio Reis, coordenador da CEE-Caixa, reforça que os trabalhadores devem denunciar aos seus sindicatos qualquer forma de pressão

08/02/2017


10 mil postos de trabalho a menos. Este é o número estarrecedor que a Caixa pretende eliminar de seu quadro de empregados com o Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE). Para os representantes dos trabalhadores, o PDVE da Caixa é um golpe nos empregados e um ataque ao banco público. O programa não foi dialogado com a Contraf-CUT, nem com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, e representa imenso prejuízo não só para os trabalhadores, mas para toda a população. 
“O parágrafo primeiro da terceira cláusula, que dá quitação total dos direitos dos empregados, é um absurdo, um desrespeito ao trabalhador”, critica Dionisio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa. “ A cláusula representa uma grande ameaça aos empregados, pois determina que os trabalhadores não poderão entrar com ações contra a Caixa. Cláusulas assim, só poderiam constar se negociadas com os trabalhadores, o que não é o caso", argumenta. 
De acordo com a Caixa, estão aptos a participar do PDVE os empregados aposentados pelo INSS ou que podem se aposentar até 30 de junho deste ano; trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho na empresa; ou com adicional de incorporação de função de confiança, cargo em  comissão ou função gratificada até a data de desligamento (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na Caixa).A Caixa está propondo como incentivo financeiro para os desligamentos 10 remunerações base do empregado, considerando data de referência 31 de janeiro deste ano.
O banco propõe a manutenção por tempo indeterminado do Saúde Caixa somente para os trabalhadores já aposentados pela Previdência Social ou que vão se aposentar até 30 de junho, e empregados admitidos já na condição de aposentados pelo INSS com o mínimo de 120 meses de contribuição para o Saúde Caixa. No entanto, para os empregados que atendem as demais exigências o plano será assegurado por apenas 24 meses.
“Mas os termos de adesão descumprem o regulamento do Saúde Caixa que prevê que o trabalhador que sai do banco, sem se aposentar, e sem justa causa, poderá usufruir do plano de saúde pelo mesmo tempo que contribuiu. Os aposentados que aderirem ao programa também deverão abrir mão das duas CCVs e do vale- alimentação. Os trabalhadores que assinarem o PDVE estão perdendo seus direitos, esta é a verdade.”, alerta Dionísio Reis. 
O dirigente sindical reforça que os trabalhadores devem denunciar aos seus sindicatos qualquer forma de pressão para aderirem ao plano. "A Caixa vem ameaçando muitos empregados de descomissionamento através da verticalização. Isso é mais um golpe da direção do banco e do governo Temer nos trabalhadores", afirma o coordenador da CEE da Caixa.   
Golpe na população 
O plano de demissão voluntária reforça a intenção da Caixa de enxugar a empresa e assim prepará-la para a privatização. A população também sai perdendo, já que a redução dos postos de trabalho compromete a qualidade no atendimento.
"É importante ressaltar que o golpe que está sendo dado nos trabalhadores também será dado na população e na sociedade brasileira, uma vez que a data prevista para os desligamentos é anterior a que dará início à retirada das contas inativas do FGTS. O que levará muitos trabalhadores às agências da Caixa e que estão sendo enxugadas. A intenção é jogar a população contra o banco 100% público. As condições de trabalho estão sendo precarizadas a um nível que vai inviabilizar o atendimento do povo brasileiro", denuncia o dirigente.
Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias/pdve-da-caixa-e-golpe-nos-empregados-e-na-populacao-0683

BB responde à Contraf-CUT sobre reestruturação e PDV durante audiência em Brasília  

Audiência no Ministério Público do Trabalho debateu os problemas enfrentados pelos funcionários no processo de reestruturação

08/02/2017


Audiência no MPT em Brasília - Guina Ferraz / Contraf-CUT
Audiência no MPT em Brasília

