sexta-feira, 7 de junho de 2019
quarta-feira, 5 de junho de 2019
CURSO ANBIMA CPA-10 e CPA-20
*CURSO ANBIMA CPA-10 e CPA-20
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA*
*Início em 06/07/2019 - VAGAS LIMITADAS*
◾ *CPA-10:* Dias 06/07 e 13/07 (8:30hrs as 17:00hrs) - 2 encontros
◾ *CPA-20:* Dias 06/07, 13/07 e 20/07 (8:30hrs as 17:00hrs) - 3 encontros
*Material Incluso*
*VALORES PARA SINDICALIZADOS:*
*VALORES PARA NÃO SINDICALIZADOS:*
*INSCREVA-SE AQUI:*
*Instrutor: Marcelo Fávaro*
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Fique atento para não perder a estabilidade pré-aposentadoria
Bancários devem entregar declaração ao banco informando a condição; direito está garantindo na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria
- Redação Spbancarios
- Publicado em 03/06/2019 13:32 / Atualizado em 03/06/2019 15:16
Foto: Agência Brasil
Se você preenche os requisitos para solicitar a estabilidade pré-aposentadoria, uma conquista dos bancários em sua Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), fique atento: é preciso fazer a comunicação por escrito ao banco para garantir o direito. No Bradesco, a necessidade de entregar a comunicação é ainda mais importante, já que os gestores da empresa reafirmaram que, sem ela, não há estabilidade.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo tem recebido queixas de bancários que estão nesta situação e que receberam uma negativa do Bradesco por não terem comunicado por escrito a opção pela estabilidade.
A 27ª cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários assegura, nas letras “F” e “G”, aos homens que trabalharam 28 anos e às mulheres que trabalharam 23 anos no mesmo banco a estabilidade ao emprego nos dois anos imediatamente anteriores à aposentadoria. Na letra “E” da mesma cláusula, há a previsão de estabilidade por um ano aos trabalhadores que tenham o mínimo de cinco anos de vínculo com o banco.
Para garantir a estabilidade, é indispensável que os trabalhadores entreguem uma comunicação escrita informando a condição, acompanhada dos documentos que comprovam o tempo para requerer o benefício da aposentadoria: cópia da carteira de trabalho e Extrato Previdenciário com todos os vínculos trabalhistas e previdenciários constantes no seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).
A carta deve ser feita em duas vias para ser devidamente protocolada na entrega ao banco, na pessoa do gestor e/ou departamento pessoal. Veja modelo aqui.
Para solicitar o Extrato Previdenciário, cliquei aqui.
“Antes de entregar a carta ao banco, o trabalhador precisa agendar um horário no Sindicato, de segunda à sexta-feira, exceto às quartas, das 9h às 18h, pela Central Telefônica (telefone 3188-5200) ou Central de Atendimento (3188-5256). Nas quartas-feiras, o atendimento é na Regional Osasco e o agendamento é feito pelo Tel. 3682-3060”, orienta o dirigente sindical e bancário do Bradesco, Valdemar de Souza,o Piu Piu.
terça-feira, 21 de maio de 2019
Cursos de CPA 10 e CPA 20
Em negociação com a
FÁVARO CURSOS
de S.J.R.Preto-sp,
apresentamos abaixo as condições para a
realização dos Cursos de CPA
10 e CPA 20
Com inicio previsto para a 2º quinzena de JUNHO/2019, com carga
horária prevista das 08h30m às 17h00m em 02(dois) sábados e será
ministrado na sede do nosso Sindicato à Rua Tibagi, 3447 – Votuporanga – SP.
SINDICALIZADOS:
R$ 400,00 -
CPA 10 – Entrada mais 3 parcelas
R$ 500,00 -
CPA 20 – Entrada mais 4 parcelas
NÃO SINDICALIZADOS:
R$ 560,00 – CPA 10
R$ 660,00 – CPA 20
Os pagamentos serão
realizados diretamente com a empresa FÁVARO CURSOS
Necessitamos COM URGÊNCIA, até 24/05/2019, nome dos
interessados para providenciarmos a contratação.
SINDICATO DOS
BANCÁRIOS DE VOTUPORANGA
Harley Ap.Vizoná –
Presidente
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Contraf-CUT cobra a reposição do quadro de empregados da Caixa
- 17 de maio de 2019
- 17:55
- Caixa
Banco anunciou mais um PDVE nesta sexta-feira (17)
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reivindica a reposição do quadro de funcionários da Caixa. O banco encerrou 2018 com o menor número desde 2014, quando trabalhavam na Caixa 101 mil pessoas. Hoje são 84 mil. Para piorar, o presidente da Caixa anunciou, nesta sexta-feira (17), o novo programa de demissão voluntária (PDVE). O objetivo é reduzir até 3,5 mil dos 28 mil empregados que trabalham na matriz e em escritórios regionais da Caixa.