Em audiência realizada nesta terça-feira (7), no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Brasília, a Contraf-CUT e representantes das entidades sindicais debateram o processo de reestruturação do Banco do Brasil com representantes do banco e procuradores.
“É muito triste que um grande conjunto de trabalhadores tenha perdido as suas funções. Além disso, o banco passou uma ideia de que as coisas estavam menos complicadas, o que não é verdade, visto que muitos funcionários tiveram suas funções reestruturadas com descenso financeiro, com perdas salariais", destacou o secretário-geral da Contraf-CUT, Carlos de Souza, no início da audiência, em Brasília.
O resultado da restruturação tem sido catastrófico para os funcionários, afirmou o dirigente da Contraf-CUT, ao ressaltar que o programa não foi apresentado aos trabalhadores e nem às entidades sindicais. Diante de boatos e especulações, a Contraf-CUT afirmou que existe uma incerteza muito grande sobre um possível Plano de Demissão Voluntária (PDV),  e indagou o banco sobre o assunto. O Banco do Brasil negou qualquer intenção neste sentido.  
Problemas na reestruturação
Após o início do processo de reestruturação, 3.409 funcionários do Banco do Brasil passaram a receber VCP, pois perderam suas funções e 690 permanecem nas funções até o fechamento das agências. Há 1.619 vagas de funções e, de acordo com o banco, durante o ano haverá prioridade de ocupação das funções vagas por trabalhadores que estão recebendo o VCP. Além disso, há 1.148 funcionários que perderam a gratificação de caixa desde 1º de fevereiro de 2017 e não estão recebendo VCP, pois, de acordo com o banco, não fazem jus ao benefício, por não se tratar de função. As vagas para caixa também não estão abertas na mesma praça dos que perderam a gratificação. 
"O BB alega ter mais de mil vagas de caixas, só que não é tão simples assim, pois as vagas existem em outras praças. Portanto, fica muito difícil para o trabalhador fazer esta mudança, pois não terá como arcar os custos. Outro problema é que os números do banco não condizem com a realidade. Por isso, pedimos, que na próxima rodada de negociação, o banco apresente os números quantitativos, por estado, referentes aos trabalhadores que tiveram perdas salariais”, afirma Carlos de Souza.
O banco afirmou que apresentará estes números para a Contraf-CUT e o Ministério Público do Trabalho na próxima ocasião.
Função de caixa  
 Para a Contraf-CUT o banco também precisa tratar o caixa com isonomia, precisa reconhecer que o caixa é uma função e não apenas uma gratificação, da qual o banco justifica para não pagar o VCP.
"O banco deveria pagar o VCP permanente, pagar o salário dos trabalhadores como está até a solução de todos os casos. Além disso, relatamos ao banco que alguns trabalhadores têm dívidas com a instituição e com a redução de salário, os mesmos vão ter dificuldades para quitar suas dívidas. Então, solicitamos que o BB faça uma análise das dívidas e a partir desta análise o banco reduza as taxas, de forma que o funcionário não pague mais do que 30% de seu salário, sendo esta uma questão legal", disse o representante da Confederação.
Segundo os representantes do banco, nesta quinta-feira (9) haverá a rodada automática de remoção, para que os escriturários e os bancários que perderam a gratificação de caixa e não conseguiram ser alocadas na mesma praça, possam concorrer a vagas em outras praças.
O BB alega que não entende a gratificação de caixa como função. Para os representantes do banco, está previsto que na reestruturação, a ativação da gratificação de caixa transitoriamente, como no caso de férias do titular ou de falta, o substituto recebe a gratificação equivalente aos dias laborados. O banco também analisará o que foi dito pelo MPT acerca da perda da gratificação de caixa e informará em breve se seu posicionamento será mantido ou não. Irá analisar inclusive a possibilidade de retroação do VCP dos caixas.
Gestantes
Outro ponto discutido foi sobre a política do banco em relação às gestantes que estão passando pela restruturação. Há uma preocupação da Contraf-CUT para que seja respeitada a licença-maternidade, mas que ao mesmo tempo essas funcionárias possam participar dos processos seletivos que estão acontecendo. Para que ao final da licença, as funcionárias não tenham prejuízo, nem de realocação, nem de salários.  
Os representantes do BB disseram que nenhuma gestante será descomissionada e que os casos que aconteceram foram revertidos. Segundo o banco, as gestantes não terão perdas durante a gestação e os casos pontuais serão revisados.  Na ocasião, foi assegurado a participação das gestantes no TAO Especial desde o início, em processo seletivo e ainda passam a receber VCP, a partir do retorno da licença. O BB ainda se dispos a analisar o pleito de limitação do desconto da dívida do trabalhador.
Súmula 372
Quanto à súmula 372, o banco entende que ela só é aplicada quando do descomissionamento sem justo motivo, e que o BB entende ter havido justo motivo. Para o Ministério Público do Trabalho (MPT), a a súmula se reporta a justo motivo, quer dizer que o trabalhador deu motivo para ser descomissionado (equivalente à justa causa).
Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, existem inúmeras ações individuais e coletivas pleiteando a aplicação da súmula 372 . O dirigente propõe que seja aberto um diálogo com o BB para rever a situação da aplicação da súmula mencionada. “A Contraf-CUT precisa estudar uma propositura de uma ação civil pública, de âmbito nacional, pleiteando os direitos mencionados na súmula 372”, disse Wagner.  Mas O BB afirmou que não tem interesse em dialogar sobre o assunto.
Hora extra
O MPT fez uma analogia entre indenização por perda de hora extra habitual, prevista em súmula 291 do TST, de um mês de salário por ano, em que houve o recebimento de hora extra habitual e a situação de perda da gratificação de caixa.
Os dirigentes sindicais também questionaram se os escriturários e os caixas serão priorizados no SACR. Outro problema relatado na audiência foi o de que o trabalhador que perde a gratificação de função de confiança, passa a receber o VCP e continua trabalhando 8 horas diárias, em afronta à jornada de trabalho estabelecida pela CLT de 6 horas. E o agravante é que estes trabalhadores foram obrigados a assinar um termo renunciando às horas extras.
 Em resposta, os representantes do banco disseram que os escriturário e caixas, que perderam a gratificação, serão priorizados no SACR e durante os quatro meses, o trabalhador receberá remuneração da função anteriormente ocupada. Será analisada a questão sobre a renúncia às horas extras e o banco trará um posicionamento na próxima audiência. 
 A Contraf-CUT levantou o debate de que a reestruturação foi feita apenas para reduzir o salário dos trabalhadores. Como é o caso, por exemplo, da diminuição de agentes de negócios e um aumento de gerentes de serviços, tendo uma remuneração menor.  O BB disse que não houve substituição de gerente de negócios por gerente de serviços e que vai apresentar na próxima audiência, as atribuições de cada um. 
Entre as entidades sindicais presentes na audiência, estavam a Fetrafi-MG, Fetec-PR, Fetec-SC, Seeb-SP, Seeb-Brasília, Seeb Curitiba e Seeb Florianópolis. 
 Próxima rodada de negociação 
 No próximo dia 22 de fevereiro haverá mesa de negociação, onde o BB passará para a Contraf-CUT um posicionamento sobre a aplicação do VCP para os caixas, sobre as deslocações para os caixas e outros questionamentos debatidos na audiência.
 Próxima audiência no MPT
 A nova audiência de mediação junto ao Ministério Público do Trabalho foi marcada para o dia 2 de março de 2017, às 14h30, na sala da Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília.
Última atualização às 13h40
Fonte: Contraf-CUT - http://www.contrafcut.org.br/noticias/banco-do-brasil-responde-a-contraf-cut-sobre-reestruturacao-e-pdv-durante-audien-17c5


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Itaú Unibanco tem lucro de R$5,817 bi no 4º trimestre

Lucro do Itaú Unibanco avançou no último trimestre de 2016

O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de 5,817 bilhões de reais no quarto trimestre de 2016, montante 1,78% maior que o identificado um ano antes, de 5,715 bilhões de reais. Na comparação com os três meses anteriores, quando somou 5,595 bilhões de reais, o resultado foi 4% superior.
O lucro líquido recorrente da instituição financeira veio em linha com a projeção de analistas do mercado, que apontava para 5,667 bilhões, na média das expectativas de seis casas consultadas pelo Broadcast (BB, BTG Pactual, HSBC, JPMorgan, UBS e uma que preferiu não ser identificada).
Ao crescer seu lucro no quarto trimestre ante o mesmo intervalo de 2015, o banco interrompeu a trajetória de três trimestres seguidos de queda no resultado recorrente ante um ano. “Os principais efeitos do período em relação ao trimestre anterior foram os crescimentos de 14,% da margem financeira com o mercado, de 2% das receitas de serviços, além das reduções de 5,6% das despesas de provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDDs) e de 3,6% dos gastos não decorrentes de juros”, destaca o Itaú, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.
Em 2016, o lucro líquido recorrente do Itaú foi de 22,150 bilhões de reais, cifra 7% menor que a do ano anterior, de 23,816 bilhões. Pesou, conforme o banco, o aumento de 9,7% das PDDs. A última vez que o lucro líquido do Itaú encolheu no ano foi em 2012.
A carteira de crédito total do banco somou 598,431 bilhões ao final de dezembro, redução de 1,1% em relação a setembro, de 605,074 bilhões. Em um ano, quando os empréstimos somavam 672,649 bilhões, a retração foi de 11%.
Os ativos totais do Itaú alcançaram 1,426 trilhão no quarto trimestre de 2016, crescimento de 1,9% em relação aos três meses anteriores, de 1,399 trilhão. Em um ano, quando estava em 1,475 trilhão, foi visto recuo de 3,3%.
Seu patrimônio líquido ficou em 115,590 bilhões de outubro a dezembro, aumento de 8,6% em 12 meses e 0,8% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi a 20,7% no quarto trimestre contra 19,9% no terceiro. Em um ano, estava em 22,1%. Em 2016, a rentabilidade do Itaú foi a 20,3%, 3,6 pontos porcentuais abaixo da vista em 2015, de 23,9%.
O Itaú publicou ainda lucro líquido divulgado, que considera o efeito Corpbanca, banco adquirido no Chile, de 5,543 bilhões no último trimestre do ano passado, redução de 2,72% em relação ao mesmo intervalo de 2015, de 5,698 bilhões. Em comparação com o terceiro trimestre, que era de  5,394 bilhões, cresceu 2,76%.
As principais diferenças entre o lucro líquido e o resultado recorrente, conforme explica o banco em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, foram o ajuste no valor de ativos para adequação ao provável valor de realização no montante de 172 milhões, a amortização de ágio de 133 milhões e a provisão para contingências, dentre outros.
No ano de 2016, o lucro divulgado do Itaú ficou em 21,639 bilhões, declínio de 7,37% em relação a 2015, quando totalizou 23,360 bilhões.
(Com Estadão Conteúdo)
fonte: http://veja.abril.com.br/economia/itau-unibanco-tem-lucro-de-r5817-bi-no-4o-trimestre/

Santander pagará segunda parcela da PLR dia 20/02

Publicado em .