“A nossa luta é para melhores condições de trabalho e de atendimento à população. Para isso, precisamos de mais trabalhadores e não menos. Esta redução prejudica não só os trabalhadores que ficam, como também a população, que é prejudicada diretamente”, afirmou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa. “Para piorar, o programa é aberto com a discriminação aos trabalhadores. Apenas uma área específica pode aderir e, só caso eles não batam a meta, será ampliado para os demais setores do banco.”
Este é o terceiro PDVE aberto pela Caixa nos últimos anos. No primeiro, em 2017, o alvo eram os empregados aposentados pelo INSS ou que poderiam se aposentar até 30 de junho daquele ano. Em Julho, o banco anunciou a reabertura para completar a meta de 10 mil que não foi cumprida inicialmente. “Desde já manifestamos nossa contrariedade por mais uma decisão unilateral do banco, sem qualquer negociação com os representantes dos trabalhadores”, disse. Para o coordenador do CEE é mais uma mostra da tentativa do enfraquecimento do banco. “O desenho que está sendo pensado para a Caixa é semelhante ao modelo proposto para os bancos que foram enfraquecidos e privatizados nos anos 90, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. As demissões desenfreadas, tidas como voluntárias, serão aceleradas. O sonho de uma Caixa sintonizada com os desafios do Brasil ficará cada vez mais distante. O banco é um dos maiores instrumentos de política social, mas esse perfil será riscado do mapa caso esse processo obtenha êxito”, finalizou.
Cassi: votação da reforma estatutária começa nesta sexta-feira
Associados devem se manifestar sobre a proposta de mudança; Sindicato orienta a favor da aprovação
- Redação Spbancarios, com informações da Cassi
- Publicado em 15/05/2019 14:52 / Atualizado em 17/05/2019 18:19
Começou na sexta-feira 17 a votação da proposta de reforma estatutária da Cassi. Os associados poderão se manifestar sobre a aprovação ou não da Proposta Cassi 2019 até as 18h do dia 27 de maio.
A proposta prevê mudança de custeio do Plano de Associados, além de medidas de aprimoramento da governança e da gestão da instituição. O associado poderá registrar o voto no site e aplicativo da Cassi, nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e, para funcionários da ativa, existe ainda a opção de votar pelo SisBB.
O banco teve de abrir mão de sua intransigência e avançar em relação à proposta rejeitada em 2018. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e a Contraf-CUT aceitaram levar à consulta do Corpo Social após o banco anunciar que esta é a última proposta e não aceita qualquer mudança no seu conteúdo. Dada a situação financeira da Cassi, de déficit de R$ 351 milhões e patrimônio líquido negativo no Plano Associados causados principalmente pela chamada inflação médica, a alternativa seria uma intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com desfecho imprevisível. O Sindicato e a Contraf-CUT indicam sua aprovação.
“A proposta final apresentada pelo banco contém avanços significativos em relação à do ano passado. Defendemos o voto ‘sim’ em uma conjuntura de ameaça de privatização e de ataques aos direitos. A proposta mantém a solidariedade, evita o voto de decisão no conselho, o banco põe mais recursos, evita-se o risco de o banco vender a carteira da Cassi para o mercado. E ainda incluímos os funcis do último concurso que estão sem Cassi”, explica Ernesto Izumi, dirigente sindical e bancário do BB.
João Fukunaga, diretor do Sindicato e funcionário do BB, lembra que as entidades representativas dos trabalhadores indicam o voto SIM para a reforma estatutária da Cassi. http://bit.ly/2WKZ3Oj
Veja outros Tweets de Sindicato dos Bancários de SP, Osasco e Região
Para a votação ser validada, é necessário um quórum de 50%+1 votantes. A proposta precisa ser aceita por dois terços dos votantes. Para ter mais informações sobre a proposta para manutenção da Cassi, leia a edição de O Espelho.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Reforma da Previdência: governo quer capitalização sem aporte patronal
Sistema é idêntico ao adotado no Chile, onde 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo economista
- Redação Spbancarios, com informações do Valor Econômico
- Publicado em 03/04/2019 13:45 / Atualizado em 04/04/2019 15:36
Arte: Luciana Felippe
O sistema de capitalização que o governo Bolsonaro pretende adotar, caso seja aprovado na reforma da Previdência, não deverá ter qualquer contribuição patronal ou encargo trabalhista. Segundo noticiou o jornal Valor Econômico, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem discutido em conversas reservadas a proposta de capitalizaçãocom aportes apenas para os trabalhadores. Os empregadores ficariam desobrigados a contribuir.