O Banco Santander comunicou a CONTEC nesta segunda-feira (06/02), que pagará a segunda parcela da PLR aos seus funcionários no próximo dia 20/02.

Na mesma data, o banco também vai creditar o Programa de Participação nos Resultados Santander (PPRS) e a parcela adicional, no valor de R$ 3.808,27.

Confira abaixo os valores distribuidos por faixa salarial.

SALÁRIO
PLR REGRA BÁSICA
PLR ADICIONAL
PPRS
TOTAL
QTDE DE SALÁRIOS
R$ 3.000,00
R$ 6.258,00
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 12.266,27
4,09
R$ 6.000,00
R$ 9.717,91
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 15.726,18
2,62
R$ 8.000,00
R$ 12.024,52
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 18.032,79
2,25
R$ 10.000,00
R$ 14.331,13
R$ 3.808,27
R$ 2.200,00
R$ 20.339,40
2,03



Diretoria Executiva da CONTEC

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

PLR dos bancários tem 'mordida' menor do leão

Veja como funciona a legislação, fruto de mobilização de diversas categorias, dentre elas os bancários
São Paulo – A Lei 12.832/2013 garante aos trabalhadores isenção da cobrança de imposto de renda na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), até determinado valor. A partir dele, os descontos existem, mas são menores do que seria sem a lei, conquistada após muita mobilização de diversas categorias, dentre elas, a bancária.

Sendo assim, de acordo com a tabela atual do IR sobre a PLR, quem recebe até R$ 6.677,55 está isento. A partir daí, as alíquotas são 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%, com as respectivas deduções (veja tabela).

Entenda – Por ser retido na fonte, a contabilização do imposto de renda a ser pago neste momento leva em conta somente o que é creditado agora. Ou seja, se receber até R$ 6.677, 55 está isento, pagando mesmo imposto a partir daí.

Mas atenção. Quando houver o pagamento da antecipação da PLR de 2018, no segundo semestre de 2017, o valor recebido agora será somado ao que vier a receber. Essa soma pode levar o trabalhador a ultrapassar o valor de isenção, mas sempre com as isenções e deduções previstas na Lei 12.832/2013.

Acordo de dois anos – Na Campanha Nacional 2016, os bancários conquistaram um acordo que valerá até 2018. Assim, já está garantido para 2017 reposição total da inflação mais aumento real de 1% sobre a PLR e o valor adicional.

Leia mais
> PLR: Sindicato solicita pagamento antecipado


Bradesco paga a PLR no dia 10 de fevereiro

Antecipação do pagamento atende à solicitação da Contraf-CUT enviada a todos aos bancos

02/02/2017
O Bradesco informou à Contraf-CUT, nesta quinta-feira (2), que pagará a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), e o  valor adicional, no dia 10 de fevereiro, sexta-feira da próxima semana. A instituição financeira atende à solicitação da Contraf-CUT, encaminhada a todos os bancos, de antecipação do valor, que pode ser efetuado até o dia 2 de março, conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Quem ganha até R$ 4.300,00 no Bradesco, vai receber o teto da PLR que é de 2,2 salários, descontada a primeira parcela paga em outubro do ano passado. O valor da PLR adicional é de R$ 4.346, 69, descontada, também, a primeira parcela efetuada, de R$ 2.102,40.
“O Bradesco é o primeiro banco a atender ao nosso pedido de antecipação do pagamento da PLR, esperamos que os outros bancos também sigam na mesma linha. O crédito antecipado é importante, porque vem antes do carnaval e injeta recursos na economia brasileira, já tão fragilizada”, ressalta Gheorge Vitti, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.
Conforme anunciado hoje, o lucro líquido do Bradesco em 2016 alcançou R$ 15,084 bilhões. O balanço está sendo analisado pelo Dieese e as informações serão divulgadas, em breve, pela Contraf-CUT.
Confira o cálculo da PLR
PLR regra básica - 90% do salário mais R$ 2.183,53 limitado a R$ 11.713,59. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 25.769,88
PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 4.367,07.
Antecipação da PLR. Os bancários receberam no ano passado, 54% do salário reajustado em setembro de 2016, mais fixo de R$ 1.310,12, limitado a R$ 7.028,15 e ao teto de 12,8% do lucro líquido no primeiro semestre.
Matéria atualizada às 10h50
Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT assina acordo da PCR do Itaú

Os dirigentes sindicais aproveitaram a oportunidade para reivindicar a antecipação do pagamento da segunda parcela da PLR

06/02/2017
A Contraf-CUT assinou, nesta segunda-feira (6), os Acordos Coletivos de PCR 2017/2018 e Ponto Eletrônico com o Banco Itaú. A proposta para renovação do acordo do Programa Complementar de Resultados (PCR) do Itaú segue os reajustes da Campanha Nacional fechados com a Fenaban.
O valor sobre o qual o reajuste será calculado vai variar de acordo com a rentabilidade do banco, a ROE (retorno sobre o patrimônio líquido). Se a ROE for até 23%, o PCR será de R$ 2.468 mais INPC e 1% de aumento real. Se a ROE for maior que 23%, o valor passa a R$ 2.587,00 mais INPC e 1% de aumento real. Esse acordo é extensivo aos financiários da holding Itaú, Luizacredi e Microinvest.
“Fechamos um ciclo por dois anos de negociação da PCR, que é um programa de remuneração complementar linear, o qual consolidamos com o passar do tempo”, explicou roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.
Contraf-CUT reivindica antecipação da PLR
Na mesma oportunidade, os dirigentes sindicais reivindicaram a antecipação do pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Nesta terça-feira (7), o Banco Itaú-Unibanco S.A. divulga o balanço referente ao exercício do ano de 2016.
“A Contraf-CUT reivindica a antecipação pois os bancários aguardam com expectativa o recebimento o mais breve possível da segunda parcela da PLR, tendo em vista inclusive, diversas obrigações financeiras que pesam no orçamento familiar no início de ano”, completou Roberto von der Osten.
Fonte: Contraf-CUT

Caixa anuncia novo programa de demissão voluntária nesta segunda-feira (6)

Comissão Executiva dos Empregados afirma que trabalhadores não devem aceitar pressão e devem intensificar a luta pela defesa dos bancos públicos

06/02/2017
A Caixa anunciou nesta segunda-feira (6) as regras de um novo programa de demissão voluntária. As adesões já começam nesta terça, 7, e prosseguem até 20 de fevereiro. Os empregados que aderirem ao programa deverão efetivar o desligamento da empresa no período de 14 de fevereiro a 8 de março de 2017.
“Esse plano de demissão voluntária reforça a intenção da Caixa de enxugar a empresa e assim prepará-la para a privatização. É um absurdo a redução do número de empregados nas unidades nesse momento em que o governo libera contas inativas e consequentemente leva a população a procurar as agências da Caixa, que já estão com a qualidade do atendimento comprometida por conta do número reduzido de trabalhadores”, destaca o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Dionísio Reis.
Para ele, os empregados não devem aceitar pressão.  Na Circular Interna com as regras do PDVE, a empresa alega que o programa é de caráter extraordinário e se dará apenas em 2017.
Conforme a CI, estão aptos a participar do PDV empregados aposentados pelo INSS ou que podem se aposentar até 30 de junho deste ano; trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho na empresa; ou com adicional de incorporação de função de confiança, cargo em  comissão ou função gratificada até a data de desligamento (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na Caixa).
A Caixa está propondo como incentivo financeiro para os desligamentos 10 remunerações base do empregado, considerando data de referência 31 de janeiro deste ano.
O banco propõe a manutenção por tempo indeterminado do Saúde Caixa somente para os trabalhadores já aposentados pela Previdência Social ou que vão se aposentar até 30 de junho, e empregados admitidos já na condição de aposentados pelo INSS com o mínimo de 120 meses de contribuição para o Saúde Caixa. No entanto, para os empregados que atendem as demais exigências o plano será assegurado por apenas 24 meses.
Defesa
O presidente da Fenae, Jair Ferreira, disse que é preciso intensificar a defesa da Caixa 100% pública e sua importância para execução das políticas sociais que o país precisa. “A situação já é de sobrecarga e adoecimento nas unidades de todo o país, o que vai se agravar ainda mais com a diminuição do número de trabalhadores. É inadmissível que a Caixa insista no argumento de que não precisa de mais empregados, como tem feito nos últimos anos, quando cerca de 5 mil colegas deixaram o banco nos PAAs. Vamos lutar para que essas e futuras vagas deixadas sejam repostas”, afirma.


Fonte: Contraf-CUT com informações da Agência Fenae

PLR no Santander será paga dia 20

Banco atendeu solicitação de antecipação feita pelo Sindicato; funcionários também receberão valor adicional e PPRS
Felipe Roussellet, Spbancarios
6/2/2107


São Paulo – O Santander atendeu à solicitação do Sindicato e anunciou que irá antecipar o pagamento da segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) para o dia 20. Na mesma data, os funcionários do banco espanhol também receberão o valor adicional e o PPRS (Programa de Participação nos Resultados Santander).