Esse modelo é idêntico ao implantado no Chile na década de 1980. Apenas trabalhadores contribuem com 10% do seu salário em contas individuais geridas por empresas privadas, chamadas de administradoras de fundos de pensão (AFP).
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> Previdência: capitalização irá empobrecer população
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O resultado é que, atualmente, 80% dos aposentados daquele país recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza, segundo o economista chileno Andras Uthoff.
> Na reforma da Previdência, Brasil poderá optar entre Europa e Chile
> Reforma da Previdência é boa para quem?
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Essa situação de miséria dos aposentados levou o Chile a liderar o ranking de suicídios de idosos na América do Sul.
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“Não podemos permitir que o mesmo ocorra no Brasil, um país onde é difícil vermos idosos pedindo esmolas nas ruas, justamente por conta da cobertura da Previdência Social. Algo que poderá mudar para pior se essa reforma da Previdência inaceitável e que beneficia apenas o setor financeiro em detrimento do bem estar da população for aprovada”, afirma Marta Soares, secretária de Comunicação do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
> Banqueiros escancaram cobiça pela Previdência
> Reforma tributária ao invés de reforma da Previdência!
> País perde R$ 4,6 bi ao não tributar acionistas de Itaú, Bradesco e Santander
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A Previdência Social atual é custeada por contribuições do governo, empresas e trabalhadores. E as aposentadorias e pensões de quem está fora do mercado de trabalho são financiadas por quem está na ativa.
No sistema de capitalização idealizado pela equipe econômica de Bolosnaro, cada indivíduo responsável por gerir uma poupança individual durante a sua vida laboral para ter um benefício proporcional ao montante poupado. Quem ganha pouco, trabalha sem registro em carteira ou passa boa parte da vida desempregado não conseguirá guardar o suficiente para a aposentadoria.
“Se a Previdência Social for privatizada e transformada em produto financeiro, a maioria da população brasileira ficará sem aposentadoria. O sistema atual precisa ser preservado como direito constitucional e mantido pelas contribuições patronais, das empresas e de toda a sociedade”, reforça Marta Soares.
Enquanto a previdência privada exclui a maioria da população, a pública garante benefícios a todos, o que ajuda a reduzir a pobreza. Sem os benefícios de aposentadoria e assistência social, a taxa de pobreza entre os brasileiros com mais de 65 anos aumentaria dos atuais 10% para quase 70% (veja gráfico abaixo).
No Brasil, o piso do benefício do INSS pelas regras atuais é equivalente a um salário mínimo: R$ 998. Atualmente, 86% dos idosos têm proteção na velhice. A Previdência Social beneficia diretamente 30 milhões de pessoas e indiretamente outras 60 milhões.
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Vote sim no relatório anual da Cassi
Documento evidencia a difícil situação da caixa de assistência dos funcionários do Banco do Brasil e por essa razão o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região orienta aprovação; votação vai até dia 18
- Redação Spbancarios
- Publicado em 12/04/2019 18:26 / Atualizado em 12/04/2019 18:37
A votação do relatório anual da Cassi começou nesta sexta-feira 12 e vai até quinta-feira 18. O relatório evidencia a situação real da caixa de assistência dos funcionários do Banco do Brasil e, por essa razão, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região orienta pela aprovação.
A votação pode ser feita pelo site da Cassi, e também pelo Sisbb, aplicativo do banco e terminais de autoatendimento.
O relatório foi auditado pela auditoria independente BDO e está disponível aqui.
“O relatório espelha a difícil situação da Cassi e o déficit de R$ 351 milhões acumulado no exercício 2018 no Plano Associados, e sobre esse assunto o banco fez uma porposta final que está em debate e deverá ser apreciada em breve pelo corpo de associados. O documento passou por auditoria independente e fiscalização dos conselhos fiscal e deliberativo. Indicamos ‘sim’ e vamos ampliar o debate sobre a caixa de assistência que é uma grande conquista dos trabalhadores e deve ser mantida. Recomendamos a todos que leiam o relatório para votar com consciência”, finaliza Ana Beatriz.
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