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, as instituições financeiras têm até 2 de março para fazer esse crédito. Mas com o início da temporada de publicação dos balanços dos resultados de 2016, já é possível calcular os valores finais da Participação nos Lucros e Resultados. Além do Santander, já anunciaram a antecipação o Bradesco (10) e o Safra (24).

Entenda a PLR – A Participação nos Lucros e Resultados corresponde a 90% do salário-base mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2016, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 25.769,88, ou até que se atinja os 5%. No caso do Santander, a regra foi majorada em 28% para atingir os 5%.

Já o valor adicional à PLR corresponde à divisão linear de 2,2% do lucro líquido do exercício de 2016 dividido em partes iguais pelo número total de empregados, até o limite individual de R$ 4.367,07.

PPRS – Como resultado das negociações para a renovação do acordo aditivo do Santander, o PPRS teve reajuste de 9,13% em 2016, o que significa que todos os trabalhadores receberão R$ 2.200. Em 2017, o programa terá a correção da inflação (INPC) mais 1% de aumento real.

Confira na tabela abaixo os valores da PLR (regra básica com majoração de 28%), parcela adicional e PPRS. É importante lembrar que deve ser descontado do valor total a parcela de antecipação creditada em 2016.

PDV da Caixa Econômica Federal

06-02-2017
A Caixa Econômica Federal informou internamente aos seus empregados nesta segunda-feira (06.02) que abriu o Plano de Demissão Voluntária (PDV)

Aguarde novas noticias

Fonte: Contec

BB reabre TAO especial nesta segunda (06)

06/02/2017






O Banco do Brasil informou durante rodada de negociação com os sindicatos em Brasília, no último dia 3, que vai reabrir TAO Especial (Talentos e Oportunidades) no dia 6 deste mês de fevereiro, direcionado aos funcionários descomissionados pelo atual processo de reestruturação. O BB informou também que foi realocada a maioria dos funcionários excedentes. A diretora do Sindicato dos Bancários de Rio Claro, Maria do Carmo Peggau, representou a Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS).

Assistente: Os representantes do BB destacaram que, num primeiro momento, não haverá vagas para todos. Em caso de promoções, a prioridade para o preenchimento das vagas abertas é dos descomissionados.

Caixa: Nas agências com apenas um caixa, poderá ocorrer a substituição por um PE (posto efetivo) que exercia a mesma função.

Modelo digital

Os sindicatos e o BB retomaram na rodada da última sexta-feira, a discussão sobre o modelo digital. Em relação a primeira reunião da mesa temática de Prevenção de Conflitos, realizada no dia 14 de dezembro do ano passado, que discutiu o tema BB digital, nenhum avanço. Os representantes do BB assumiram compromisso em responder todos os questionamentos dos sindicatos na próxima rodada; a data ainda não foi definida. A mesa está garantida no aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), cláusula 55ª.

Na rodada do citado dia 14, os dirigentes sindicais destacaram os impactos resultantes da criação dos chamados escritórios digitais na vida funcional, bem como as migrações de cargos, funções e carteiras de clientes. Inclusive, os dirigentes sindicais questionaram os representantes do BB quanto ao cronograma de implantação dos escritórios e agências digitais.

Audiência pública: O Ministério Público do Trabalho realiza nesta terça-feira (7), em Brasília, a segunda audiência pública sobre a reestruturação no Banco do Brasil. A primeira audiência ocorreu no dia 19 de dezembro do ano passado.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campinas e Região – Jairo Gimenez
Fonte: FEEB SP/MS

PLR dos bancários tem 'mordida' menor do leão

Veja como funciona a legislação, fruto de mobilização de diversas categorias, dentre elas os bancários
São Paulo – A Lei 12.832/2013 garante aos trabalhadores isenção da cobrança de imposto de renda na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), até determinado valor. A partir dele, os descontos existem, mas são menores do que seria sem a lei, conquistada após muita mobilização de diversas categorias, dentre elas, a bancária.

Sendo assim, de acordo com a tabela atual do IR sobre a PLR, quem recebe até R$ 6.677,55 está isento. A partir daí, as alíquotas são 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%, com as respectivas deduções (veja tabela).

Entenda – Por ser retido na fonte, a contabilização do imposto de renda a ser pago neste momento leva em conta somente o que é creditado agora. Ou seja, se receber até R$ 6.677, 55 está isento, pagando mesmo imposto a partir daí.

Mas atenção. Quando houver o pagamento da antecipação da PLR de 2018, no segundo semestre de 2017, o valor recebido agora será somado ao que vier a receber. Essa soma pode levar o trabalhador a ultrapassar o valor de isenção, mas sempre com as isenções e deduções previstas na Lei 12.832/2013.

Acordo de dois anos – Na Campanha Nacional 2016, os bancários conquistaram um acordo que valerá até 2018. Assim, já está garantido para 2017 reposição total da inflação mais aumento real de 1% sobre a PLR e o valor adicional.

Leia mais
> PLR: Sindicato solicita pagamento antecipado 

Fonte: SP Bancários

Reunião com Economus sobre equacionamento de déficits no Fundo de Pensão

Publicado em .
Dirigentes sindicais de todo o Estado de São Paulo reuniram-se nesta quinta-feira (02/02) com a diretoria do Economus, fundo de pensão dos funcionários do BB egressos do Banco Nossa Caixa, para discutir as Contribuições Extraordinárias para o Equacionamento do déficit e Fundo Previdencial. O encontro aconteceu na capital paulista, nas dependências da Gepes SP. 

Lúcia Helena Cruz Moya Cuevas, Diretora Superintendente do Economus e também funcionária do BB incorporada do Banco Nossa Caixa, fez uma apresentação aos dirigentes sindicais e de entidades representativas dos funcionários sobre as contribuições extraordinárias dos planos dos grupos A, B e C. Segundo Lúcia, os três planos sofrerão contribuições extraordinárias para equacionamento dos déficits.

GRUPO A
Apresenta déficit de R$ 22 milhões e a contribuição extraordinária será de 2,94% ao mês. Para os assistidos será de 0,31%. O prazo para as contribuições será de 87 meses. 

GRUPO B
Apresenta déficit de R$ 20 milhões. Os ativos já pagam 0,88% de contribuição extraordinária e este valor será mantido. Já aposentados e pensionistas contribuirão com percentual de 0,80%. O prazo para equacionamento deste plano será de 147 meses. 

GRUPO C
Este plano abrange a maioria dos funcionários que estão ainda na ativa e apresentou déficits nos anos de 2013, 2014 e 2015, atingindo o montante de R$ 476 milhões. A legislação atual permite que o plano de benefício apresente um resultado deficitário, desde que seja respeitada a margem legal. Assim, foi definido que será equacionado 60% deste valor, ou seja, R$ 285 milhões. O montante remanescente, dependendo do cenário econômico nos próximos anos, também poderá ser equacionado. 
Desta forma, as contribuições do Grupo C serão as seguintes:
- Ativos que optaram pelo saldamento contribuirão com 2,04% sobre o valor do benefício saldado;
- Aposentados e pensionistas pagarão 3,20% sobre o valor do benefício;
O prazo para o equacionamento será de 198 meses.   
Haverá também uma contribuição para um Fundo Previdencial com os seguintes percentuais:
Ativos - 4,19%
Aposentados – 1,98%
Pensionistas – 4,19% 
Vale lembrar que as contribuições são paritárias, ou seja, o Banco do Brasil contribui com o mesmo percentual. O Economus ainda aguarda a aprovação dos planos de equacionamento pelos órgãos externos e a previsão é aplicar as contribuições extraordinárias a partir de fevereiro. 
Além de dirigentes de sindicatos filiados à Federação dos Bancários de SP e MS, participaram da reunião representantes da AGEBB (Associação dos Gerentes do BB), AFACEESP (Associação dos Aposentados) e membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal do Economus eleitos pelos funcionários. 
“Exposta a situação do Economus, a Federação irá avaliar o assunto com seus dirigentes, buscando saídas em defesa dos direitos dos trabalhadores e também irá cobrar do Banco do Brasil que haja mesas de negociação”, afirmou Davi Zaia, presidente da Federação dos Bancários de SP e MS. 

Na foto, os dirigentes Rogério Marques e Dejair Besson, respectivamente do Sindicato dos Bancários de Franca e do Sindicato dos Bancários de Marília, que participaram da reunião. 
Informações detalhadas do equacionamento do déficit de cada plano podem ser visualizadas no site: http://www.economus.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=366

Fonte: Sindicato dos Bancários de Franca e Região

Diretoria Executiva da CONTEC

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Bradesco lucra alto e corta empregos

Mesmo com resultado de R$ 17 bilhões, banco extinguiu postos de trabalho: nos últimos três meses do ano foram 1.129 vagas fechadas
Redação Spbancarios
2/2/2017


São Paulo – O Bradesco teve lucro líquido ajustado de R$ 17,121 bilhões em 2016. Esse resultado representa redução de 4,2% em relação ao de 2015, quando a instituição financeira lucrou R$ 17,873 bilhões. A queda decorreu, em boa parte, do aumento da despesa com provisão para devedores duvidosos, reflexo da elevação da inadimplência com a desaceleração da economia. E ainda de provisionamentos feitos para clientes corporativos com destaque a um caso específico, cujo agravamento para o rating H (maior nível de risco de inadimplência), impactou em R$ 1,201 bilhão.

Mesmo com lucro alto, o Bradesco extinguiu empregos. O banco conta atualmente com 108.793 funcionários, dos quais 21.016 foram incorporados do HSBC no segundo semestre de 2016. Em setembro do ano passado, já com a incorporação, o Bradesco contava com 109.922 funcionários, o que significa que nos últimos três meses do ano fechou 1.129 postos de trabalho, indicando que após a aquisição muitos cortes de emprego já foram realizados. O número de agências também se reduziu nos últimos três meses, passando de 5.337 em setembro para 5.314 em dezembro de 2016.

“Embora tenha apresentado redução do lucro, o resultado do Bradesco continua expressivo. Com R$ 17 bilhões não há como justificar o volume de demissões e cortes de postos de trabalho promovido pelo banco”, critica a presidenta do Sindicato e funcionária do Bradesco, Juvândia Moreira.

A dirigente lembra que o Sindicato já questionou as demissões em reunião com representantes do banco, em 30 de janeiro. “Na ocasião cobramos que o Bradesco honrasse o compromisso assumido junto ao movimento sindical de não promover demissões em massa após a aquisição do HSBC. Estamos acompanhando isso de perto e estamos prontos a tomar as medidas necessárias para assegurar os direitos e empregos dos bancários”, acrescenta Juvandia.

Outros dados do balanço divulgado na quinta-feira 2 tornam ainda mais questionáveis os cortes: apenas com a receita de prestação de serviços e tarifas – que atingiram R$ 21,6 bilhões, alta de 12% em relação a 2015 –, o Bradesco cobre 125% do total das despesas de pessoal.

PLR – Com a divulgação dos balanços pelas instituições financeiras, o Sindicato enviou carta aos bancos, na quarta-feira 1º, cobrando a antecipação da segunda parcela da PLR dos bancários. O Bradesco foi o primeiro a responder positivamente e informou que pagará no dia 10.

O banco informou ao Sindicato que a PLR de 2,2 salários será paga para funcionários com salário de até R$ 4.300. As faixas salariais acima deste valor receberão um multiplicador em relação à regra básica, porém não chegarão ao teto de 2,2 salários. A parcela adicional total da PLR será de R$ 4.346,69. Lembrando que do valor total será descontada a parcela de antecipação paga em outubro de 2016.

Os funcionários oriundos do HSBC receberão os valores de forma proporcional ao período de julho a dezembro de 2016.

Mais números – O saldo dos ativos totais do banco alcançou R$ 1,294 trilhão em dezembro de 2016, crescimento de 19,8% em relação ao saldo de dezembro de 2015. Esse movimento decorre do aumento do volume de negócios e, principalmente, da consolidação do HSBC Brasil, ocorrida a partir do terceiro trimestre de 2016.

Em 2016, a carteira de crédito apresentou evolução de 8,6%, considerando a consolidação do HSBC Brasil, sendo que as pessoas jurídicas registraram crescimento de 5,1%, impactadas pelo segmento de grandes empresas, e os créditos destinados às pessoas físicas cresceram 16,4%. Os produtos que apresentaram maior crescimento nos últimos doze meses para as pessoas físicas foram: financiamento imobiliário e cartão de crédito.

O índice de inadimplência superior a 90 dias encerrou dezembro de 2016 em 5,5% (4,1% em dezembro de 2015). Contudo, destaca-se a melhora da inadimplência do segmento de grandes empresas no trimestre, que passou de 2,03%, em setembro de 2016, para 1,24%, em dezembro de 2016.

Os investimentos em infraestrutura, informática e telecomunicações somaram R$ 6,595 bilhões no exercício de 2016, com evolução de 15,3% em relação ao exercício de 2015.

Fonte: SP Bancários

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Bradesco informa a Contraf-CUT que pagará PLR proporcional aos ex-funcionários do HSBC

06/10/2016
O Bradesco informou na tarde desta quinta-feira (6) que vai para a PLR proporcional aos funcionários oriundos do HCBC. O banco atende à reivindicação da Contraf-CUT e de suas federações e sindicatos.
O pagamento será feito da seguinte maneira:
-  Será considerado para pagamento o período Julho a Dezembro 2016, período superior ao da efetivação da compra, que foi em outubro.
 - O empregado recebe a PLR Bradesco
 - O pagamento será proporcional, ou seja, metade da regra
 - O adiantamento será feito na mesma data que outros empregados Bradesco
 - Receberão de adiantamento a metade do 54% do salário e metade do valor fixo regra básica
Fonte: Contraf-CUT

Bradesco paga a PLR no dia 10 de fevereiro

02/02/2017
O Bradesco acaba de informar à Contraf-UT que pagará a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no dia 10 de fevereiro, sexta-feira da próxima semana. Conforme a convenção coletiva dos bancários, o banco deverá creditar o restante da regra básica e a parcela adicional. A parcela adicional será de 4.346,69.
Mais informações em breve
Fonte: Contraf-CUT